O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A queda dos papéis da varejista acontece na esteira da nova avaliação do Citi; descubra o que o banco norte-americano vê no caminho da companhia
O aumento de capital do Magazine Luiza (MGLU3) foi bem recebido pelo mercado e ajuda as ações do Magalu a dispararem na B3. A euforia com a operação bilionária, no entanto, não favorece todo o varejo brasileiro — os papéis das Casas Bahia (BHIA3) caem mais de 3% nesta segunda-feira (29).
A queda das ações BHIA3 vem na esteira da nova avaliação do Citi para a varejista. O banco norte-americano reafirmou a recomendação de neutra para os papéis, mas cortou o preço-alvo de R$ 17,50 para R$ 10 — o que representa um potencial de valorização de 15% em relação ao último fechamento.
O Citi justificou o preço-alvo mais baixo com as premissas operacionais menores para a Casa Bahia — que são parcialmente compensadas por uma redução no custo presumido de capital próprio em 110 pontos base, para 13,7%, dadas as taxas de juros mais baixas.
Por volta de 13h20, as ações da Casas Bahia caíam 3,22%, cotadas a R$ 8,42. No mês, os papéis acumulam baixa de 26%. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Trocando em miúdos, o Citi avalia que a Casas Bahia continua sendo um caso de investimento desafiador mesmo após o recente aumento de capital de R$ 622 milhões.
Isso porque as despesas financeiras líquidas de R$ 2 bilhões — excluindo leasing — do grupo ainda excedem o Ebitda pré-IFRS de R$ 1,3 bilhão para 2024.
Leia Também
"Esperamos que o quarto trimestre de 2023 seja ainda desafiador para Casas Bahia, marcado mais uma vez por eventos pontuais relacionados a esforços promocionais para liquidação de estoques e fechamento de lojas", diz o Citi em relatório.
Como resultado, o Citi espera que o Ebitda ajustado das Casas Bahia tenha caído 86% no comparativo anual, para R$ 88 milhões (margem Ebitda de 1,1%), com prejuízo líquido de R$ 616 milhões.
Além disso, o Citi reduziu as estimativas de faturamento para 2024/2025 em 4%, principalmente por uma visão mais conservadora sobre 1P (mercadorias próprias); e menores rotações de B&M (lojas físicas) devido ao maior fechamento de lojas em 2023 — -52 versus -39 inicialmente.
Há, no entanto, uma luz no futuro da Casas Bahia, de acordo com o banco norte-americano.
Para o Citi, o plano de reestruturação em andamento, liderado pelo CEO Renato Franklin, será fundamental para melhorar a estrutura de capital do grupo, uma vez que a procura por produtos eletrônicos permanece fraca.
O banco também projeta uma melhora gradual na rentabilidade da Casas Bahia e diz que os consideráveis créditos fiscais de R$ 6,3 bilhões também deverão proporcionar alguma reserva de caixa — pelo menos suficiente para compensar as contingências trabalhistas.
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis
O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia
Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo
No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas
Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato
Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar
Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida
Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)
Em evento nesta terça-feira (7), a diretoria da empresa detalhou como vem avançando em expansões, reforçando a aposta em experiência e usando a estratégia como escudo contra o impacto dos juros altos
Banco projeta Ebitda de US$ 4,08 bilhões no 1T26 e destaca avanço dos metais básicos nos resultados da companhia