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Mercado financeiro terá pela frente uma semana de agenda cheia; ata do Copom, IPCA-15 e Relatório Trimestral de Inflação são os destaques por aqui
A última semana do primeiro semestre de 2024 promete agitação no mercado financeiro — aqui e lá fora. Enquanto as festas juninas esvaziam o Congresso Nacional, a agenda de indicadores vai fazer muito investidor pular a fogueira.
O Ibovespa vem de quatro sessões seguidas em alta. Embora tenha a possibilidade de evitar a quarta queda mensal seguida, parece improvável que a bolsa brasileira seja capaz de zerar perdas de quase 10% no acumulado do ano no pouco que resta deste semestre.
Em termos de agenda, como de costume, a segunda-feira terá pouca coisa além da pesquisa Focus. Ela traz as projeções do mercado para os principais indicadores macroeconômicos brasileiros.
Em meio à agenda vazia do dia, os índices futuros de Wall Street sinalizam abertura em leve alta. Isso inclui o principal ETF do Ibovespa negociado em Nova York. As bolsas europeias também sobem.
Mas não se engane: de terça a sexta-feira, uma série de relatórios e indicadores econômicos vai agitar os negócios.
Por aqui, os próximos dias terão como destaque a ata da última reunião do Copom (terça-feira), o IPCA-15 (quarta-feira), o Relatório Trimestral de Inflação (quinta-feira) e a Pnad Contínua (sexta-feira).
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Em meio a tudo isso, as contas do governo, o resultado fiscal e os dados do Caged também estão no radar.
Lá fora, os números finais do PIB dos EUA no primeiro trimestre antecedem o PCE, índice que mede a inflação dos gastos dos norte-americanos com consumo pessoal.
Ainda nos Estados Unidos, Joe Biden e Donald Trump preparam-se para o primeiro debate com vistas às eleições presidenciais de novembro.
Também convém ficar de olho nas decisões de política monetária dos bancos centrais da Turquia e do México. Só para garantir.
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