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Segundo a Bloomberg, a Azul contratou o Citi e o Guggenheim Partners como assessores financeiros de uma possível proposta pela Gol
A manhã desta terça-feira (05) se inicia com uma turbulência nos céus do mercado financeiro: os rumores de que a Azul (AZUL4) estaria se preparando para abocanhar a Gol (GOLL4), sua rival em crise.
De acordo com a Bloomberg News, a companhia aérea contratou o Citi e o Guggenheim Partners como assessores financeiros em uma possível proposta pela Gol.
Questionado sobre uma possível combinação com a Gol, o CEO da Azul, John Peter Rodgerson, disse em entrevista à Bloomberg que a empresa monitora de perto a situação. “Você tem a obrigação com seus acionistas de observar as oportunidades que existem.”
Ainda segundo a agência, a empresa avalia uma série de opções — isso inclui a possibilidade de uma aquisição total da rival ou até mesmo a chance de a aérea voltar atrás na ideia de compra.
De todas as formas, qualquer operação nesse sentido precisaria do sinal verde do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
As fontes relataram à Bloomberg, porém, que a ausência de sobreposição de rotas entre a Azul e a Gol facilitaria uma possível aprovação pelos órgãos regulatórios no Brasil.
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Isso porque, ainda que as companhias aéreas atendam rotas de grande tráfego, a concentração de voos da Gol está majoritariamente entre São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, enquanto a rede da Azul para outras cidades é mais extensa.
Procurada pelo Seu Dinheiro, a Azul afirmou que, até o momento, "não negociou nem aprovou nenhuma transação específica".
"A Azul, ciente de sua responsabilidade fiduciária, está sempre atenta às dinâmicas estratégicas do setor aéreo e a possíveis oportunidades de parcerias, podendo como prática regular contratar consultores para apoiar a empresa nesses esforços", escreveu a empresa, em nota.
"A Azul compromete-se a manter acionistas e o mercado em geral informados sobre quaisquer desenvolvimentos significativos relacionados a este assunto."
As ações da Azul (AZUL4) acumulam queda da ordem de 25% na bolsa brasileira em 2024, enquanto os papéis da Gol (GOLL4) se desvalorizaram mais de 70% na B3 no acumulado do ano.
A Gol (GOLL4) iniciou o processo de recuperação judicial nos Estados Unidos no fim de janeiro de 2024.
A companhia e suas subsidiárias entraram com um pedido de Chapter 11 no Tribunal de Falências dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York.
"O Chapter 11 é um processo legal dos Estados Unidos utilizado pelas empresas para levantar capital, reestruturar as finanças e fortalecer operações comerciais no longo prazo, enquanto continuam a operar normalmente", explicou a empresa na época.
O temor dos investidores da Gol (GOLL4) é que o processo de reestruturação seja estendido para a Justiça brasileira.
Isso porque a petição enviada ao tribunal de Nova York em janeiro mostrou que o conselho de administração já autorizou a companhia a implementar a reestruturação no Brasil e "buscar a devida tutela judicial, extrajudicial ou administrativa adequada".
Além da Gol, outra companhia aérea brasileira já utilizou o Chapter 11 para arrumar a casa. A Latam iniciou o processo em maio de 2020, chegando ao fim da reestruturação em 2022.
*A matéria foi atualizada às 9h05 do dia 06 de março de 2024 para incluir o posicionamento da Azul.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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