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Participação do PIB do Brasil na economia mundial vem caindo e deve alcançar apenas 2,3% em 2024, segundo FMI
Quando todos os países do mundo tiverem divulgado seus resultados para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2023, o Brasil provavelmente terá saltado da 11ª para a 9ª posição entre as maiores economias do mundo.
Contudo, o cenário não é tão positivo. Isso porque, apesar do avanço, a relevância do Brasil no cenário mundial vem caindo. A economia brasileira vem apresentando um desempenho fraco na média dos últimos dez anos, em especial em comparação aos países emergentes.
Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), em 2024, o Brasil deve ter crescimento em torno de 1,7%, enquanto os demais países emergentes terão crescimento próximo a 4%, na média.
A expectativa dos economistas é de que o PIB do Brasil responda por apenas 2,3% da economia global no fim de 2024. Se isso se confirmar, será o nível mais baixo desde 1980, quando teve início a série histórica do FMI, quando o nível de participação brasileira era de 4%.
Durante uma entrevista para a Miriam Leitão, na GloboNews, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), indicou o que estaria deixando o país para trás dos concorrentes emergentes.
Segundo ele, os juros são "escandalosos", mesmo com as quedas promovidas pelo Comitê de Política Monetária (Copom), o que dificulta a competitividade da indústria.
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O vice-presidente afirmou “ser fundamental” estimular investimentos privados através da queda de juros.
Além disso, também indicou que os impostos são altos no país, o que também causa o baixo crescimento do PIB brasileiro.
"Lá fora, o juro real é zero e aqui é de 7%, 8%. Outro [problema] são os impostos, mas a reforma tributária vai ajudar a simplificar a carga tributária e irá desonerar a indústria, investimentos e exportações", disse o vice-presidente.
Alckmin também comentou sobre o programa por meio do qual o governo pretende proporcionar incentivos de aproximadamente R$ 3,4 bilhões para a indústria em 2024 e em 2025.
O vice-presidente ressaltou que o valor consta do Orçamento e que o programa tem o objetivo de driblar dois problemas econômicos: o baixo investimento e a baixa produtividade.
Apesar da importância das políticas econômicas nacionais para impulsionar o país, Alckmin também defendeu ampliação de acordos comerciais do Brasil e, assim, incentivar uma maior exportação das indústrias.
*Com informações do Estadão Conteúdo, G1 e Investing
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