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Decidi usar a coluna de hoje para dar uns toques aos meus alecrins dourados, pois a festa passa, mas sua reputação e trajetória ficam
Na última semana, os noticiários pipocaram com a história de um executivo de um grande banco, demitido por mau uso do cartão corporativo. Esse caso só reforça o quanto os processos de compliance e o respeito ao código de ética não são brincadeira.
Aproveitando o embalo, vem aí a temporada de festas de final de ano e confraternizações "da firma".
É só ouvir o som do DJ chegando que já bate aquele frio na espinha. Quem trabalha em RH sabe bem: as festas de fim de ano são um terreno fértil para um festival de situações, das mais esperadas às mais inusitadas
Por isso, decidi usar a coluna de hoje para dar uns toques aos meus alecrins dourados – antes de partir para a festa.
Primeiro, é bom reforçar: festa da empresa é festa da empresa, como o nome já diz. Mesmo que o bar esteja liberado e você já esteja no segundo gin, as regras de compliance e o código de ética continuam valendo. Não esqueça disso.
Com meus anos de experiência na função de RH organizando esse tipo de rolê, já vi de tudo. Tem histórias engraçadas? Muitas. Tem desfechos terríveis e que dariam episódios de drama? Também.
Leia Também
Para evitar que você vire assunto no cafezinho pós-evento, se liga nos 9 alertas que preparei.
Aquele ranço guardado o ano inteiro do seu chefe ou dos colegas de área parece inofensivo... até uns drinks rolarem. Aí você despeja tudo na primeira pessoa que aparece. E depois? Não tem volta. Cuidado com sua boca.
Está com crush no chefe ou em alguém da equipe? Não é na festa que você vai declarar amor. Sob o efeito do álcool, sentimentos ficam confusos e decisões, arriscadas. Se o assunto é sério, avalie com calma depois.
Se você for flertar, entenda que ouvir "não" faz parte do jogo. Respeito é básico, mas vale reforçar: não é não. Já vi casos de assédio que acabaram em demissão. Preste atenção.
Fim de festa, clima de paquera, o famoso canto "discreto". Só que nunca é tão discreto quanto parece. Se alguém vir (e sempre tem quem veja), você vai virar assunto. Se não for problema pra você e tá tudo consentido, vá em frente. Só pense bem antes.
Festas podem ter de tudo, mas lembra: o que é ilícito quebra o código de conduta e ainda é crime. Na manhã seguinte, o "foi só uma brincadeirinha" não cola.
Seu chefe pode estar felizão, super acessível, mas o pedido de aumento na festa soa descontextualizado. Não dá pra levar a sério e ainda pode pegar mal.
Aquele famoso PT: interdita banheiro, chama o Hugo ou dá vexame na pista. Se você não quer virar meme da firma, conheça seus limites. Manter a reputação leva tempo, mas perdê-la é questão de minutos.
Dançar em cima da mesa ou transformar o sofá em palco do amor parece ótimo com algumas doses na cabeça. No dia seguinte, nem tanto. Quanto mais atenção você chama, mais no radar você fica.
Pode ser tentador abrir o coração para os figurões da empresa. Mas, spoiler: eles continuam sendo seus chefes, mesmo na festa. O contorno informal engana, e a conversa franca pode virar tragédia.
Se eu fosse listar todos os alertas possíveis, não acabava hoje. Esses são os campeões no meu histórico de festas da firma. Leve como um toque amigo pra você se preservar — e garantir sua carreira no lugar.
Liberdade é bom, mas deveria vir acompanhada de responsabilidade. A festa passa. Sua reputação e trajetória ficam.
Boas festas e um feliz 2025 pra todos. Nos vemos no próximo ano!
Com amor,
Thiago Veras.
P.S.: Manda aí histórias engraçadas das festas de fim de ano da firma! Quem sabe a gente não comenta aqui ou nas redes do Seu Dinheiro? Basta comentar no post do Instagram abaixo, aproveita para nos seguir por lá.
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