O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo Elon Musk, episódios que levantaram suspeitas sobre abuso de drogas foram causados por privação de sono
Elon Musk finalmente se pronunciou sobre alegações de que o uso excessivo de drogas vem preocupando os acionistas das suas empresas.
De acordo com uma reportagem do Wall Street Journal, desde 2017, executivos da companhia relatam comportamentos erráticos do bilionário supostamente causados pelo consumo de drogas – como ketamina, LSD, cocaína e cogumelos "mágicos".
Em meio a diversos episódios, uma aparição de Musk fumando maconha em um podcast causou preocupação na Nasa.
A agência aeroespacial norte-americana exigiu que a SpaceX, única companhia com licitação válida para levar astronautas para a Estação Espacial Internacional, se comprometesse por escrito com as diretrizes federais sobre consumo de drogas no local de trabalho.
Por meio do X, antigo Twitter, Elon Musk afirmou que, após aparecer fumando durante o programa de Joe Rogan, ele concordou em realizar 3 anos de testes aleatórios de drogas a pedido da Nasa.
“Nem mesmo vestígios de drogas ou álcool foram encontrados”, afirmou Musk. O bilionário também aproveitou para atacar o Wall Street Journal. “Não serve nem para forrar uma gaiola de papagaio”, disse por meio da rede social.
Leia Também
VEJA TAMBÉM: A DINHEIRISTA - FUI AMANTE DE UM HOMEM RICO E ELE MORREU. NÃO TEMOS FILHOS. TENHO DIREITOS, DINHEIRISTA?
Apesar da resposta do bilionário, a Nasa ainda não divulgou resultados de uma investigação realizada na época do ocorrido.
Segundo a Business Insider, a agência chegou a gastar US$ 5 milhões (R$ 24,4 milhões) para apurar o uso de drogas por Elon Musk no ambiente de trabalho.
Isso porque o uso de drogas pelos funcionários da SpaceX violaria os termos dos contratos governamentais com a empresa, estimados em US$ 14 bilhões (R$ 68,5 milhões na cotação atual).
A investigação foi realizada há seis anos, mas até hoje a Nasa não divulgou as conclusões alcançadas com a apuração.
O episódio em que o bilionário apareceu fumando maconha não afetou apenas a SpaceX. As ações da Tesla caíram mais de 9% no dia. Além disso, outros eventos também levantaram suspeitas sobre a saúde de Elon Musk.
Segundo o Wall Street Journal, membros do conselho da Tesla temiam que Musk estivesse drogado quando tuitou sobre os planos de fechar o capital da empresa.
O pronunciamento gerou uma investigação pela Comissão de Segurança e Câmbio e penalizações de US$ 40 milhões para a companhia.
De acordo com a reportagem, membros do conselho da Tesla pediram ao irmão do CEO, Kimbal Musk, que o abordasse sobre o problema.
Musk também levantou suspeitas sobre estar drogado quando quase caiu no choro em uma entrevista sobre como aquele ano teria sido difícil para o bilionário.
Outro episódio que preocupou os executivos da SpaceX foi durante uma reunião geral na companhia, em que Elon Musk chegou quase uma hora atrasado e, durante sua fala, divagou por cerca de 15 minutos.
O presidente da empresa, Gwynne Shotwell, precisou assumir o comando da reunião.
O bilionário também se pronunciou sobre o episódio. Segundo Musk, a causa da apresentação conturbada foi privação de sono, e não abuso de drogas.
“Durante vários dias, dormi pouco devido às exigências extremas no trabalho. É importante ressaltar que a Tesla estava muito perto da falência em 2017”, afirmou por meio do antigo Twitter.
*Com informações da Business Insider e Quartz
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos