O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A chuva de proventos da Ambev deve pingar em duas datas. Os JCP serão pagos em 30 de dezembro deste ano, enquanto os dividendos serão depositados em 7 de janeiro de 2025
Os acionistas da Ambev (ABEV3) estão com o happy hour de virada de ano garantido. Entre brindes de Brahma e Skol, a gigante das cervejas acaba de aprovar a distribuição de R$ 10,5 bilhões em dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP).
Do lado dos JCP, o montante corresponderá ao valor bruto de R$ 0,2448 por ação ABEV3. A cifra está sujeita à retenção do Imposto de Renda na fonte à alíquota de 15%. Após a mordida do Leão, a remuneração líquida aos acionistas será de R$ 0,2081 por papel.
Por sua vez, os dividendos serão depositados aos investidores à razão de R$ 0,4228 por ação — nesse caso, sem qualquer cobrança de IR.
As remunerações da fabricante de bebidas têm base no balanço extraordinário de 30 de novembro de 2024 e entrarão na conta de dividendos mínimos obrigatórios da companhia do período.
Segundo a Ambev, quando combinado o valor dos dividendos e JCP a serem pagos com o montante do programa de recompra de ações anunciado em outubro, a cifra total chegaria a R$ 12,5 bilhões, considerando as cotações no fechamento de 29 de outubro.
Para ter direito à remuneração anunciada pela Ambev, é preciso possuir ações ABEV3 em 19 de dezembro.
Leia Também
Já para os ADRs (recibos de ações), negociados em Wall Street sob o ticker ABEV, a data limite para ser elegível aos proventos da gigante das bebidas será 23 de dezembro.
As ações e os ADRs passarão a ser negociados “ex-direitos” a partir de 20 de dezembro e tendem a sofrer um ajuste na cotação.
Ou seja, o investidor pode optar por comprar os papéis até as datas limites e receber a remuneração ou aguardar os pregões seguintes e adquiri-los por um valor menor, mas sem o direito aos dividendos e JCP.
A chuva de proventos da Ambev deve pingar na conta dos investidores em duas datas. Os JCP serão pagos ainda em 30 de dezembro deste ano. Enquanto isso, os dividendos serão depositados em 7 de janeiro de 2025.
O conselho de administração da Ambev também aprovou uma mudança na frequência de pagamento de proventos aos acionistas.
Hoje, a distribuição de dividendos e JCP é feita anualmente. Agora, os conselheiros preveem pagamentos em “períodos potencialmente menores”, incluindo distribuições trimestrais — mas ainda não bateram o martelo sobre os detalhes e intervalos.
Na avaliação do Itaú BBA, os anúncios demonstram que a Ambev está se “movendo na direção certa, mas em um ritmo mais lento do que alguns esperavam”.
“A decisão de não acelerar a distribuição de capital parece alinhada com o histórico da Ambev, que historicamente priorizou uma alocação de capital conservadora e a manutenção de um balanço patrimonial fortificado. Saudamos a decisão da Ambev de potencialmente reduzir os intervalos para dividendos adicionais, mas acreditamos que alguns investidores poderiam estar esperando um anúncio mais expressivo e podem ficar desapontados com as notícias de hoje”, disseram os analistas.
Para o banco, porém, há no radar uma possibilidade de distribuição adicional de dividendos no futuro.
Além dos dividendos e JCP, a Ambev (ABEV3) também aprovou os indicados à presidência e à diretoria da companhia para um mandato de três anos, com início em 1º de janeiro de 2025 até 31 de dezembro de 2027.
O conselho ratificou a eleição de Carlos Eduardo Klutzenschell Lisboa para o cargo de diretor-presidente executivo (CEO), com início de mandato em 1º de janeiro de 2025 até 31 de dezembro de 2027.
A fabricante de bebidas aprovou a reeleição da diretoria estatutária. Veja os diretores aprovados:
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil