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Além de presidir o Conselho da Equatorial, Piani ainda é presidente do Conselho de Administração da Ambipar (AMBP3) e integra o colegiado da Hapvida (HAPV3)
A Equatorial (EQTL3) anunciou na noite de quinta-feira (19) a renúncia de Carlos Augusto Leone Piani da presidência do Conselho de Administração e de todas as posições administrativas do grupo.
Quem assumirá o cargo será Eduardo Parente Menezes, atual CEO da Yduqs (YDUQ3).
Porém, Piani não deve ficar muito distante dos negócios da Equatorial, tendo em vista que o executivo foi indicado para presidência da Sabesp (SBSP3). A notícia havia sido publicada em agosto, e foi confirmada ontem pelas empresas.
Além de presidir o Conselho da Equatorial, Piani ainda é presidente do Conselho de Administração da Ambipar (AMBP3) e integra o colegiado da Hapvida (HAPV3).
Ele ainda foi presidente da construtora PDG Realty e da Kraft Heinz no Canadá, além de ter sido sócio da gestora Vinci Partners.
O executivo será o responsável por conduzir a Sabesp para alcançar as metas de universalização dos serviços de água e esgoto no estado de São Paulo até 2029, o que demandará investimentos da ordem de R$ 70 bilhões.
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A privatização da Sabesp (SBSP3) pode ser considerada a maior oferta de saneamento da história do País: a operação movimentou R$ 14,8 bilhões, dos quais R$ 6,9 bilhões foram subscritos pela Equatorial (EQTL3).
A empresa de energia comprou 15% da Sabesp a R$ 67 por ação — no total, foram vendidas 191,7 milhões de ações, mais um lote extra de 28,7 milhões, também a R$ 67 por papel. A oferta atraiu 310 investidores institucionais.
Com isso, a Equatorial conseguiu algumas regalias na empresa de saneamento — entre elas, o poder de indicar o presidente da companhia, como é típico para investidores de referência.
Com a saída de Piani, Eduardo Parente Menezes assume o cargo de presidente do Conselho de Administração da Equatorial e Tinn Freire Amado fica com a cadeira de Piani como membro efetivo do Conselho de Administração.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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