O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Assim como no trimestre passado, a expectativa em torno do desempenho da companhia entre julho e setembro era grande por conta da desaceleração da economia chinesa, que afeta diretamente a demanda pela commodity
Poderia ser um vale a pena ver de novo: a Vale (VALE3) iniciou a terça-feira (15) assombrada pela cautela dos investidores assim como aconteceu no trimestre passado. As ações da mineradora apareceram entre as maiores baixas do Ibovespa e acabaram terminando o dia em queda.
Mais uma vez, a desaceleração da China pressionou os preços do minério de ferro, aumentando ainda mais as expectativas pelos resultados operacionais da companhia brasileira entre julho e setembro.
Depois do fechamento do mercado, a Vale informou que a produção de minério de ferro somou 90,971 milhões de toneladas métricas (Mt) no terceiro trimestre de 2024, o que representa uma alta de 5,5% em base anual. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, houve aumento de 12,9%.
A produção de pelotas, por sua vez, somou 10,363 Mt no terceiro trimestre de 2024, o que representa uma alta de 12,9% em base anual e um avanço de 16,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Já as vendas de minério de ferro subira 1,6% entre julho e setembro na comparação com o mesmo período de 2023 e um crescimento de 2,6% na base trimestral, para 81,838Mt.
As vendas dos finos de minério somaram 69,344 Mt, uma queda de 0,5% ano a ano, mas uma alta de 1,2% trimestre contra trimestre, enquanto as vendas de pelotas alcançaram 10,143 Mt, um avanço de 17,8% na comparação anual e de 14,4% em termos trimestrais.
Leia Também
O relatório também mostrou que os preços dos finos de minério de ferro no terceiro trimestre de 2024 caíram 13,8%, para US$ 90,6 por tonelada. Na comparação trimestral, a baixa foi menor, de 7,7%.
Já os preços das pelotas de minério recuaram 8,1% na mesma comparação, para US$ 148,2. Em base trimestral, houve queda de 5,7%.
Em termos de comparação, nesta terça-feira (15) o contrato mais negociado do minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para entrega em janeiro de 2025, fechou em queda de 0,38%, cotado a US$ 111,68.
A produção de cobre da Vale totalizou 85,9 mil toneladas (kt) no terceiro trimestre de 2024, um aumento de 5,3% em base anual e uma alta de 9,3% na comparação com os três meses imediatamente anteriores.
As vendas de cobre subiram 1,9% ano a ano, mas baixaram 1,2% em termos trimestrais, para 75,2 kt, enquanto os preços alcançaram US$ 9.016 , uma alta de 16,6% ano a ano, mas baixa de 2,0% trimestre contra trimestre.
A produção de níquel, por sua vez, subiu 11,9% entre julho e setembro na comparação com o mesmo período do ano anterior, e foi 68,8% maior em base trimestral, totalizando 47,1 kt.
As vendas de níquel totalizaram 40,7 kt, o que representa uma alta de 3,8% em base anual e um aumento de 18,7% na comparação trimestral. O preço alcançou US$ 17.012, queda de 19,9% ano a ano e de -8,7% trimestre contra trimestre.
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro