O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre as novas rotas compartilhadas, os clientes terão à disposição também oportunidades mais convenientes de conexão
As companhias aéreas Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) acabam de anunciar um acordo de cooperação comercial que vai conectar as suas malhas aéreas no Brasil por meio de um codeshare — isto é, a permissão de que uma empresa venda assentos em voos de outra, ampliando o número de linhas de atuação de cada uma.
A parceria inclui as rotas domésticas exclusivas, ou seja, operadas por apenas uma das duas empresas. A partir de agora, ambas passam a dividi-las.
O acordo envolve também os programas de fidelidade, permitindo que membros do Azul Fidelidade e do Smiles acumulem pontos ou milhas no programa de sua escolha ao comprar os trechos incluídos no codeshare.
O anúncio ocorre em meio a rumores de uma possível fusão entre as companhias aéreas. Vale lembrar que a Gol entrou com um pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos em janeiro deste ano.
Além disso, questionado sobre uma possível combinação com a Gol, o diretor-presidente da Azul, John Peter Rodgerson, disse que a empresa monitora de perto a situação.
“Você tem a obrigação com seus acionistas de observar as oportunidades que existem”, afirmou ele em março deste ano.
Leia Também
Por volta das 11h, as ações de ambas as empresas lideravam os ganhos no pregão de hoje. Enquanto GOLL4 avançava 16,67%, cotada a R$ 1,47, os papéis AZUL4 subiam 10,05%, negociados a R$ 10,84.
Em comunicado enviado à CVM, o diretor‐presidente da subsidiária operacional Azul no Brasil, Abhi Shah, avalia que o acordo vai trazer enormes benefícios para os clientes.
"Com a malha altamente conectada da Azul servindo a maioria das cidades no Brasil e a forte presença da Gol nos principais mercados brasileiros, nossas ofertas complementares vão oferecer aos clientes uma ampla opção de viagem", diz.
Entre as novas rotas disponíveis, os clientes terão à disposição oportunidades mais convenientes de conexão, por exemplo: de Brasília para Tabatinga, com uma curta parada em Manaus; ou partir do Rio de Janeiro e chegar a Marabá com uma parada em Belém.
O codeshare começará a partir do final de junho, quando a oferta estará disponível nos canais de vendas de ambas as empresas. A expectativa é de que o acordo crie mais de 2,7 mil oportunidades de viagens com apenas uma conexão, tendo em vista as mais de 1,5 mil decolagens diárias de ambas as empresas.
"A Gol já oferece mais de 60 acordos comerciais diferentes com muitas companhias aéreas parceiras globais e estamos ansiosos para expandir esse benefício dentro do Brasil também", destaca Celso Ferrer, CEO da GOL, no comunicado.
No acumulado do ano, as ações da Gol acumulam queda de 85,89%%. A Azul, por sua vez, também registra perdas no ano, de 37,74% no mesmo intervalo de tempo.
Já em relação aos últimos 12 meses, a queda dos papéis GOLL4 e AZUL4 é de 83,74% e 33,18%, respectivamente.
Por fim, no fechamento da sexta-feira (24), a Gol registrou alta de 11,90%, encerrando o pregão a R$ 1,41. A Azul encerrou o dia com valorização de 5,18%, com as ações cotadas a R$ 10,36 cada.
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese