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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

PAPEL SEGUE BARATO?

O rali da Embraer (EMBR3) ainda não acabou: BTG eleva preço-alvo e vê gatilhos para nova escalada de até 25% nos próximos 12 meses

Com otimismo renovado depois do balanço do 3T24, o banco manteve recomendação de compra para os ADRs e elevou o preço-alvo para US$ 47 para os próximos 12 meses

Camille Lima
Camille Lima
11 de novembro de 2024
16:11 - atualizado às 15:48
Dois jatos da Embraer no céu com logo da companhia sobreposto
Imagem: Felipe P (Embraer)

Da Faria Lima a Wall Street, a Embraer (EMBR3) ganhou a atenção dos investidores nos últimos dias diante do forte desempenho positivo das ações e de mais um resultado acima das expectativas. Na avaliação do BTG Pactual, há espaço para a fabricante de aeronaves ter mais impulso — desta vez, em céus norte-americanos.

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Com otimismo renovado depois do balanço do terceiro trimestre, o banco manteve recomendação de compra para os ADRs (recibos de ações) negociados na bolsa de valores de Nova York (NYSE) sob o ticker ERJ.

Os analistas revisaram para cima o preço-alvo para os papéis listados em Wall Street, de US$ 39 para US$ 47 para os próximos 12 meses. 

A nova cifra prevê uma valorização potencial de 25,5% em relação ao último fechamento — ampliando os ganhos acumulados dos papéis nos EUA, que mais do que dobraram de valor no acumulado do ano.

Na bolsa brasileira, as ações EMBR3 já subiram cerca de 149% desde o início de 2024. Os papéis continuaram a “pernada” dos pregões anteriores e avançam mais de 3% nesta segunda-feira (11), cotados na casa dos R$ 55. 

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Embraer (EMBR3) ainda está barata

Ainda que os ADRs tenham saltado mais de 108% no mercado norte-americano desde janeiro, a Embraer ainda está barata em termos de múltiplo, afirmou o BTG.

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Nas contas dos analistas, a fabricante de jatos brasileira é negociada a um múltiplo de 9 vezes a relação entre valor de firma e Ebitda (EV/Ebitda) para 2025, um desconto de 31% em relação aos principais pares globais de aviação, de cerca de 13,4 vezes.

“Mesmo após um sólido rali neste ano, a Embraer é negociada com um desconto de valuation de 31% em relação aos pares, o que vemos como injustificado dado seu forte desempenho em todos os segmentos (historicamente incomparável)”, disse o banco. 

Uma janela de oportunidade nos próximos meses?

Para o BTG, a Embraer (EMBR3) é uma boa pedida para quem quer comprar papéis com catalisadores de curto prazo e entregas de resultados — e quem investir na empresa agora poderia vivenciar uma nova janela de oportunidade já nos próximos meses. 

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Se o terceiro trimestre deixou a desejar do lado das entregas mais lentas da aviação comercial, os analistas apostam que o quarto trimestre será melhor — o que deve permitir que a Embraer atinja as projeções (guidance) revisadas para o ano fiscal de 2024.

“Comprar Embraer antes do quarto trimestre provou ser uma estratégia bem-sucedida no passado”, disseram os analistas.

Ainda que retornos passados não sejam garantia de ganhos futuros, o banco projeta um forte desempenho para as ações nos próximos três meses, como ocorreu nos últimos anos. 

“O quarto trimestre geralmente é um gatilho positivo para as ações, já que a maioria das entregas se concentra neste período devido às companhias aéreas se preparando para a alta temporada e incentivos fiscais, dada a curva de depreciação acelerada”, afirmou o banco.

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O momento da indústria é positivo para a Embraer

A perspectiva dos analistas para a Embraer também é positiva para o próximo ano, especialmente devido ao momento atual na indústria da aviação. Na avaliação do BTG, há um ambiente favorável em todos os principais segmentos de fabricação de jatos, beneficiando a fabricante brasileira.

Enquanto o setor global de aviação continua sofrendo com a capacidade de produção restrita, a Embraer está superando a concorrência e sustentando entregas sólidas. 

Segundo os analistas, a divisão de aviação comercial está colhendo os benefícios da capacidade de fabricação limitada, impulsionando a posição global da Embraer, enquanto a aviação executiva conquistou uma carteira de pedidos firmes (backlog) recorde.

Já a unidade de defesa continua focada no avanço da aeronave de carga militar KC-390, que tem se saído bem nos últimos meses em meio às campanhas comerciais. 

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Outro ponto que sustenta a visão otimista dos analistas é a unidade de serviços e suporte, que “está pronta para um crescimento acelerado com a nova unidade de manutenção para motores Pratt & Whitney em Portugal e uma nova unidade de serviços de manutenção, reparo e revisão no Texas”. 

Vale lembrar que tanto as companhias aéreas quanto as fabricantes de jatos enfrentam problemas de fornecimento e na cadeia de suprimentos desde a pandemia, além da necessidade mais frequente de reparos nos motores de nova geração.

Enquanto as rivais sofrem…

Além disso, as duas principais rivais da Embraer, Boeing e Airbus, enfrentam problemas operacionais e de imagem. 

Do lado da Boeing, foi só na semana passada que os trabalhadores encerraram uma greve que se estendeu por quase dois meses. 

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Segundo o BTG, a norte-americana agora deve aumentar gradualmente a produção para restaurar o fluxo de caixa, colocando a Embraer em uma posição relativamente mais forte enquanto a Boeing tenta alcançá-la.

A paralisação ampliou a pressão sobre a empresa, que enfrenta uma crise reputacional desde janeiro, quando vivenciou problemas com um de seus principais jatos. 

Já a francesa Airbus cortou o guidance de entregas para 2024 em meio a fortes pressões operacionais no segundo trimestre.

Em meio ao desempenho operacional forte, a Embraer ainda conseguiu quebrar a barreira dos investidores focados em mercados emergentes ou apenas no Brasil — e alcançou um grupo totalmente novo de acionistas: os globais. 

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Uma ação para surfar o dólar mais forte

Há um motivo final para comprar ações ou ADRs da Embraer, segundo o BTG Pactual: a proteção na carteira de investimentos. 

Aos que buscam se defender da depreciação do real, a fabricante brasileira de aeronaves também é uma das principais escolhas do banco na bolsa.

Por ser uma empresa exportadora, a Embraer consegue performar bem em cenários de dólar elevado. Afinal, atualmente em torno de 93% de suas receitas são dolarizadas, enquanto apenas 83% de seus custos são atrelados ao dólar.

É por isso que a empresa é uma opção estratégica para investir em meio à vitória de Trump nas eleições nos EUA, de acordo com os analistas. 

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