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No início do mês, o jornal o Globo noticiou uma divisão dentro da mineradora, que poderia levar a uma tentativa de implosão do atual conselho e comprometer a escolha do novo comandante da empresa
O processo de sucessão da Vale (VALE3) fez as ações da mineradora sangrarem no início do ano, com uma possível interferência do governo na indicação de um novo CEO. Para estancar a hemorragia, o mandato de Eduardo Bartolomeo foi estendido até 31 de dezembro de 2024. Passados quatro meses, essa ferida voltou a abrir — e a companhia precisou se pronunciar mais uma vez.
Há três dias, Lauro Jardim, colunista de O Globo, noticiou uma guerra na Vale. Segundo ele, uma racha entre os conselheiros coloca o processo de sucessão mais uma vez em xeque.
Para entender o que está acontecendo agora, é preciso voltar um pouco no tempo. A Russell Reynolds, consultoria que foi contratada para auxiliar no processo de seleção da Vale, entregou há pouco mais de uma semana uma relação com possíveis sucessores de Bartolomeo.
Acontece que, segundo Jardim, uma ala do colegiado garante que dois nomes estarão na lista tríplice que vai à votação no final de outro — o terceiro nome viria do governo. Uma outra ala quer radicalizar e implodir o conselho, convencendo alguns membros a renunciar, forçando a eleição de um novo colegiado.
Nesta quarta-feira (17), a Vale voltou a se manifestar sobre a sucessão, em uma nova tentativa de conter a hemorragia em torno do processo.
O presidente do conselho de administração, Daniel Stieler, reiterou a lisura do processo de escolha do novo presidente da companhia, afirmando que o procedimento "segue estritamente as regras de governança".
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Ele classificou as notícias que circulam na mídia como "com tom especulativo".
Stieler afirma que não há definição sobre a lista de candidatos participantes do processo, até o momento, e disse ter "total confiança na capacidade do conselho de tomar a melhor decisão", de acordo com o Estatuto Social da Vale, Regimento Interno do Conselho de Administração, políticas corporativas da companhia e legislação aplicável.
Ele afirma ter confiança também na empresa de headhunter internacional, contratada para ajudar o conselho na busca de um CEO que atenda às qualificações necessárias para a posição, "alinhadas às expectativas dos acionistas".
No início do mês, a lista de possíveis CEOs da Vale elaborada pela Russell Reynolds se tornou pública.
Entre os nomes, vários executivos de grandes empresas, entre eles:
Além deles, também constam da lista o ex-ministro e ex-presidente da Petrobras, Pedro Parente; o presidente da Volks nos EUA, Pablo Di Si; o ex-CEO da Braskem, Roberto Simões; e dois executivos do setor de mineração, Ruben Marcos Fernandes (Anglo American) e Marcelo Bastos (BHP e ex-Vale).
*Com informações de O Globo
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
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