🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

DINHEIRO NO BOLSO

Vem mais dividendos por aí? CEO do Itaú (ITUB4) diz que banco deve distribuir excesso de capital; ações sobem após balanço do 1T24

Além de novos dividendos extras, o CEO do Itaú não descartou ainda a possibilidade de usar os recursos à disposição no balanço para novas aquisições

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
7 de maio de 2024
10:22 - atualizado às 19:52
Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco (ITUB4)
Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco. - Imagem: Divulgação

Depois de distribuir R$ 11 bilhões em dividendos extraordinários sobre o resultado de 2023, o Itaú Unibanco (ITUB4) pode usar o excesso de capital para voltar a agraciar os acionistas neste ano. A afirmação é de Milton Maluhy Filho, CEO do maior banco privado brasileiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Itaú encerrou o primeiro trimestre com um índice de capital nível 1 de 13%. Esse indicador é superior aos 11,5% que o banco definiu como mínimo para operar.

"Nossa política será trabalhar com capital adequado. Não tenho meta de dividendo, mas em tendo sobra [de capital] a ideia é distribuir, sim, e fazer um novo dividendo extraordinário", afirmou Maluhy, em teleconferência com a imprensa para comentar os resultados do trimestre.

O CEO do Itaú lembrou que uma série de mudanças regulatórias nos próximos anos devem ter impacto sobre o capital. Mas disse que todas elas são "absorvíveis" nas simulações do banco.

Maluhy não descartou ainda a possibilidade de usar os recursos à disposição no balanço para novas aquisições. "A gente está sempre olhando o Brasil e fora do Brasil. A nossa preferência é por alocação de capital no Brasil, nesse momento, para deals mais relevantes, se existirem."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, as ações do Itaú (ITUB4) reagem em alta na B3 aos resultados. Por volta das 12h35, os papéis subiam 2,47%, a R$ 33,20. Os papéis encerraram o dia com alta menor: 1,79%, a R$ 32,98.

Leia Também

Itaú (ITUB4): deixando o "mar aberto"

Um dos destaques do balanço do Itaú do primeiro trimestre foi a queda do índice de inadimplência, que encerrou março em 2,7%. Trata-se de uma queda de 0,1 ponto percentual no trimestre e de 0,2 ponto na comparação anual.

O banco atribuiu o resultado à estratégia de "de-risking" da carteira. Ou seja, de reduzir a atuação em determinados segmentos de crédito a pessoa física.

Questionados quais seriam esses segmentos, o CEO do Itaú mencionou o chamado "mar aberto". Em outras palavras, trata-se do crédito a clientes que não têm histórico com o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais especificamente ele destacou as linhas de cartão de crédito, onde houve uma sobreoferta nos últimos anos em razão do surgimento dos bancos digitais e fintechs, de acordo com Maluhy.

"Houve um comprometimento de renda bastante relevante de diversas famílias no produto cartão, e isso naturalmente fez com que a gente tivesse que fazer um ajuste no portfólio", disse aos jornalistas.

Como resultado dessa estratégia, o Itaú conseguiu reduzir a inadimplência e melhorou a margem ajustada ao risco, segundo o CEO. Para o restante do ano, a expectativa do executivo é que os indicadores de atraso se mantenham estáveis.

Por outro lado, o pé no freio em segmentos mais arriscados levou a um crescimento menor da carteira de crédito. Essa opção do banco ainda deve trazer um impacto de 0,5 ponto percentual neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Itaú apresentou um avanço de 2,8% das operações de crédito em 12 meses. Abaixo, portanto, da projeção (guidance) do banco para 2024, de uma alta entre 6,5% e 9,5%. Mas o banco mantém a expectativa de alcançar a faixa de crescimento ao longo do ano, de acordo com Maluhy.

O que o mercado achou do balanço do Itaú

Com um resultado praticamente sem surpresas (para surpresa de ninguém), o Itaú arrancou mais uma vez elogios dos analistas que cobrem as ações do banco.

"Os números nos deixam confiantes de que o banco atingirá o guidance do ano, que implica um lucro líquido de aproximadamente R$ 40 bilhões em 2024", escreveu a analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research. A casa de análise tem recomendação de compra para as ações do Itaú (ITUB4).

Enquanto isso, o Bank of America (BofA) comparou a precisão dos resultados do Itaú à de um relógio suíço. "Mantemos nossa recomendação de compra, uma vez que o Itaú segue entregando os melhores resultados da categoria, o que sustenta sua avaliação premium."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o BTG Pactual, que também tem recomendação de compra para os papéis do banco, destacou em especial o trabalho do CEO Milton Maluhy. "Sob o comando de Maluhy, o banco acelerou a transformação digital, indo muito além da mera migração para a nuvem e reescrita de códigos", destacaram os analistas do BTG.

LEIA TAMBÉM:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CRISE FINANCEIRA

Cosan (CSAN3) trava queda de braço com Shell sobre capitalização da Raízen (RAIZ4): “Formato atual não resolve”, diz CEO

10 de março de 2026 - 11:58

Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis

TENTATIVA DE RESPIRO

Após rombo bilionário do Master, Banco de Brasília (BRB) tenta captar R$ 8,9 bilhões para reforçar o caixa

10 de março de 2026 - 11:24

Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações

DÍVIDAS BATENDO À PORTA

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fecha acordo de recuperação extrajudicial com credores para negociar dívidas de R$ 4,5 bilhões; o que deu errado?

10 de março de 2026 - 9:08

A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas

BALANÇO DO 4T25

Conta da crise na Raízen (RAIZ4) chega à Cosan (CSAN3): prejuízo da holding de Ometto vai a R$ 5,8 bilhões no 4T25

10 de março de 2026 - 7:58

Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço

BALANÇO

Direcional (DIRR3) tem recorde de rentabilidade no 4T25: “é o nosso maior mérito no resultado”, diz CEO; lucro sobe a R$ 211 milhões

9 de março de 2026 - 20:07

Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida

CÂMBIO

Dólar mergulha no fechamento: como uma única declaração de Trump desarmou a tensão no mercado

9 de março de 2026 - 19:17

A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro

EFEITO DA GUERRA

Até quando a Petrobras (PETR4) vai aguentar? Petróleo acima de US$ 100 aumenta a pressão sobre o reajuste da gasolina

9 de março de 2026 - 19:00

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas

QUERIDINHO DOS ANALISTAS

Ação deste banco “novato” na bolsa pode dobrar de valor — e quatro casas de análise já recomendam a compra

9 de março de 2026 - 17:15

Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação

SOB PRESSÃO

Em busca de fôlego: por que a Oncoclínicas (ONCO3) está pedindo mais tempo para pagar suas dívidas

9 de março de 2026 - 13:19

Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda

NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

BOLSO CHEIO

Disparada no preço do petróleo pode aumentar os dividendos da Petrobras (PETR4); saiba o que esperar e o que já está no radar

8 de março de 2026 - 11:55

Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio

SINAL VERDE

Cade aprova transferência do controle da Braskem (BRKM5) para IG4; gestora se torna sócia da Petrobras (PETR4)

6 de março de 2026 - 19:41

Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia

VENCEDORES X PERDEDORES

Petrobras (PETR4) rouba a cena e chega a R$ 580 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez; Vale (VALE3) perde US$ 43 bilhões em uma semana

6 de março de 2026 - 19:21

Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana

PARA ALÉM DO ROE

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno

6 de março de 2026 - 19:10

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra

CHORIPÁN NO PIX

Banco do Brasil (BBAS3) passa a oferecer Pix para brasileiros em viagem à Argentina — e nem precisa ser cliente do banco

6 de março de 2026 - 17:01

Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo

DEPOIS DO BALANÇO

Dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4)? Estatal responde se caixa com petróleo mais caro vai parar no bolso do acionista

6 de março de 2026 - 16:14

Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência

QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar