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A saída aconteceu pela necessidade de “alterar e reforçar a gestão” da família de fundos da casa, de acordo com a Studio, que tem R$1 bilhão sob gestão
O gestor Guilherme Motta deixou o time da Studio Investimentos nesta semana. Segundo a gestora, a saída aconteceu pela necessidade de “alterar e reforçar a gestão” da família de fundos long bias da casa.
Esses fundos — que têm liberdade para atuar com posições maiores ou menores em bolsa — passarão a ser geridos por Beatriz Fortunato e Diogo Aquino, sócios seniores da Studio.
Eles já são responsáveis conjuntamente pela família long only, que reúne a maior parte do patrimônio da gestora e cuja estratégia se concentra em posições compradas. A Studio informa em seu site que tem R$ 1 bilhão sob gestão.
Motta, como é conhecido no mercado, teve passagens pela Squadra (2011-2018); Vinland Capital (2018-2019) e GAP (2020-2022). Procurado, ele não deu entrevista.
Assim como a maioria das gestoras dedicadas à renda variável, a performance dos fundos da Studio está negativa no ano; e os retornos dos produtos long bias têm quedas mais acentuadas.
O Studio Institucional FIC FIA acumula desvalorização de 14,42% em 2024; desde o início do fundo, a alta é de 218%. O Studio Long Bias FIC FIA recua 31,47%; e desde o princípio do fundo, tem valorização de 30,43%.
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A casa carioca foi fundada em 2009 por sete sócios. Alguns deles egressos do mundo executivo, como Murilo Ferreira, que em 2011 deixou a Studio para assumir a presidência da Vale.
Desde 2021, os sócios principais são Beatriz Fortunato, que trabalhou no Opportunity e na ARX; e Pedro Sauer, também ex-ARX. Em 2021 a Studio aderiu ao Código Brasileiro de Stewardship (CBS).
Essa é mais uma movimentação entre gestoras. Em maio, a Verde Asset reformulou a equipe que cuida da área de ações brasileiras, o que levou à saída de três profissionais.
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