🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

AÇÃO DO MÊS

Uma ação para a ceia de Natal: JBS (JBSS3) é a favorita dos analistas para investir em dezembro e surfar o dólar forte 

Há quatro fatores principais que impulsionaram o frigorífico para o topo das recomendações dos analistas para este mês; veja o ranking com indicações de 13 corretoras

Camille Lima
Camille Lima
4 de dezembro de 2024
6:13 - atualizado às 18:12
Ações do mês | ação JBS JBSS3
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

À medida que o Natal se aproxima e os dias no calendário diminuem, os analistas financeiros já estão na cozinha, temperando o peru para a festa dos investidores. No topo da lista de ingredientes para um dezembro lucrativo, a JBS (JBSS3) surge como a ação mais saborosa para apostar neste mês, segundo os especialistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O frigorífico dono de marcas como Seara, Swift e Friboi liderou o ranking de papéis mais indicados para investir no mês, acumulando sete recomendações das 13 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro.

Os analistas ainda recomendam dois “presentes” para colocar embaixo da árvore da bolsa brasileira e preparar o portfólio para o Natal: o Itaú Unibanco (ITUB4), que aparece entre as favoritas de seis analistas, e a Petrobras (PETR4), que conquistou a preferência de quatro carteiras.

Veja as principais apostas de cada corretora para dezembro:

Entendendo a Ação do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são as apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 papéis, os analistas indicam os três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com pelo menos duas indicações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

JBS (JBSS3): a ação favorita dos analistas para o fim de ano

Ainda que a JBS (JBSS3) tenha papel importante nas festividades de fim de ano, com marcas sempre garantindo presença nos carrinhos de supermercado dos brasileiros, os fartos jantares de Natal e Ano Novo não fazem parte dos pilares das teses otimistas dos analistas.

Leia Também

Na realidade, parte do otimismo com as ações da empresa de proteínas vem do preço.

Não me entenda mal. Em termos absolutos, com uma valorização acumulada de mais de 60% desde o início do ano — uma das maiores altas do Ibovespa no ano —, a JBS não cumpriria os requisitos tradicionais para ser vista como uma pechincha. 

No entanto, em termos de múltiplos, os analistas acreditam que as ações ainda estão baratas e têm potencial para subir mais na bolsa brasileira. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão do BTG Pactual, a JBS (JBSS3) é a “melhor opção de risco-retorno” no setor, atualmente negociada a um valuation atraente e com um rendimento robusto de fluxo de caixa livre (FCF), mesmo com margens normalizadas.

“As operações diversificadas da JBS continuam impulsionando resultados fortes. Esperamos que PPC, Carne Suína nos EUA e Austrália se beneficiem diretamente do ciclo desafiador de gado nos EUA, enquanto fundamentos cíclicos favoráveis também apoiam as operações brasileiras”, disse o banco.

Segundo os analistas, com um ciclo de gado nos EUA mais desafiador do que esperávamos, os múltiplos pressionados da JBS já precificam este cenário — e há espaço para revisões positivas de lucros pelo mercado.

JBS (JBSS3) como proteção ao dólar forte

Para os analistas, a JBS (JBSS3) também é uma boa pedida para surfar a valorização do dólar e proteger a carteira de investimentos da volatilidade macroeconômica. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, por ser exportadora, a companhia tem boa parte das vendas realizadas em dólar, enquanto a maior parcela de seus custos é em moeda local. Por isso, um real fraco normalmente é benéfico para as empresas de exportação como o frigorífico.

Não à toa, as ações JBSS3 subiram 6,63% no acumulado de novembro, ajudadas pelo dólar mais forte, enquanto o Ibovespa e outros papéis listados na B3 sofreram com o peso da deterioração do cenário macroeconômico local.

O momento de lucros

Outro ponto por trás da tese positiva dos analistas é o atual momento de lucros da JBS.

A dona da Seara entregou resultados melhores do que o esperado no terceiro trimestre de 2024, com forte desempenho da divisão de carne bovina do Brasil, melhora da Seara e números positivos no segmento de carne suína dos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É importante destacar que as operações da JBS no Brasil e na Austrália, além da carne suína dos EUA, estão em momentos positivos dos seus respectivos ciclos, com margens sólidas em meio à desaceleração do ciclo norte-americano.

Na avaliação do Santander, as margens da Pilgrim’s Pride (PPC), subsidiária da JBS nos EUA, devem continuar em uma trajetória de recuperação devido à oferta restrita de frango, que deve persistir pelo menos até fevereiro de 2025. 

Outro ponto que deve beneficiar a companhia é a queda nos custos de insumos — em especial, da ração — acompanhando uma provável safra de grãos forte nos EUA, apoiada por boas condições climáticas durante o plantio.

A perspectiva também é positiva para o Brasil. Para os analistas, os lucros da Seara devem melhorar no futuro em meio ao aumento dos preços e das exportações brasileiras de aves.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O crescimento limitado da produção nos EUA com a demanda crescente deve levar a um maior mercado endereçável para o Brasil, pois representa 36% do comércio global de aves”, disse o Santander.

Veja também: 

O fim do risco causado por eventos climáticos adversos como a La Niña no fim do ano também poderia levar ao crescimento da produção de grãos no Brasil e na Argentina, o que reduziria um dos principais custos da JBS na região.

O Santander avalia ainda que há outro fator que poderia destravar valor para as ações da JBS (JBSS3): um eventual IPO (oferta inicial de ações) nos EUA.

“A potencial listagem nos EUA seria transformacional e poderia preparar a empresa para uma nova fase de crescimento, ao mesmo tempo que lhe permitiria acesso a uma nova base de investidores e financiamento”, escreveram os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recentemente, os analistas do banco elevaram o preço-alvo das ações JBSS3 de R$ 45,00 para R$ 49,00 para o fim de 2025, o que implica em uma valorização potencial de 27,5% em relação ao último fechamento.

O que pode atrapalhar a JBS (JBSS3)?

Apesar da visão positiva para as ações, como em toda tese de investimentos, há riscos no radar.

Uma delas é um eventual aumento dos preços do milho por condições climáticas desfavoráveis, o que elevaria as despesas da JBS.

  • Carteira que já rendeu mais de 200% do Ibovespa está disponível sem custos para leitores do Seu Dinheiro; veja como receber

Se houver um cenário de deterioração macroeconômica e demanda global por proteínas mais fraca do que o esperado, bem como uma maior volatilidade do câmbio, o panorama também seria prejudicial à companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros riscos citados são uma desaceleração cíclica mais longa do que o esperado nos EUA, mantendo as margens do negócio de carne bovina pressionadas por mais tempo, além de uma eventual retração mais acentuada dos ciclos pecuários no Brasil e na Austrália.

Há ainda os riscos sanitários inerentes ao setor de frigoríficos como um todo. Se houver alguma crise nesse sentido — como eventuais surtos de gripe aviária, por exemplo — no Brasil e nos EUA, as empresas de alimentos processados como a JBS seriam penalizadas.

O fantasma de possíveis litígios ou restrições decorrentes de questões anteriores de governança corporativa também podem fazer pressão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar