O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As ações de varejistas e do setor de educação atraem os holofotes dos investidores após uma sangria na bolsa brasileira. Veja o que está por trás da alta dos papéis
Quando o assunto é o desempenho no Ibovespa, Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) têm tirado boas notas nos últimos dias. Na semana passada, as ações das empresas de educação ficaram entre as maiores altas do principal índice da bolsa brasileira, em meio às perspectivas de uma reversão na tendência de baixa e uma melhora operacional de ambas as empresas, que são esperadas pelos analistas nos resultados trimestrais nesta semana.
Nesta segunda-feira (04), as ações COGN3 e YDUQ3 continuam no pódio entre as maiores altas do Ibovespa, perdendo apenas para as ações do Magazine Luiza (MGLU3), que despontam como o destaque entre as maiores altas da bolsa hoje. Por volta das 13h10, Cogna subia quase 9%, a R$ 1,48, Já a ação da Yduqs saltava 8,68%, a R$ 11,02.
Enquanto isso, as ações MGLU3 lideram o ranking, subindo 10,16%, a R$ 9,76.
No entanto, as altas expectativas para o balanço do terceiro trimestre não são os únicos fatores que puxam os papéis das empresas de educação para cima no início desta semana.
No mesmo horário, o Ibovespa operava em alta de 1,91%, atingindo 130.571,02 pontos. Já o dólar caía 1,83%, cotado a R$ 5,76, depois de atingir a segunda maior alta da história na semana passada devido à volatilidade dos mercados e ruídos fiscais no governo.
O bom desempenho do principal índice da B3 acontece em meio à queda dos juros futuros, acompanhando o dólar e os rendimentos dos Treasuries, os títulos de dívida americana.
Leia Também
Nesta semana, além das expectativas em relação às decisões monetárias tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e às eleições americanas, o mercado também repercute as projeções do Boletim Focus desta segunda e as declarações do ministro da Fazenda de que as medidas de cortes de gastos devem ser anunciadas ainda nesta semana.
Nesse cenário, quase todos os ativos da bolsa brasileira operam em tom positivo com o alívio na curva de juros futuros — que favorece ações cíclicas, como as do setor de educação.
As taxas de Depósitos Interfinanceiros (DIs), que bateram 13% no fechamento da última sexta-feira (1°), operam em queda em relação ao ajuste anterior.
O contrato de DI com vencimento em janeiro de 2025, de curtíssimo prazo, opera a 11,33% nesta segunda-feira (4). Entre os contratos mais longos, a taxa do vencimento para janeiro de 2033 marcava 12,89%, em queda de 23 pontos-base ante o ajuste de 13,12%.
As expectativas de um alívio fiscal também impulsionam as ações do varejo brasileiro e as aéreas. Além de MGLU3, que lidera entre as maiores altas na bolsa hoje, outras ações de varejo também se destacam. Os papéis da CVC (CVCB3) subiam 8,76%, a R$ 2,11.
Assim como o setor de educação, o varejo é um dos segmentos mais sensíveis aos fatores macroeconômicos — como juros e inflação e, em segunda instância, o cenário fiscal.
Confira as maiores altas do dia:
| Empresa | Código | Variação | Preço |
| Magazine Luiza | MGLU3 | 10,16% | R$ 9,76 |
| Cogna | COGN3 | 8,82% | R$ 1,48 |
| CVC | CVCB3 | 8,76% | R$ 2,11 |
| Yduqs | YDUQ3 | 8,68% | R$ 11,02 |
| Natura | NTCO3 | 6,39% | R$ 14,49 |
*Com informações do Money Times
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA