O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a Exame IN, a companhia já fechou acordo com 90% dos arrendadores e pode concluir a negociação nos próximos dias
As ações da Azul (AZUL4) iniciaram o pregão desta quinta-feira (26) nas alturas, impulsionadas por rumores sobre um possível acordo com os arrendadores de aeronaves.
Por volta das 11h10, os papéis da companhia aérea saltavam 14,51% na bolsa brasileira e lideravam as maiores altas do Ibovespa, negociados a R$ 5,84.
Apesar do tom positivo nesta sessão, as ações ainda marcam forte desvalorização na B3 devido ao peso das incertezas sobre as finanças da Azul.
Desde janeiro, as perdas da aérea na bolsa superam a marca dos 60%, com a companhia atualmente avaliada em pouco mais de R$ 1,9 bilhão.
Em "negociações ativas" com arrendadores de aeronaves para reestruturar dívidas, a Azul (AZUL4) estaria próxima de concluir a negociação com os arrendadores (lessores) de aviões, segundo a imprensa local.
As conversas fazem parte de um plano de otimização do capital acordado no ano passado, "cujos termos envolvem, dentre outros, uma potencial substituição de tal dívida por participação societária na Azul".
Leia Também
Em meados de setembro, a Reuters informou que a Azul teria oferecido as ações da empresa aos credores como pagamento de cerca de US$ 600 milhões em dívidas.
Considerando essa cifra, os donos dos aviões passariam a deter entre 20% e 22% do capital social da Azul, a um preço estimado de R$ 30 por ação, cerca de seis vezes o atual valor de tela dos papéis AZUL4.
De acordo com a Exame IN, a companhia já fechou acordo com 90% dos bancos arrendadores e pode concluir as negociações já nos próximos dias.
Esta etapa é considerada fundamental para que a companhia aérea consiga o aval dos bondholders — detentores de títulos de dívida corporativa negociados no exterior — para novas captações de recursos.
A Azul já havia informado que possuía capacidade adicional de captação de recursos. O objetivo era usar a Azul Cargo, sua subsidiária de logística para encomendas expressas e remessas de cargas, como garantia primária de até US$ 800 milhões nas negociações.
Se confirmadas as expectativas, o aumento de capital privado poderia acontecer até o fim de outubro — bem mais cedo do que o esperado pela parcela do mercado que está cética com a situação da Azul, que vê uma eventual oferta privada acontecendo apenas em algum momento do primeiro semestre de 2025.
Vale destacar que, em meio a temores sobre a sustentabilidade financeira da companhia aérea, as agências de classificação de risco Moody’s e S&P Global Ratings recentemente rebaixaram as notas de crédito para a empresa.
*Com informações da Exame.
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas