O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O fundo canadense faz parte do bloco de controle da companhia junto com o Alberta Investment Management Corporation (AIMCo)
A Iguá desembolsou um valor alto pela concessão de saneamento básico do Estado de Sergipe, vencendo a concorrência ao apresentar uma proposta de R$ 4,5 bilhões que foi mais de duas vezes maior que o lance mínimo previsto.
Mas receberá a ajuda de um de seus principais acionistas para pagar a conta da expansão dos negócios: o fundo Canada Pension Plan Investment Board (CPP Investments) anunciou nesta terça-feira (10) que irá realizar um aporte adicional na companhia
O fundo, que faz parte do bloco de controle da Iguá junto o também canadense Alberta Investment Management Corporation (AIMCo), irá assinar um cheque de até R$ 2,2 bilhões. Mais detalhes sobre o efetivo valor e o prazo do aporta ainda será divulgados pela empresa.
Vale relembrar que a Iguá Saneamento já está presente em 27 municípios brasileiros, com 16 operações em seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, abrangendo 3 milhões de pessoas.
Com o projeto de concessão do Sergipe, que prevê R$ 6,3 bilhões em investimentos ao longo de 35 anos de contrato, irá operar também os serviços de água e esgoto de 74 dos 75 municípios sergipanos. Somente a cidade de Capela ficou de fora.
A Iguá deve assumir em oito meses a operação. Mas vale destacar que o modelo de concessão é parcial, já que a Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), atual operadora, seguirá atuando como empresa pública responsável pelos serviços de captação e tratamento de água.
Leia Também
Nos três primeiros anos de atuação, a Iguá não poderá promover nenhum reajuste tarifário acima da inflação, conforme previsto no edital.
O objetivo do projeto é garantir a ampliação dos serviços em prazos adequados, especialmente diante do grande volume de investimentos a serem realizados, segundo o governo sergipano.
Para ampliar o acesso aos serviços básicos, R$ 4,8 bilhões dos R$ 6,3 bilhões previstos em investimentos serão aportados já nos cinco primeiros anos da concessão.
A prioridade será dada às regiões onde a falta de água é mais frequente, como no Sertão e no Agreste Sergipano. Durante os três primeiros anos, a concessionária não poderá subir tarifas acima da inflação.
O marco legal do saneamento prevê a universalização dos serviços até 2033, mas os números indicam o tamanho do desafio.
Dos 75 municípios do menor Estado brasileiro em extensão territorial, 48 ainda não possuem rede de esgoto, segundo levantamento do Governo de Sergipe em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Com isso, apenas 57,1% do território sergipano é parcialmente atendido com serviços de esgotamento sanitário. A previsão é de que, após pelo menos dez anos de concessão, esse porcentual suba para 90%.
Em relação ao abastecimento de água, o estudo mostrou que 95,3% de Sergipe são contemplados atualmente pelo serviço. Após dez anos de concessão, a expectativa é que a cobertura chegue a 99%.
*Com informações do Estadão Conteúdo e da Agência BNDES.
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores