O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investigado pela Operação Disclosure da PF, Gutiérrez tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça desde a última quinta-feira
Um dos principais alvos da investigação da Polícia Federal sobre a fraude na Americanas (AMER3), o ex-CEO Miguel Gutierrez foi preso nesta sexta-feira (28) em Madri, na Espanha.
A informação foi dada pela primeira vez pelo jornal O Globo. Procurada pelo Seu Dinheiro, a PF confirmou a prisão do executivo.
Investigado pela Operação Disclosure, Gutierrez tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça desde a última quinta-feira (27) e era considerado foragido.
A PF chegou a incluir os nomes do executivo e da ex-diretora da varejista, Anna Christina Ramos Saicali, na Difusão Vermelha da Interpol — a lista dos mais procurados — após o mandado não ser cumprido.
"A prisão do ex-CEO da empresa Americanas S.A., que era alvo de mandado de prisão preventiva, foi efetuada pela Interpol e é resultado de cooperação internacional iniciada no Núcleo de Cooperação Internacional da PF no Rio de Janeiro (NCI/Interpol/RJ), após a inclusão de seu nome na lista de Difusão Vermelha", escreveu a PF, em nota à imprensa.
As acusações contra o antigo presidente da Americanas incluem uso de informações privilegiadas (insider trading) e manipulação de mercado, além de lavagem de dinheiro por “ocultação patrimonial”.
Leia Também
De acordo com a Folha de S. Paulo, Gutierrez teria vendido bens como imóveis e automóveis e enviado o dinheiro para o exterior, para offshores em paraísos fiscais, antes de deixar o Brasil.
Além disso, segundo a investigação da Polícia Federal, o ex-CEO e outros funcionários da Americanas venderam R$ 287 milhões em ações antes do anúncio do rombo de R$ 25,3 bilhões no balanço da empresa devido a "inconsistências contábeis", em janeiro do ano passado.
A descoberta levou ao enquadramento dos ex-executivos por crime de uso de informações privilegiadas, além de outros delitos sob suspeita na Operação Disclosure.
A Americanas (AMER3) protagonizou o maior escândalo da história do mercado de capitais no Brasil.
Em janeiro do ano passado, a varejista entrou com um pedido de recuperação judicial diante do agravamento da situação financeira da companhia.
À época, a empresa comandada pelo famoso trio de empresários formado por Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles somava dívidas no valor de R$ 43 bilhões com bancos e fornecedores, além de questões trabalhistas.
Após adiar várias vezes seu balanço, foram confirmadas fraudes na casa das dezenas de bilhões de reais. Em relação a 2021, o “maior lucro da história” da Americanas converteu-se em um prejuízo líquido de R$ 6,237 bilhões.
E o prejuízo da varejista mais do que dobrou em 2022. A Americanas fechou aquele ano com R$ 12,912 bilhões no vermelho.
Já a fraude contábil foi estimada em R$ 25,2 bilhões, muito próximo do rombo calculado quando a Americanas admitiu que o episódio ia muito além de "inconsistências contábeis".
*Conteúdo em atualização
Para analistas, com menos impulso do macro, desempenho passa a depender cada vez mais da gestão de cada banco; veja as novas perspectivas
Os analistas veem três fatores que sustentam a visão positiva para a dona da Havaianas; confira
Henrique Dubugras e Pedro Franceschi fundaram a Brex em 2017, alcançaram US$ 12,3 bi em valuation em 2022 e agora venderam a fintech para a Capital One
A gigante do e-commerce está triplicando a aposta no entretenimento como forma de atrair clientes para os seus serviços core, incluindo a plataforma de e-commerce e o Mercado Pago
Analistas do banco suíço avaliam que o mercado superestima os riscos da escassez hídrica em 2025, pressionando indevidamente o valuation da companhia
Petrobras e IG4 dividirão igualmente o poder de decisão na Braskem, segundo apurou o Valor Econômico; transação pode ser consumada ainda em fevereiro
Batizado de “Espaço Uniclass”, o projeto mira a classe média e tenta ressignificar o papel do banco no dia a dia do cliente
Cortes na geração de energia pelo ONS afetam planos e impulsionam concentração no mercado de renováveis, segundo diretor da companhia; confira a entrevista completa com Guilherme Ferrari
Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário
Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.
A operação faz parte da revisão estratégica da Resia, que queimou caixa no último trimestre e busca vender determinados ativos até o fim deste ano
Acordo com investidores americanos muda o controle dos dados, do algoritmo e encerra o risco de banimento do aplicativo nos EUA
União Pet pagará R$ 320,8 milhões, enquanto Engie Brasil conclui leilão de 72,5 mil ações que movimentou R$ 2,2 milhões
Decisão encerra a disputa administrativa, mas mantém em aberto a fase de desinvestimento e monitoramento, que será determinante para o arquivamento definitivo do processo
Banco reduz recomendação e preço-alvo da companhia, citando recuperação lenta e margens pressionadas, enquanto papéis subiram em dia de recorde do Ibovespa
Depois de subir uma posição por ano no ranking, a fintech do cartão roxo conquistou medalha de prata na disputa por número de clientes
Os analistas elevaram o preço-alvo da ação EMBJ3 para US$ 92 por ação até o fim de 2026. O que está por trás do otimismo?
Com 21 mil m², a nova unidade da Amazon nos arredores de Chicago mistura supermercado, varejo e logística
Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população
A conta da crise do Master não ficou só com o investidor: FGC avalia medidas para reforçar o caixa