🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

RAIO X DAS PETROLEIRAS

BTG revela as três ações favoritas entre as petroleiras na B3 — e a Petrobras (PETR4) está entre elas

De acordo com o BTG, as apostas para o setor devem apresentar resultados mais resilientes apesar da baixa no preço do petróleo Brent

Micaela Santos
Micaela Santos
9 de setembro de 2024
15:15 - atualizado às 14:05
Montagem com o logo da Petrobras e moedas representando os dividendos da estatal
Montagem com logotipo da Petrobras - Imagem: Shutterstock

No final de agosto, o mercado voltou os olhos para uma fusão aguardada no setor de óleo e gás: o casamento entre a 3R Petroleum e Enauta, agora chamada de Brava Energia (BRAV3). Apesar da expectativa de que a união forme uma das maiores operadoras de petróleo do país, a petroleira júnior ainda não está entre as favoritas do BTG Pactual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um relatório divulgado nesta segunda-feira (9), os analistas da instituição trouxeram um resumo das principais discussões apresentadas pelas companhias na Conferência de Commodities do BTG no Rio de Janeiro, que aconteceu na semana passada. 

Entre as empresas que estiveram no evento, o banco mantém suas apostas na Prio (PRIO3), Petrobras (PETR4) e Petrorecôncavo (RECV3) em relação a Brava Energia (BRAV3) e Seacrest, petroleira com ativos no Brasil e ação negociada em Oslo, na Noruega.

De acordo com o BTG, as três empresas favoritas devem apresentar resultados financeiros mais resilientes, apesar do ambiente de baixa no preço do petróleo Brent.

Além disso, a expectativa é que as petroleiras tenham menores custos de equilíbrio de caixa e oportunidades de crescimento mais claras, segundo os analistas da instituição. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Petrobras (PETR4): “mais moléculas, menos elétrons”

Já se passaram quatro meses desde que a nova CEO da Petrobras, Magda Chambriard, assumiu o comando da petroleira. Na visão do BTG, está claro que a estratégia da empresa está ainda mais focada em Exploração e Produção (E&P), algo visto como positivo.

Leia Também

Além disso, a companhia deve se concentrar na produção de óleo, gás e combustíveis. A expectativa é que qualquer mudança no plano estratégico da estatal deve se alinhar a essa tendência. Já os investimentos em em transição energética (como eólica, solar e outras tecnologias) também devem progredir de forma gradual, segundo o banco.

“Durante nosso evento, o compromisso da empresa com o pagamento de dividendos e a adesão aos procedimentos de governança também foram reiterados”, afirmou o BTG. 

Prio (PRIO3): foco em M&As e produção de curto prazo

No curto prazo, a gestão da Prio está focada em “resolver problemas operacionais” recentes e desenvolver a exploração no campo de Wahoo. Localizado na Bacia de Campos, o campo é considerado fundamental para o crescimento da produção da empresa

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O projeto ainda depende de licenças do Ibama, o que, segundo o BTG, pode impedir que o potencial de crescimento reflita no preço das ações da Prio na bolsa. A petroleira também quer adquirir uma fatia de 40% no Campo de Peregrino, na Bacia de Campos.

Em relação aos dividendos, o CEO da Prio, Roberto Monteiro, reiterou que a companhia não acumulará dinheiro de forma ineficiente. “Então, se as fusões e aquisições não avançarem, pagamentos extraordinários e recompras aceleradas continuam possíveis, embora não sejam o foco principal da empresa”, avaliam os analistas do BTG.

Petrorecôncavo (RECV3): equilibrando crescimento, cautela e dividendos

O BTG reforça que a Petrorecôncavo passou por um ciclo intensivo de capex (investimento) nos últimos dois anos, direcionando a geração de caixa principalmente para aquisição de equipamentos e materiais para dar suporte às suas metas de crescimento e produção. 

“Com uma parcela significativa desses investimentos agora atrasada, a administração enfatizou que a RECV3 está entrando em uma segunda fase de geração de Fluxo de Caixa Livre para o Acionista (FCFE) mais forte”, segundo o banco. “Embora a alocação final desse FCFE permaneça incerta, algum equilíbrio entre dividendos e crescimento parece provável.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o BTG aposta na nova joint venture entre a Petrorecôncavo e a Brava Energia para a exploração de gás natural na Bacia de Potiguar, no Rio Grande do Norte.

Brava Energia (BRAV3) e o próximo ciclo de crescimento após fusão

Segundo o BTG, a Brava Energia, fusão da 3R Petroleum e Enauta, está em processo de reestruturação para organizar e definir suas prioridades de alocação de capital. 

Na visão do banco, dado que o portfólio da nova companhia está espalhado por muitos Estados em um país grande como o Brasil, com ativos offshore e onshore e ainda altos custos de elevação, “essa reestruturação é uma iniciativa necessária e bem-vinda.” 

“A Brava tem vantagens significativas, mas também enfrenta desafios consideráveis, e é por isso que demonstrar a sustentabilidade do crescimento da produção, alcançar a diluição de custos e a redução da alavancagem será fundamental para reduzir a percepção de risco.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

25 de fevereiro de 2026 - 8:37

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

'IMPÉRIO' DISCRETO

Transire: a empresa brasileira que ninguém vê, mas todo mundo usa — e que agora quer IPO na Nasdaq para bancar expansão global

25 de fevereiro de 2026 - 6:01

Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras

DE MUDANÇA

Santander (SANB11) anuncia nova sede corporativa sustentável em São Paulo; projeto é desenvolvido pela GTIS Partners

24 de fevereiro de 2026 - 19:48

Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética

CORRIDA TECNOLÓGICA

Meta escolhe a AMD para turbinar data center de IA e embala Wall Street; entenda o que está por trás do acordo de US$ 100 bilhões

24 de fevereiro de 2026 - 18:09

O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA

FICOU PARA TRÁS

Comeu poeira? Ação do Nubank decepciona entre os bancos em 2026, mas analistas enxergam “oportunidade rara” antes do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 17:47

Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar

COM A PALAVRA, ACCIOLY

Quem falhou no caso Banco Master? Presidente da CVM rebate críticas e fala em “alinhamento perverso” no mercado

24 de fevereiro de 2026 - 15:53

Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir

MUDANÇA DE ROTA

Vale a pena voltar para a Azul (AZUL53)? Bradesco BBI melhora recomendação após reestruturação bilionária

24 de fevereiro de 2026 - 15:30

Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem

MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

23 de fevereiro de 2026 - 16:48

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

VACA LEITEIRA?

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) turbina retorno após balanço do 4T25 — com direito a JCP, recompra e devolução bilionária aos acionistas

23 de fevereiro de 2026 - 14:42

A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar