O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O principal índice da bolsa brasileira renovou uma série de recordes intradiários e acabou terminando o dia com um novo marco; entenda o que mexeu com a bolsa e o câmbio hoje
A semana começou com a renovação de recordes do Ibovespa. Além de superar uma série de máximas ao longo da sessão, ultrapassando a casa dos 136 mil pontos pela primeira vez, o principal índice da bolsa brasileira também rompeu limites no fechamento, ao terminar o dia aos 135.777,98 pontos, uma alta de 1,36%.
Além de Petz (PETZ3) e Marfrig (MRFG3), que lideram a ponta positiva do Ibovespa com ganhos de 23,87% e 13,19%, respectivamente, o forte desempenho do setor metálico e dos bancos também foi destaque — com Bradesco (BBDC4) avançando 4,48%, Vale (VALE3) subindo 1,60% e CSN (CNSA3) com alta de 6,19%.
Lá fora, as bolsas em Nova York também ganharam impulso depois de uma abertura mais morna. O Dow Jones subiu 0,58%, para fechar em 40.896,53 pontos. O S&P 500 avançou 0,97% para fechar em 5.608,25 pontos, enquanto o Nasdaq Composite saltou 1,39% e fechou em 17.876,77 pontos.
O S&P 500 e o Nasdaq registraram o oitavo dia consecutivo de ganhos — a primeira sequência para ambos os índices em 2024.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou a segunda-feira (19) com queda de 1,02%, cotado a R$ 5,4120.
As novas marcas do Ibovespa vem na esteira, principalmente, da possibilidade de redução dos juros nos EUA em setembro.
Leia Também
Sobre esse assunto, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse hoje que a mudança no cenário externo desde o final do ano passado, com a postergação do ciclo de cortes de juros nos EUA, é um dos principais fatores que levaram a uma mudança de perspectiva para a Selic, causando uma "oscilação grande de expectativas sobre o que poderia acontecer com a atividade econômica norte-americana".
Galípolo afirmou ainda que o câmbio é apenas um entre diversos dados relevantes para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
"O mercado tentou estabelecer relação quase mecânica entre câmbio e Selic", disse. "Afirmei que seria equívoco estabelecer relação mecânica entre câmbio e política monetária."
O dólar fechou em queda depois de renovar mínimas ao longo do dia, em um movimento que seguiu a tendência externa.
De acordo com analistas, os investidores podem estar se antecipando na venda da moeda norte-americana diante das expectativas de possíveis ingressos de estrangeiros em meio à chance de corte de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e de alta da Selic, em setembro.
Vale lembrar que na sexta-feira (23) o presidente do Fed, Jerome Powell, fará um discurso no simpósio de Jackson Hole, considerado um dos eventos de política monetária mais importantes do mundo.
Por aqui, os investidores aguardam as votações de pautas econômicas no Congresso, como a da desoneração da folha de pagamentos de empresas.
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques