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O FII, que é focado em propriedades agrícolas, anunciou a aquisição de três ativos em operações de sale & leaseback, no qual o próprio vendedor torna-se o locatário

As operações de sale & leaseback, como é conhecida e venda de um imóvel que posteriormente é locado de volta pelo próprio vendedor, é uma das principais estratégias adotadas pelo Riza Terrax (RZTR11) para gerar retorno.
Prova disso é que o fundo imobiliário anunciou não uma, mas três transações dessa modalidade. Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última terça-feira (30), o RZTR11 adquiriu um trio de imóveis em negócios distintos que totalizam R$ 131,2 milhões.
O primeiro imóvel está localizado na Chapada da Natividade, no Tocantins, e trata-se de um ativo com cerca de dois mil hectares. A aquisição custará R$ 32 milhões ao Riza Terrax — ou R$ 15,8 mil por hectare.
A propriedade será arrendada aos vendedores durante 15 anos e o impacto estimado da operação nas receitas do FII é de R$ 0,23 ao ano por cota.
O segundo imóvel fica em Alto Parnaíba, cidade do Maranhão e é menor, com 525 hectares. Por isso, o negócio saiu mais barato: R$ 6,9 milhões, ou R$ 13,2 mil por hectare.
O destino da terra também é arrendamento aos ex-proprietários por 15 anos. Mas o impacto deve ser menor, calculado em R$ 0,05 ao ano por cota.
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Já o terceiro e último ativo é o maior de todos: são pouco mais de 2,3 mil hectares localizados em Riachão, no Maranhão. A transação também foi a mais cara entre as três, custando R$ 92,3 milhões ou R$ 39,2 mil por hectare ao Riza Terraz.
Assim como nos dois casos anteriores, a propriedade será arrendada aos vendedores por 15 anos. Mas, como o pagamento será realizado em três etapas, o impacto nas receitas é estimado em R$ 0,46 ao ano por cota durante as duas primeiras tranches e R$ 0,20 ao ano por cota após o desembolso da última parcela, em janeiro de 2025.
Além das aquisições anunciadas nesta semana, o Riza Terrax já avisou que deve voltar em breve à CVM com novos comunicados.
O FII informou que possui cinco termos vinculantes para a compra de propriedades no Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Se fechados todos os negócios, o custo será de R$ 247 milhões para fundo imobiliário.
A Riza, gestora do RZTR11, destacou que "trabalha ativamente" para formalizar o contrato de compra e venda dessas propriedas "nas próximas semanas".
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