O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A recente desvalorização do real e o desempenho sólido no segmento de frango impulsionam as estimativas do Itaú BBA para a gigante de proteína animal
Com a disparada recente do dólar, algumas empresas com grande parte da receita em moeda norte-americana têm se beneficiado desse cenário. Uma delas é JBS (JBSS3). Esse, aliás, é um dos fatores que levaram os analistas do Itaú BBA a elevar as estimativas de preço-alvo para a ação da companhia em 2025.
Em relatório divulgado nesta sexta-feira (6), a instituição agora projeta que os papéis da gigante de proteína animal podem chegar a R$ 51, ante R$ 46 da estimativa anterior. O novo valor equivale a um potencial de valorização de 31% ante o último fechamento.
Os analistas ainda reiteraram a classificação outperform, equivalente a compra para JBSS3.
Além da desvalorização do real, a revisão do Itaú BBA no preço-alvo de JBSS3 reflete a melhora contínua no segmento de frango, com margens fortes sustentadas por limitações de oferta nos Estados Unidos, país onde a companhia também possui operações.
O BBA também levou em consideração os custos menores da JBS com grãos, como milho e soja, devido a boas safras no Brasil e nos EUA.
Apesar de um possível ajuste nas margens do segmento de frango até o final de 2025, a diversificação da JBS em outras áreas deve compensar, garantindo um fluxo de caixa sólido com rendimento de dois dígitos.
Leia Também
Os analistas destacam que a JBS possui uma forte geração de caixa livre (FCFE).
“Para 2025, estimamos um rendimento de 15%. Esse desempenho reflete uma estratégia bem-sucedida de diversificação geográfica e de proteínas, permitindo que a empresa mantenha resultados sólidos, mesmo com ajustes no mercado de frango”, afirma o BBA.
A projeção do BBA para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da JBS em 2025 está aproximadamente 7,5% acima da média do mercado, refletindo a confiança dos analistas em um desempenho superior ao esperado.
Mesmo com a perspectiva de compressão de margens em alguns segmentos de proteína animal, a ação da JBS continua negociada a um rendimento atrativo de 12% com base nas projeções de fluxo de caixa livre para 2025, de acordo com os analistas do Itaú BBA.
Para a instituição financeira, os números reforçam a capacidade da companhia em gerar caixa consistentemente, superando concorrentes do setor de alimentos.
“A estratégia de diversificação da JBS, implementada ao longo da última década, tem dado resultados. Após desafios em 2023, a empresa recuperou margens em várias unidades de negócio, com exceção do segmento de carne bovina nos EUA. Para 2024, esperamos estabilidade na rentabilidade e benefícios crescentes dos investimentos em diversificação”.
Com grande parte de sua receita atrelada ao dólar, a JBS se destaca como uma opção defensiva para investidores interessados em proteção contra a volatilidade cambial (hedge), na visão do BBA.
E a recente desvalorização do real aumentou ainda mais a atratividade da companhia em comparação com empresas nacionais que ficaram abaixo do Ibovespa.
“A combinação de valorização atrativa e momento positivo no mercado consolida a JBS como nossa principal escolha no setor de alimentos e bebidas”, afirma o relatório.
Resultado vem pressionado por inadimplência elevada e provisões mais altas; banco segue com a menor rentabilidade entre os grandes
Mudanças na empresa estão temporariamente congeladas e tudo deve se manter como estava até 22 abril, enquanto o caso é analisado
O mercado brasileiro pode até ter torcido o nariz para os números no primeiro trimestre, mas lá fora a estatal brilhou. Entenda como o câmbio e o pré-sal garantiram a coroa mundial para a petroleira.
Analistas veem provisões mais altas e qualidade de crédito pressionada, sem sinais relevantes de início da recuperação no curto prazo; veja o que esperar
Companhia revisa projeções para 2026 após mudanças em combustíveis, câmbio e commodities; Banco Safra vê alívio para preocupações do mercado
Na última reorganização da companhia, o CEO Birman decidiu separar a Reserva da operação de moda que era liderada por Jatahy, no Rio de Janeiro
A petroleira discute medidas para suavizar impactos da disparada do petróleo na esteira da guerra no Oriente Médio, mas admite que aumento dos combustíveis está em análise
Essa não é a primeira crise da varejista do setor de casa e decoração, que já enfrentou pedido de falência, recuperação extrajudicial, renegociações de dívidas e diversas brigas entre os sócios.
Nova “Regra dos 50” aumenta dúvidas dos investidores no curto prazo, mas, para analistas, há espaço para ações saltarem nos próximos meses
Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026