O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco de investimentos reiterou hoje a recomendação de compra para a Tenda, que é sua favorita entre as construtoras de baixa renda listadas na bolsa brasileira
Quem olhar para o índice imobiliário da B3 nesta segunda-feira (16) verá que o grande destaque do dia é a Tenda. Por volta das 14h35, as ações TEND3 lideravam as altas do setor com ganhos de 4,5%, cotadas em R$ 4,20. E, na visão do BTG Pactual, esse é apenas o começo da escalada dos papéis.
O banco de investimentos reiterou hoje a recomendação de compra para a Tenda, que é sua favorita entre as construtoras de baixa renda listadas na bolsa brasileira. Além disso, os analistas introduziram um novo preço-alvo para os papéis nos próximos 12 meses, de R$ 22.
A cifra representa um potencial de alta de 62% em relação ao fechamos das ações no pregão anterior à publicação do relatório. E a estimativa é sustentada por dois fatores, que, ainda na visão do BTG, não estão contabilizados nas previsões para as finanças da companhia e precificados nas ações.
O primeiro deles é o Pode Entrar, programa habitacional lançado pela prefeitura de São Paulo no ano passado.
A companhia foi contemplada, inicialmente, com três projetos. Mas, por enquanto, apenas uma parte dos empreendimentos foi contratada. O restante ainda depende da finalização de trâmites burocráticos.
O BTG relembra que, há duas semanas, o governo autorizou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para o programa via Caixa Econômica Federal. Com isso, os analistas esperam que os projetos aguardando recursos sejam aprovados em breve.
Leia Também
Na visão do banco, a Tenda pode ser "muito beneficiada", já que tem R$ 530 milhões em projetos liberados e outros R$ 150 milhões "na fila de espera".
Vale relembrar que a própria companhia deixou os empreendimentos ainda não contratados de fora do guidance divulgado no início deste ano. Portanto, segundo afirmou o diretor financeiro e de relações com investidores Luiz Garcia em entrevista ao Seu Dinheiro, essa é uma das alavancas de crescimento para as projeções financeiras.
Além do Pode Entrar em São Paulo, outro programa habitacional regional também deve incrementar os resultados da construtora. A Alea, marca de casas pré-fabricadas lançada pela Tenda em 2021, inscreveu 1,5 mil casas para uma iniciativa no Rio Grande do Sul.
O Estado busca construir novas moradias após as enchentes que devastaram a região entre abril e maio deste ano. Mais de 420 mil pessoas ficaram desalojadas na ocasião, que ficou marcada como a maior catástrofe climática da história do RS.
Se os projetos submetidos pela Alea forem aprovados, as casas podem valer até R$ 300 milhões. Além disso, possibilitarão à marca cumprir os planos de lançar de 4,5 mil a 5,5 mil casas em 2025.
O objetivo por trás dessa meta é ganhar escala para melhorar a rentabilidade do negócio, um ponto que ainda preocupa os investidores e, se atenuado, deve reduzir os riscos para a tese.
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”