O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco central norte-americano manteve nesta quarta-feira (20) a taxa referencial inalterada, mas foi o que Powell disse que mexeu realmente com os mercados aqui e lá fora
“Say Say Say” é um dos hits de Paul McCartney e Michael Jackson. No clipe, a dupla vende uma poção milagrosa para moradores de uma cidade. Nesta quarta-feira (20), o Federal Reserve (Fed) não precisou de nenhum exilir para que o S&P 500 batesse recorde — bastou o chefão do banco central norte-americano falar, falar, falar.
Claro que Jerome Powell não disse o que todo investidor quer saber: quando, afinal, os juros começarão a cair nos EUA? Mas não faltaram pistas para embalar os ganhos do mercado, lá fora e aqui.
Em Wall Street, as ações subiram com o S&P 500 ultrapassando o nível de 5.200 e atingindo uma nova máxima intradiária. O Dow Jones manteve o ritmo do índice mais amplo da bolsa de Nova York e também atingiu recorde, enquanto o Nasdaq deu passos para um fechamento nas máximas.
Ao mesmo tempo, o ouro subia mais de 1%, enquanto os yields (rendimentos) do títulos de dívida do governo norte-americano perdiam força.
Por aqui, o Ibovespa, no ponto alto do dia, superou os 129 mil pontos pela primeira vez desde 7 de março. O dólar renovou mínimas durante o pregão, na casa dos R$ 4,97.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações de Nova York no fechamento:
Leia Também
“Say, say, say what you want… but don't play games with my affection” — o hit de Paul e Michael poderia ser um recado do mercado para Powell: diga o que você quiser, mas não brinque com meus sentimentos.
Embora o presidente do Fed tenha mantido a cautela sobre o momento do corte de juros nos EUA, ao mesmo tempo, ele deu muitos sinais do que pode vir por aí. O Seu Dinheiro separou as principais declarações dele na coletiva de hoje. Confira:
Powell disse que contratações em nível elevado não impediriam o banco central norte-americano de cortar os juros. Segundo ele, o crescimento dos salários nominais e as ofertas de emprego diminuíram nos EUA.
"O forte crescimento do emprego não é motivo para nos preocuparmos com a inflação", disse. "Os participantes do comitê de política monetária esperam que o reequilíbrio do mercado de trabalho continue a aliviar a pressão ascendente sobre a inflação", acrescentou.
O presidente do Fed avaliou que as expectativas da inflação nos EUA continuam bem ancoradas e, diante do recente repique dos preços, ponderou que “é normal ver preços mais altos no primeiro semestre do ano”.
“A inflação diminuiu significativamente ao longo do último ano, mas permanece acima do nosso objetivo de longo prazo de 2%”, disse ele, acrescentando que “os riscos para alcançar os objetivos de emprego e inflação estão cada vez mais equilibrados.
“A economia está funcionando, funcionando bem. Os dados de inflação vieram um pouco mais altos. Mesmo assim, continuamos a fazer bons progressos na redução da inflação”, afirmou.
Falando sobre o futuro da política monetária, Powell reconheceu que há riscos para os dois lados: de um corte muito rápido de juros ou a demora de seguir nessa direção.
Segundo ele, em um cenário de crescimento econômico, mercado de trabalho forte e inflação em desaceleração, o caminho de política monetária tem de ser avaliado "com cuidado".
A resposta, no entanto, está nos dados: “Mas não vamos agir em demasia a um dado específico”, disse.
"Take, take, take what you need... but don't leave me with no direction" — obedecendo a Sir Paul e ao rei do pop, o Fed não deixou o mercado sem direção.
O banco central norte-americano manteve os juros inalterados na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano, mas indicou por meio do famoso dot plot, ou gráfico de pontos, que deve cortar a taxa três vezes antes do final do ano, reafirmando a previsão feita em dezembro.
Antes da reunião de hoje, alguns investidores temiam que uma recente série de dados de inflação mais quentes que o previsto pudessem resultar em menos cortes do que os mercados esperavam.
Dito isto, o banco central dos EUA indicou que precisa de mais provas de que a inflação está desacelerando antes de começar a tirar o pé.
“O Comitê não espera que seja apropriado reduzir o intervalo dos juros até que tenha ganhado maior confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção a 2%”, diz o comunicado com a decisão de hoje.
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC