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SUV elétrico é cancelado e picape fica para 2027; foco é entregar um negócio mais eficiente e competitivo
A Ford está traçando novas rotas em sua estratégia de veículos elétricos. Depois de ter anunciado o adiamento da produção do SUV elétrico de três fileiras, em abril, a montadora norte-americana decidiu rasgar os antigos planos e lançar um novo cronograma de lançamentos.
Como novidade, além da descontinuação completa do SUV, a Ford anunciou uma van comercial elétrica para 2026 e duas picapes elétricas para 2027.
Para isso, fabricante vai precisar “bancar” um prejuízo de quase US$ 2 bilhões (aproximadamente R$ 11 bilhões), somando as despesas contáveis e os gastos adicionais para descontinuar os projetos em andamento.
O CFO John Lawler afirmou que as mudanças foram feitas para “entregar um negócio de veículos elétricos mais eficiente e lucrativo”.
Tirando o pé do acelerador dos veículos 100% elétricos, a Ford também deixou clara a intenção de investir mais em modelos híbridos.
Por causa da alta demanda por esse tipo de automóvel, Lawler disse que os planos de investimentos da empresa vão mudar: o percentual de gastos com EVs não será mais de 40% e sim de 30%.
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A meta da fabricante é oferecer veículos híbridos em toda a linha norte-americana até 2030.
A desaceleração da Ford na linha de veículos elétricos não é uma surpresa.
Em 2023, a fabricante informou o adiamento ou cancelamento de US$ 12 bilhões (R$ 60 bilhões) em gastos planejados em novos carros elétricos devido às mudanças nas condições de mercado e aos desafios para construir e vender veículos de forma lucrativa.
No balanço do 2T24, o prejuízo no segmento de EVs foi de US$ 1,6 bilhão.
Por mais que tenha se firmado como uma das principais marcas de EVs nos Estados Unidos e tenha tentado bater de frente com a Tesla, a Ford não está isenta de desafios.
Dentre eles, estão o alto custo de produção desse tipo de veículo e a competição com as fabricantes chinesas, que conseguem oferecer preços mais competitivos para os consumidores finais.
Agora, a Ford parece estar observando mais de perto as tendências de consumo, conforme o “boom” dos elétricos passa.
"De acordo com o que constatamos no mercado e observamos nas preferências dos consumidores, direcionaremos nossos esforços para os segmentos em que temos vantagem competitiva", afirmou o diretor financeiro nesta quarta-feira (21).
*Com informações de CNBC, Market Watch e Telegraph.
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A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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