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Sequência de resultados fortes, mesmo em cenário desfavorável para o varejo, abre caminho para empresa argentina ganhar ainda mais espaço no Brasil
A publicação dos resultados do segundo trimestre do Mercado Livre (MELI34) cumpriu bem a proposta do marketplace que é o carro-chefe da empresa: uma entrega rápida e que deixe o cliente - no caso o acionista - satisfeito.
Divulgado logo após o fechamento do mercado, o Meli registrou lucro líquido de US$ 531 milhões entre abril e junho deste ano, o que representa uma alta de quase 103% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A receita líquida foi de US$ 5 bilhões no período, aumento de 41,5% na base anual, e o Ebtida ajustado, que marca a capacidade de geração de caixa da empresa, ficou em US$ 880 milhões, variação positiva de 10% na comparação ano a ano.
Os números robustos superam as principais estimativas de mercado, que já eram altas. O consenso da Bloomberg apontava US$ 419 milhões para o lucro líquido no trimestre, US$ 4,67 bilhões em receita líquida e Ebtida de US$ 820 milhões.
Já o Volume Bruto de Mercadoria (GMV) cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, grande parte puxado pelo crescimento da métrica apenas no Brasil, que foi de 36%.
Na visão do Goldman Sachs, um aumento da ordem dos 20% seria positivo, levando em conta os recordes sucessivos que vem “subindo a barra” do Mercado Livre nos últimos tempos.
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Além disso, os efeitos na tragédia do Rio Grande do Sul, que responde por 6% do e-commerce brasileiro, impediram o resultado de ser ainda melhor.
A varejista argentina ainda destacou a melhora da velocidade das entregas. Segundo a companhia, dados internos mostram que o Mercado Livre possui o despacho mais rápido nas grandes cidades latinoamericanas, em especial São Paulo e a Cidade do México.
O resultado melhor que a encomenda deve contribuir para mais um “chocolate” do Mercado Livre sobre varejistas brasileiras, como Magazine Luiza e Casas Bahia.
O Goldman Sachs, por exemplo, já previa um aumento de 24% das vendas do marketplace no Brasil nesta ano, contra 14% apenas do varejo em geral, o que implicaria em um forte ganho de market share.
Já o BTG Pactual previa um aumento fraco do GMV do varejo em geral, em função do cenário econômico e das restrições monetárias. Um GMV potente do Mercado Livre, portanto, deve representar um aumento na participação de mercado.
Quem vê um cenário parecido para o setor como um todo é a XP, que espera um trimestre pouco inspirador para o comércio eletrônico.
O Mercado Pago, braço financeiro da empresa, também foi muito bem. O número de usuários ativos da fintech subiu 37%, chegando a 52 milhões.
Além do ganho absoluto, há um maior engajamento, com os usuários consumindo mais os produtos da plataforma. Um dos principais responsáveis são os depósitos na “Conta Turbinada” no Brasil, com remuneração atrelada ao CDI.
O produto foi o grande destaque no país, que liderou um aumento total de 86% nos ativos sob gestão da fintech.
A carteira de crédito subiu 51%, chegando a US$ 4,9 bilhões. Já o Volume Total de Pagamentos (TPV) chegou a US$ 46,3 bilhões, alta de 36% na base anual.
O TPV é uma importante métrica para a fintech, já que marca a soma total das transações feitas via Mercado Pago, dentro ou fora do marketplace do Mercado Livre.
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
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