O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia lançou nesta semana um novo semicondutor voltado para IA que promete oferecer “melhorias significativas de desempenho para tarefas de treinamento”
A Intel não quer ficar para trás na disputa da inteligência artificial — e acaba de anunciar um lançamento para bater de frente com sua principal rival, a gigante de chips Nvidia.
A companhia lançou na última terça-feira (9) o Gaudi 3 AI, um novo semicondutor voltado para IA que fornecerá um “salto significativo em desempenho e produtividade para treinamento” de sistemas como o ChatGPT, segundo a empresa.
"No cenário em constante evolução do mercado de IA, uma lacuna significativa persiste nas ofertas atuais. O feedback de nossos clientes e do mercado mais amplo ressalta o desejo de uma maior escolha”, escreveu Justin Hotard, vice-presidente executivo e gerente geral da Intel para data center e IA.
“O Intel Gaudi 3 se destaca como a alternativa GenAI que apresenta uma atraente combinação de desempenho de preços, escalabilidade do sistema e vantagem do tempo de retorno.”
A empresa promete que o Intel Gaudi 3 oferecerá “melhorias significativas de desempenho para tarefas de treinamento e inferência em modelos líderes”, especialmente em comparação com o semicondutor H100 — um dos chips mais populares da Nvidia, que alimenta aplicativos de IA para empresas como Microsoft e Google.
O objetivo é que o novo semicondutor entregue um desempenho 50% mais rápido que o modelo H100 da Nvidia, com eficiência 40% superior e inferência 30% mais veloz.
Leia Também
Já o valor não foi divulgado, mas, segundo a companhia, deve ser “uma fração do custo” do modelo rival.
Vale lembrar que a Nvidia atualmente detém cerca de 80% do mercado de chips de IA com seus processadores gráficos, conhecidos como GPUs.
De acordo com a Intel, atualmente, empresas de todos os setores críticos, como finanças, manufatura e saúde, estão buscando ampliar o acesso à inteligência artificial e realizar a transição de projetos de IA generativa de fases experimentais para a implementação em escala total.
“Para gerenciar essa transição, alimentar a inovação e bater metas de crescimento de receita, as empresas exigem soluções e produtos abertos, econômicos e mais eficientes em termos energéticos que atendam às necessidades de retorno sobre investimento (ROI) e eficiência operacional”, disse a empresa.
Segundo a companhia, o novo chip Intel Gaudi 3 deverá oferecer versatilidade por meio de software aberto baseado, “ajudando as empresas a escalar seus sistemas e aplicações de IA de forma flexível”.
Isso porque os desenvolvedores terão maior facilidade de uso e de portabilidade de modelos em diferentes tipos de hardware.
A expectativa é que o chip seja disponibilizado para grandes clientes a partir do segundo trimestre deste ano. Já a oferta geral do semicondutor está prevista para o terceiro trimestre.
No começo deste mês, a Intel anunciou que a unidade de fabricação registrou perdas da ordem de US$ 7 bilhões em 2023 — uma piora em relação ao prejuízo de US$ 5,2 bilhões visto um ano antes.
As receitas dessa unidade também caíram 31%, de US$ 27,49 bilhões para US$ 18,9 bilhões, na passagem de 2022 para 2023.
Em apresentação a investidores, o presidente-executivo da Intel, Pat Gelsinger, afirmou que 2024 seria o ano em que o negócio de fabricação de chips teria as piores perdas operacionais — e que a companhia só deve atingir o ponto de equilíbrio em torno de 2027.
A empresa planeja gastar até US$ 100 bilhões na construção e expansão de fábricas de chips em quatro estados dos EUA.
Atualmente, a produção é praticamente toda concentrada em Taiwan — onde a empresa TSMC é responsável por mais de 60% da fabricação de semicondutores do mundo.
*Com informações de CNBC.
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou