🔴 [NO AR] SEGUNDA AULA LIBERADA: ESPECIALIZAÇÃO GRATUITA EM IA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FIIs HOJE

Fundo imobiliário Riza Terrax (RZTR11) compra trio de imóveis por mais de R$ 130 milhões e já tem outros cinco ativos na mira

O FII, que é focado em propriedades agrícolas, anunciou a aquisição de três ativos em operações de sale & leaseback, no qual o próprio vendedor torna-se o locatário

Imagem mostra pequenas casas de brinquedo sobre pilhas de moedas, representando os dividendos pagos mensalmente pelos fundos imobiliários (FIIs) | fundo imobiliário HGLG11
Imagem: iStock

As operações de sale & leaseback, como é conhecida e venda de um imóvel que posteriormente é locado de volta pelo próprio vendedor, é uma das principais estratégias adotadas pelo Riza Terrax (RZTR11) para gerar retorno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Prova disso é que o fundo imobiliário anunciou não uma, mas três transações dessa modalidade. Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última terça-feira (30), o RZTR11 adquiriu um trio de imóveis em negócios distintos que totalizam R$ 131,2 milhões.

O primeiro imóvel está localizado na Chapada da Natividade, no Tocantins, e trata-se de um ativo com cerca de dois mil hectares. A aquisição custará R$ 32 milhões ao Riza Terrax — ou R$ 15,8 mil por hectare.

A propriedade será arrendada aos vendedores durante 15 anos e o impacto estimado da operação nas receitas do FII é de R$ 0,23 ao ano por cota.

O segundo imóvel fica em Alto Parnaíba, cidade do Maranhão e é menor, com 525 hectares. Por isso, o negócio saiu mais barato: R$ 6,9 milhões, ou R$ 13,2 mil por hectare.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O destino da terra também é arrendamento aos ex-proprietários por 15 anos. Mas o impacto deve ser menor, calculado em R$ 0,05 ao ano por cota.

Leia Também

FII

TRXF11 desiste de compra de imóveis de quase R$ 1 bilhão, incluindo ‘prédio do gramado’ na Faria Lima; cotistas comemoram

NA CONTRAMÃO?

UBS BB ignora debandada estrangeira na bolsa e vê salto de 17% para B3 (B3SA3); entenda a tese por trás da recomendação

Já o terceiro e último ativo é o maior de todos: são pouco mais de 2,3 mil hectares localizados em Riachão, no Maranhão. A transação também foi a mais cara entre as três, custando R$ 92,3 milhões ou R$ 39,2 mil por hectare ao Riza Terraz.

Assim como nos dois casos anteriores, a propriedade será arrendada aos vendedores por 15 anos. Mas, como o pagamento será realizado em três etapas, o impacto nas receitas é estimado em R$ 0,46 ao ano por cota durante as duas primeiras tranches e R$ 0,20 ao ano por cota após o desembolso da última parcela, em janeiro de 2025.

LEIA TAMBÉM: Fundos imobiliários sentem o “efeito Campos Neto” e Fed nos juros, mas queda abre oportunidade para comprar FIIs com desconto

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fundo imobiliário já possui acordo para comprar mais cinco propriedades

Além das aquisições anunciadas nesta semana, o Riza Terrax já avisou que deve voltar em breve à CVM com novos comunicados.

O FII informou que possui cinco termos vinculantes para a compra de propriedades no Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Se fechados todos os negócios, o custo será de R$ 247 milhões para fundo imobiliário.

A Riza, gestora do RZTR11, destacou que "trabalha ativamente" para formalizar o contrato de compra e venda dessas propriedas "nas próximas semanas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Copo de cerveja dourada e gelada centralizado em primeiro plano, com gotas de condensação visíveis no vidro. Ao fundo, desfocado, aparece um gráfico financeiro com velas e linhas de mercado em tons de laranja e vermelho, simbolizando o impacto de fatores econômicos e tributários sobre a Ambev e o setor de bebidas. 25 de agosto de 2026 - 19:41
25 de agosto de 2026 - 16:01
25 de agosto de 2026 - 13:06
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro 24 de agosto de 2026 - 17:03
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
fundo incentivado de investimento em infraestrutura fi infra 21 de agosto de 2026 - 16:00

Conteúdo BTG Pactual

FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora

21 de agosto de 2026 - 16:00
Montagem traz um fundo de gráfico de ações em vermelho, a analista da Empiricus, Lais Costa, em primeiro plano; Luis Leal (da G5 Partners) do lado esquedo e Luis Stuhlberger do lado direito da imagem. Na parte inferior, a pergunta: Fim de uma era? 20 de agosto de 2026 - 19:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar