O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As ações da Nike chegaram a cair 20% com a notícia de que as vendas anuais no final de junho encolheram — aumentando as preocupações dos investidores sobre o fato de a gigante do vestuário esportivo ficar atrás de rivais
Nas ruas de São Paulo, Nova York ou Paris — é praticamente impossível sair e não encontrar alguém com um Gazelle ou um Samba nos pés, os modelos da Adidas muito usados por fashionistas e amantes de tênis e que acabaram se popularizando ao redor do mundo.
No Brasil, nenhum deles sai por menos de R$ 600 em valores de tabela. Mas, mais que o preço, os pares podem ajudar a Adidas a dar passos mais largos na direção da rival Nike.
Uma prova disso não está na vitrine das lojas, mas na bolsa de valores. As ações da Nike chegaram a cair 20% com a notícia de que as vendas anuais no final de junho encolheram — aumentando as preocupações dos investidores sobre o fato de a gigante do vestuário esportivo ficar atrás de rivais.
As ações da Adidas, que normalmente acompanham os movimentos da empresa norte-americana, mal reagiram, sugerindo que os investidores veem o enfraquecimento das vendas da Nike como uma oportunidade para a marca de origem alemã.
Nesta terça-feira (9), os papéis da Nike terminaram o dia com queda de 0,81%, cotados a US$ 72,46 em Nova York. No ano, acumulam perda de 32,8%. Os papéis da Adidas terminaram o dia com baixa de 1,17%, a US$ 117,14, mas acumulam ganho de 15,6% em 2024.

As pesquisas on-line por “Adidas Samba” aumentaram em todo o mundo nos últimos 12 meses, ultrapassando as buscas por “Nike Air Force 1” e atingindo um pico no início de abril, de acordo com dados do Google Trends.
Leia Também
Mas a Nike não está assistindo parada o domínio da Adidas nas ruas. No final do mês passado, a marca indicou que lançaria novos tênis de até US$ 100 em todo o mundo, com o objetivo de retomar as vendas.
Além disso, a Nike também aposta em um clássico para tirar a Adidas do caminho: o Nike Cortez.
O modelo ficou bastante conhecido com o filme “Forrest Gump” — e, aos amantes de tênis, a Nike já avisou que trará a versão clássica usada por Tom Hanks em branco, vermelho e azul ao Brasil novamente.
A aposta da Nike no Cortez tem chance de dar certo: ícones da moda e atrizes de Hollywood que vão de Bella Hadid a Kate Holmes já foram vistas usando o tênis nas mais variadas cores.

Enquanto Adidas e Nike disputam os pés dos consumidores ao redor do mundo, marcas menores começam a ganhar terreno.
Marcas emergentes de roupa esportiva como Hoka, Lululemon, New Balance e On Running alcançaram uma participação de mercado global de 35% em 2023, acima dos 20% registrados no período 2013 a 2020, de acordo com uma pesquisa da RBC publicada no mês passado.
Especialistas dizem que a Nike tem responsabilidade nessa fragmentação na indústria ao decidir se afastar de alguns parceiros atacadistas para se concentrar nas vendas diretas ao consumidor.
Fato é que com rivais maiores ou menores, a expectativa é de que a Adidas reporte uma margem de lucro de 51,4% no segundo trimestre, de acordo com projeções da LSEG. Caso se confirme, esse será o maior nível em três anos.
A receita trimestral, por sua vez, deve aumentar 4,5% em relação ao ano anterior, para 5,6 bilhões de euros (R$ 32,9 bilhões). Os resultados da Adidas devem ser publicados no dia 31 de julho.
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor
A mineradora recebeu a licença final de construção e deu início às obras preliminares do Projeto Era Dorada. Como isso pode impulsionar a empresa daqui para frente?
Fintech solicita IPO na Nasdaq e pode levantar até US$ 500 milhões, seguindo o movimento de empresas brasileiras como Nubank
General Motors e concorrentes registram queda nas vendas no fim de 2025, sinalizando desaceleração do mercado automotivo nos EUA em 2026 diante da inflação e preços elevados
Mudança, antes considerada impossível, começa a aparecer em páginas de suporte e promete livrar usuários de endereços de e-mail inadequados
Rede inaugura unidade de número 2 mil em São Paulo, expande presença internacional e prevê abertura de mais 340 academias neste ano
Instituição bancária que captou bilhões com títulos acima da média do mercado agora é alvo de investigações e deixa investidores à espera do ressarcimento pelo FGC