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De acordo com os analistas, a companhia reportou um trimestre sólido e que aumentou a confiança a respeito de dois temas importantes
O BTG Pactual estava esperando apenas um sinal para dar um “upgrade” em sua visão para as ações da Gerdau (GGBR4). E esse sinal enfim foi avistado pelos analistas no balanço do primeiro trimestre da metalúrgica.
Após a publicação do documento, na última quinta-feira (2), o banco de investimentos liberou um relatório comentando os números e confirmando que elevou a recomendação dos papéis para compra.
O preço-alvo é de R$ 25, representando um potencial de alta de 27% ante à cotação atual — que, por sinal, está elevada em repercussão ao balanço e ao upgrade na recomendação. Por volta das 12h50, as ações GGBR4 estavam entre as maiores altas do Ibovespa com ganhos de 5,64%, a R$ 19,68.
De acordo com os analistas, a Gerdau reportou um trimestre sólido e que aumentou a confiança a respeito de dois temas: uma virada de maré nas operações brasileiras e o surgimento de um “novo normal” nos Estados Unidos.
Até agora, o banco havia segurado uma atualização nas perspectivas para a companhia devido à falta de visibilidade de um turnaround — ou virada financeira — no mercado brasileiro. Mas os analistas agora enxergam o início da normalização da rentabilidade na região.
Somada à confiança de que apostar contra o Estados Unidos é uma tese de investimentos “perdedora”, a percepção do banco é que chegou o momento de comprar as ações da Gerdau.
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“Para nós, há uma possibilidade muito limitada de queda em relação aos níveis atuais, e vemos as ações sendo negociadas em múltiplos deprimidos mesmo em meio a lucros no Brasil. Isso é um tanto incomum em nossa experiência de cobertura de ações cíclicas”, destacam os analistas.
Vale relembrar que a Gerdau reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2024. O número é 48% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, mas representa uma alta de 70,1% ante o trimestre imediatamente anterior.
A situação é similar à do Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que caiu 35% na base anual e subiu 38% na trimestral, para R$ 2,8 bilhões.
Confira abaixo outros destaques do balanço:
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