O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Bolsa prepara para agosto o lançamento do novo indicador, que reunirá as ações do Ibovespa com recibos de ações de empresas internacionais
A B3, a Bolsa do Brasil, irá lançar o Ibovespa B3 BR+, um índice amplo resultado da combinação das empresas participantes do Ibovespa B3 com as empresas brasileiras listadas no exterior que tenham Brazilian Depositary Receipts (BDRs) negociados no país. O novo índice estará disponível ao mercado em agosto.
O Ibovespa B3 é o principal indicador de desempenho das ações na bolsa e reúne as empresas mais negociadas no mercado de capitais brasileiro. A atual carteira conta com 86 papéis de 83 empresas.
O novo índice Ibovespa B3 BR+ trará um universo de investimento maior, já que além de toda a carteira do Ibovespa também irá incluir os papéis das empresas brasileiras que contam com BDRs negociados na B3, desde que atendam a todos os requisitos da metodologia.
Os BDRs são valores mobiliários emitidos no Brasil que possuem como lastro ativos, ações, emitidos no exterior, como no caso de uma empresa brasileira listada em uma bolsa em outro país.
"A modernização do mercado de capitais nos últimos anos tem exigido que a indústria de índices acompanhe uma demanda cada vez maior de produtos para a diversificação de portfólios", afirma Marcos Skistymas, diretor de produtos da B3 (B3SA3).
Segundo o executivo, com a criação do novo índice Ibovespa B3 BR+, "estamos oferecendo aos nossos clientes e ao mercado uma tese que reúne em um único lugar as empresas brasileiras mais negociadas, seja via ações ou BDRs”.
Leia Também
Esse é o décimo indicador lançado pela B3 nos últimos dois anos e mais uma tese de investimento que consolida a B3 como a principal provedora de índices no Brasil.
“Os índices são ferramentas essenciais para o desenvolvimento do nosso mercado, já que oferecem aos investidores referências para avaliação, planejamento e diversificação de investimentos”, avalia o executivo.
Com esse lançamento, a B3 cria a possibilidade de desenvolvimento de diferentes subíndices, que poderão ser usados, no futuro, na criação de novos produtos, como os ETFs, que são fundos de índices cujas cotas são negociadas em bolsa, e de índices sob demanda para cada negócio.
Hoje, já são mais de 1.000 BDRs disponíveis à negociação na B3, que representam ações de empresas de diversas partes do mundo, com patrimônio líquido de R$ 32 bilhões e mais de 1 milhão de investidores pessoas físicas no produto.
Os BDRs trazem ao investidor a vantagem de negociar no exterior via bolsa, em moeda local, sem burocracia, direto pelo home broker de sua corretora. Além disso, a negociação via B3 garante a operação dentro de um ambiente regulado, com regras de segurança, liquidez e contraparte central.
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis