O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Contribuição da B3 para a forte queda do Ibovespa em maio, venda da Cetrel pela Braskem (BRKM5) e eleições no Reino Unido também agitam as bolsas nesta sexta-feira (14)
O Ibovespa começa o último pregão da semana de olho na recuperação do patamar de 120 mil pontos. Não será fácil, porém. Com a queda de 0,31% ontem, a bolsa começa o dia 1% abaixo do nível observado na abertura de segunda-feira.
As sinalizações do Fed e a barulheira fiscal em Brasília têm feito o Ibovespa renovar, pregão após pregão, os níveis de fechamento mais baixos de 2024. Desde o início do ano, a queda acumulada da bolsa gira ao redor dos 10%.
Enquanto isso, depois de o IPCA ter acelerado, a expectativa é de que o IBC-Br mostre a continuidade do aquecimento da atividade econômica. Isso tende a consolidar as projeções de que o Copom manterá a taxa de juros em 10,50% ao ano na reunião da próxima semana.
Ao mesmo tempo, os investidores monitoram mais um encontro a portas fechadas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com dirigentes dos maiores bancos privados do Brasil.
A reunião ocorre um dia depois de Haddad ter aparecido ao lado da ministra do Planejamento, Simone Tebet, para anunciar uma “revisão ampla, geral e irrestrita” da agenda de gastos do governo para 2025. A ver.
Uma manifestação pública de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Haddad também alivia um pouco a pressão.
Leia Também
O que não ajuda hoje é o sinal negativo dos índices futuros das bolsas de valores de Nova York.
ACONTECE ESTE ANO
Por que os investidores da bolsa também deveriam prestar atenção nas eleições municipais. O pleito municipal têm potencial para servir de prévia para 2026, bem como para impactar na formação de alianças.
INVESTIDORES EM FUGA?
Como a B3 contribuiu para a forte queda do Ibovespa em maio; ações B3SA3 recuam. A dona da bolsa registrou volume médio diário de negociações 8,8% menor em maio na comparação anual; Goldman Sachs mantém a recomendação.
NOVO NEGÓCIO
Braskem (BRKM5) vende controle da Cetrel para GRI de olho no setor de resíduos industriais. A petroquímica passa a deter 49,9% da empresa de gestão de resíduos.
OS BRITÂNICOS VÃO ÀS URNAS
Quem leva a melhor no Reino Unido? A carta na manga dos trabalhistas para derrubar os conservadores nas eleições de julho. Os trabalhistas lideram as pesquisas de intenção de voto com a ajudinha de fórmulas conhecidas pelo centro.
SEXTOU COM O RUY
Em plena semana dos namorados, chegou a hora de dar um “pé na bunda” na bolsa brasileira? Para o colunista Ruy Hungria, as notícias não têm sido muito animadoras, mas o Ibovespa negocia hoje com descontos que só foram vistos pela última vez na crise financeira de 2008.
Uma boa sexta-feira e um excelente fim de semana para você!
As quedas e polêmicas na agenda do novo gestor; e o “enfant terrible” do Tour de France
Conheça os números da Cimed e entenda tudo o que está por trás da estratégia agressiva de inovação da companhia e qual é o preço que ela está pagando pelo seu sucesso
Nesta semana, o humor com Smart Fit finalmente começou a melhorar, após a divulgação dos temidos resultados do 1T26. Ao contrário do que se pensava, a companhia mostrou forte expansão de margem bruta.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin