O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para os analistas, as tendências do mercado de carros usados permanecem incertas, mas o cenário pode ficar mais propício para a Localiza no segundo semestre
Os investidores penalizaram a Localiza na bolsa brasileira depois da decepção com o balanço do segundo trimestre de 2024. Após a revelação da disparada do prejuízo, os papéis acabaram com uma desvalorização de cerca de 15% na semana — e é justamente por conta disso que você deveria comprar as ações RENT3, de acordo com o Goldman Sachs.
“Acreditamos que a recente queda no preço das ações da Localiza foi maior do que o razoável para os resultados fracos do 2T24, portanto, recomendamos aos investidores que comprem na baixa”, escreveram os analistas.
O banco norte-americano manteve recomendação de compra para as ações, mas cortou o preço-alvo de R$ 59,08 para R$ 54,30 para os próximos 12 meses. O novo montante implica em uma valorização potencial de 38,5% em relação ao último fechamento.
As ações da Localiza (RENT3) reagiram positivamente às perspectivas mais otimistas dos analistas no pregão desta sexta-feira (16) e fecharam em alta de 8,67%, a R$ 42,60. No ano, os ativos ainda marcam recuo de 31% na B3.
Para o Goldman Sachs, as tendências do mercado de carros usados permanecem incertas — e mesmo a Localiza sofreu o impacto dos volumes mais fracos, tanto no segmento de aluguel de carros (RAC) quanto no segmento de gestão de frotas.
No balanço do 2T24, a locadora anunciou a redução no ciclo de vida útil dos veículos RAC para 15 meses.
Leia Também
Esse movimento leva a um aumento nos números de depreciação no curto prazo, “refletindo os veículos que deveriam ser depreciados em 18 meses e agora, no meio de sua vida útil, terão menos tempo para serem depreciados”, segundo os analistas.
Vale lembrar que a depreciação foi considerada um dos grandes “vilões” do balanço da Localiza entre abril e junho, com nova queda dos preços dos carros seminovos — contrariando as expectativas iniciais da companhia, de estabilização no período.
Relembre os principais números da Localiza no 2T24:
Leia também: CEO da Localiza (RENT3) revela quando o grande vilão do balanço deve diminuir pressão sobre os números da locadora
Entretanto, o Goldman Sachs avalia que o cenário para aluguéis e vendas de seminovos pode ficar mais propício para a Localiza (RENT3) a partir do segundo semestre.
Segundo os analistas, a partir do terceiro trimestre de 2024, a Localiza deve se beneficiar de uma melhora de cenário tanto para o segmento de rent a car quanto nos seminovos.
No RAC, os analistas preveem o crescimento de volumes devido à sazonalidade mais forte no “rent a car” e o aumento das tarifas de aluguel. Já do lado dos seminovos, o Goldman projeta alta no número de veículos vendidos no trimestre.
Na visão do banco, a Localiza tem espaço para entregar um lucro líquido de R$ 690 milhões no terceiro trimestre, revertendo as perdas de abril a junho.
Por sua vez, a perspectiva para a rentabilidade é mais conservadora, com um ROIC spread de cerca de 5% em 2025 — no piso da faixa de guidance projetada pela empresa, de 5% a 8% até o fim do ano que vem.
Nas contas do Goldman, a Localiza atualmente negocia a um múltiplo de preço sobre lucro (P/L) de 25,3 vezes.
Entretanto, o banco de investimentos revisou para baixo a meta de valuation da Localiza para um múltiplo de 15,3 vezes a relação preço sobre lucro (P/L), de 16,2 vezes anteriormente, em meio à maior incerteza sobre o ritmo de crescimento do volume.
“Uma ressalva a essa análise é o fato de que a Localiza provavelmente continuará a crescer abaixo da tendência enquanto aumenta os preços, o que pode sugerir um múltiplo justo menor no curto prazo”, escreveram os analistas.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas