O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após a privatização, a Sabesp pode investir em novas concessões inclusive fora de São Paulo, segundo André Salcedo, CEO da companhia
A tão esperada oferta de ações que vai tirar o controle da Sabesp (SBSP3) das mãos do governo do Estado de São Paulo deve ter início em até dois meses — e quem diz isso é o CEO da companhia de saneamento paulista, André Salcedo.
“A gente poderia lançar uma oferta entre o final do mês de maio e o início de junho, podendo executar a oferta até agosto”, afirmou o presidente da empresa de saneamento, durante o Brazil Investment Forum, evento do Bradesco BBI.
Questionado sobre o tamanho da oferta de ações a ser lançada, o CEO da Sabesp afirmou que ainda não há definição. No mercado, porém, fala-se em uma operação entre R$ 15 bilhões e R$ 20 bilhões.
Salcedo destacou que a companhia atualmente trabalha com os números que vêm sendo citados pelo governo, de que o Estado reduza a participação na Sabesp dos atuais 50,3% para algo entre 15% e 30%.
O presidente ainda afirmou que não existe definição sobre a necessidade de uma oferta primária de ações — isto é, quando o dinheiro levantado vai direto para o caixa da empresa.
A oferta de ações da Sabesp vai envolver ainda a entrada de um investidor de referência no capital. Mas não há nenhuma decisão sobre eventuais condições especiais para esse investidor estratégico, de acordo com o CEO.
Leia Também
Durante evento do Bradesco BBI, André Salcedo traçou um cronograma para a operação de desestatização da empresa, dividido em três “marcos” principais: a convocação de assembleias e o lançamento da oferta de privatização na bolsa brasileira.
De acordo com o CEO da Sabesp (SBSP3), o processo de consulta pública para discutir novos termos do novo modelo de contrato de concessão entre a empresa e os municípios paulista e de uma nova regulamentação do setor precisa ser fechado.
Na visão de Salcedo, a expectativa é que a publicação desse documento saia ainda nos próximos dias.
Assim que fechadas as revisões das contribuições da consulta pública, o governo poderá convocar a primeira assembleia da URAE (Unidade Regional de Água e Esgoto de Municípios que deve utilizar o mesmo sistema de saneamento) próximo do início de maio.
A assembleia deve colocar em votação o regimento interno da URAE, com eleição de um conselho e diretoria. A reunião ainda autoriza o representante dos municípios a assinar o contrato com a Sabesp.
“Nós precisamos também convocar uma outra assembleia nos próximos dias para alteração do estatuto que vai figurar após a transação, que deve acontecer mais ou menos no início de maio”, disse, durante painel no evento.
Segundo Salcedo, o objetivo da Sabesp é usar os números financeiros da companhia do primeiro trimestre de 2024, que serão publicados em 09 de maio.
“Esse é o cronograma com que estamos trabalhando, que nos possibilita uma flexibilidade para acomodar eventuais atrasos. É um processo de privatização, então devemos estar preparados para eventuais decisões que suspendam o processo.”
O CEO da Sabesp (SBSP3) também revelou os planos de “vida após a privatização” da companhia de saneamento paulista. Na visão de Salcedo, assim que concluída a desestatização, a empresa deve ampliar o horizonte para além do Estado de São Paulo.
“É natural para uma empresa do porte da Sabesp e com a capacidade de geração de caixa que tem”, disse o CEO.
Para o executivo, a empresa tem “capacidade e interesse em olhar outros projetos”, mas inicialmente se sente mais confortável em relação a investimentos em concessões plenas fora do Estado.
“Não sei se é competitivo em PPP [Parceria Público-Privada, um contrato administrativo entre o poder público e uma empresa privada de prestação de serviço], mas tem muitas alavancas de valor.”
Além disso, segundo o presidente da Sabesp, o porte e a região dos municípios também são critérios usados pela companhia para avaliação desses potenciais investimentos.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro