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Com shows ecléticos e turnês de grandes proporções, a 30e fechou uma parceria com um dos maiores espaços de evento do país
Se, alguns anos atrás, os fãs brasileiros precisavam implorar aos artistas que viessem ao Brasil, comentando freneticamente “Come to Brazil” em postagens nas redes sociais, agora, o jogo virou. Tantos artistas estão vindo para o país que é difícil ter orçamento (e energia, convenhamos) para acompanhar tudo.
Parte da responsabilidade por esse frenesi de eventos musicais é a produtora musical 30e, criada por um ex-Faria Limer em pleno período pós-pandêmico, em 2021.
Se ele enxergava um boom da vida social depois da Covid-19 ou se simplesmente decidiu tentar a sorte, não sabemos. Mas fato é que Pepeu Correa não pode ser mais considerado um outsider com sorte de principiante.
Depois de produzir megashows de uma gama bem eclética de artistas – de Evanescence a Roberto Carlos – e algumas das maiores turnês do ano – a Superturnê de Jão e a despedida do Natiruts –, a 30e tem se reafirmado como uma concorrente relevante para a T4F (SHOW3) e para a divisão brasileira da Live Nation.
Por outro lado, o Rock in Rio e o Lollapalooza podem ficar tranquilos. A 30e não pretende criar o próprio festival. “O modelo de turnê é super vencedor”, comenta Correa.
Vencedor e caro, há de se admitir. Em uma turnê internacional, o custo é entre R$ 20 e 40 milhões por show.
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Mas a conta está fechando para a 30e. O CEO comenta que desde o ano passado, o braço de shows da produtora está “andando sozinho”, com EBITDA positivo.
Correa também revela uma das “regras de ouro”: uma turnê não pode representar mais de 10% do faturamento da empresa. Se este for o caso, a decisão precisa passar pelo comitê administrativo da companhia.

Em um cenário de alta do dólar, que bateu os R$ 6 nesta semana, trabalhar com quem quer receber em moeda forte não é um trabalho fácil.
As negociações, que às vezes começam dois anos antes da data do evento, já levam em consideração a oscilação do câmbio e funcionam em um sistema parecido com o setor de construção civil.
No final, o que muda é quanto é a porcentagem repassada para o artista, explica o executivo.
“Isso pode diminuir a vontade do artista de vir pro Brasil”, diz. Vale lembra que o mercado nacional não compete com Estados Unidos ou Europa. Os principais concorrentes são a Ásia e a Oceania, continentes por onde os artistas costumam estender às outras legs (etapas) das turnês.
Memes à parte, o “come to Brazil” e a emoção do público brasileiro fazem a diferença na hora dessa decisão. “A gente vende isso [para os artistas gringos]”, comenta Correa.
Para atender às expectativas dos fãs, que “está procurando cada vez mais uma experiência ao vivo de alto padrão”, a 30e se juntou a um parceiro de peso: o Allianz Parque.
A estratégia de produtoras de musicais de fecharem exclusividade com venues (o jargão do mercado para os locais dos eventos) ganhou força no Brasil no último ano.
Enquanto a Live Nation fechou com o Morum(bis), a 30e apostou no estádio do Palmeiras para receber os shows de maior público.
Recentemente, a produtora também anunciou investimentos milionários no CineJoia.
Estes investimentos, tanto no estádio quanto na casa de eventos do centro, incluem melhorias na infraestrutura. No Allianz, um novo palco hiper tecnológico, transportado em 17 contêineres de Roterdã ao Brasil, foi entregue em agosto. Para montá-lo, a equipe precisa de apenas sete horas, o que ajuda a conciliar a programação de shows e jogos.
Uma programação bem movimentada já está prevista para o ano que vem: mais de 300 shows estão programados. Entre eles, a turnê de Gilberto Gil e o CarnaUOL com Christina Aguilera.
Caso abra uma brecha na agenda, não faltam pretendentes para ocupar o estádio. “Falo mais não do que sim”, comenta Correa.
O objetivo inicial é restaurar as entregas anuais aos níveis anteriores à pandemia nos próximos dois anos. Mas os planos não param por aí
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