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Por trás das vendas

Warren Buffett está se comportando como antes do estouro da bolha pontocom, diz gestor que prevê mau desempenho do S&P 500 por 10 anos

Para Bill Smead, pessimismo com a bolsa estaria por trás das vendas de posições de Buffett em empresas como Apple e Bank of America

O megainvestidor Warren Buffett
Warren Buffett tem vendido algumas de suas posições históricas, como Apple e Bank of America. Imagem: Wikimedia Commons

O megainvestidor Warren Buffett está pessimista com as bolsas americanas? Segundo o gestor de fundos Bill Smead, que fez fortuna inspirando-se no estilo de investimento do Oráculo de Omaha, sim, e ele mesmo também.

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Para Smead, Buffett estaria se preparando para o risco de queda nos mercados ao vender posições tradicionais em empresas como Apple e Bank of America, movimento que vem chamando a atenção do mercado, mas para o qual o megainvestidor não deu uma justificativa clara.

Semead é o responsável pelo Smead Value Fund (SMVLX), fundo de investimento de valor que superou 99% dos fundos semelhantes nos últimos 15 anos, bem como o S&P 500, com um retorno médio de 14% ao ano contra ganhos de 13,8% do índice.

E na opinião do gestor, que aplica a filosofia de "buy and hold" ("comprar e segurar") de Buffett, o responsável pela firma de investimentos Berkshire Hathaway está se comportando hoje de forma semelhante àquela como se comportou em 1999, nas vésperas do estouro da bolha pontocom, derrocada das ações de negócios ligados à internet no mercado americano no início dos anos 2000.

No auge de formação da bolha, Buffett preferiu não comprar o hype do setor de tecnologia e alertou que o mercado provavelmente não continuaria seu ritmo tórrido.

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Entre julho e setembro de 1999, o megainvestidor compartilhou sua perspectiva para o mercado em uma série de palestras, nas quais argumentou que as ações tiveram um bom desempenho nos anos anteriores devido a dois fatores: queda nas taxas de juros de longo prazo e aumento dos lucros corporativos.

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No entanto, defendeu Buffett à época, era improvável que as ações permanecessem no mesmo caminho, pois seria difícil para os lucros corporativos continuarem acrescer tanto quanto nas décadas de 1980 e 1990, mesmo que as taxas de juros caíssem.

Além disso, os valuations já haviam subido a extremos, prejudicando a perspectiva de retornos futuros. Nos anos seguintes, o S&P 500 despencou 50%.

Inflação pode voltar a incomodar

Nos últimos 15 anos, os investidores desfrutaram de taxas de juros ultrabaixas e lucros corporativos crescentes, algo que tem preocupado Smead. Para ele, sequências de ganhos como essa não podem durar para sempre.

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"Eu diria que há provavelmente 1% de chance de que nos próximos 10 ou 15 anos as pessoas atendam à sua necessidade econômica de financiar seu futuro investindo no S&P 500", afirmou o gestor ao Business Insider.

Por trás dessa perspectiva de Smead está uma visão contrária ao consenso de que a inflação está pronta para aumentar novamente à medida que o Federal Reserve, o banco central americano, corta as taxas de juros.

Embora a visão do mercado seja de que o mercado de trabalho americano mostra sinais de enfraquecimento, esta não é a visão de Smead. Uma taxa de desemprego de 4,2%, embora crescente, ainda é historicamente baixa, e as empresas ainda têm dificuldade de encontrar trabalhadores.

O gestor acredita que outro surto de inflação pode levar as taxas dos títulos do Tesouro americano de dez anos, hoje em declínio, para 6%, um patamar bastante elevado para os Estados Unidos. Com os valuations das ações perto das máximas históricas, isso traria problemas ao mercado, disse.

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Por essas razões, Smead está apostando em um desempenho fraco pra o S&P 500 no futuro e, na visão dele, Warren Buffett também. O megainvestidor estaria, nas palavras do gestor, "se preparando para o ciclo não virtuoso".

"Ele vai na outra direção em algum momento", disse Smead. "Muitas das variáveis ​​sobre as quais Buffett falou em 1999 estão em vigor para servir como uma maldição em vez de uma bênção".

*Com informações do Business Insider.

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