O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aérea negocia com credores e tenta evitar pedido de recuperação judicial; ações veem queda de 70% no ano, sendo mais de 40% desde que rumores de RJ começaram
As ações da Azul (AZUL4) ensaiaram uma recuperação na bolsa nesta sexta-feira (13). Os papéis fecharam o dia com alta de 22,5%, negociados a R$ 4,95.
A reação do mercado vem junto com a notícia de que a empresa pode estar mais perto de um acordo com seus credores, após rumores de um possível pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos surgirem em meados de agosto.
Os papéis viram queda de mais de 70% em sua cotação este ano, sendo mais de 40% apenas do mês passado para cá.
Além dos rumores da recuperação judicial, a Azul foi uma das companhias aéreas mais afetadas pelas enchentes do Rio Grande do Sul entre abril e maio, que culminaram no fechamento do aeroporto de Porto Alegre e na redução da malha aérea no estado.
Segundo fontes consultadas pela Reuters, a Azul ofereceu papéis da empresa aos credores como pagamento de cerca de US$ 600 milhões em dívidas (R$ 3,3 bilhões).
“As coisas estão caminhando para uma conclusão bem-sucedida da reestruturação [da empresa] sem as vias judiciais”, afirmou uma das fontes, acrescentando que a Azul teve um encontro com seus credores em Nova York recentemente.
Leia Também
A Azul informou à Reuters no mês passado que não estava considerando entrar com o pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11) e, de fato, ofereceria seus papéis aos credores para quitar dívidas programadas para serem pagas ao longo dos próximos três anos.
As fontes, que pediram para não serem identificadas, afirmaram que a maior parte dos credores da Azul já sinalizou concordar com o plano proposto, e o acordo pode ser assinado dentro das próximas semanas.
E que, se tudo ocorrer conforme o previsto, a fatia de ações oferecidas aos credores pode corresponder a cerca de 20% da Azul.
O novo acordo também pode abrir as portas para novas captações de recursos com bondholders – detentores de títulos de dívida da companhia no exterior.
Não é de hoje que a Azul tenta negociar suas dívidas antes que um pedido de recuperação judicial se torne inevitável.
Em 2023, a Azul fez um acordo com credores e fabricantes de equipamentos para ceder cerca de US$ 570 milhões (R$ 3,1 bilhões) de ações avaliadas em R$ 36 na época.
Anteriormente, também informou que usaria sua subsidiária cargueira, a Azul Cargo, como garantia em dívidas, no valor de até R$ 800 milhões.
Há também rumores de uma eventual fusão com a concorrente Gol (GOLL4), após as duas empresas anunciarem um acordo de codeshare (compartilhamento de malha aérea) em maio.
*Com informações da Reuters
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos
Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é
A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional
Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais
Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes
A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012
A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto
Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE
A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto