O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O dólar fechou em alta de 0,92%, enquanto o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira terminou o dia em queda de 0,37%, aos 130.730 pontos
A terça-feira (29) foi movimentada no mercado de câmbio. Além de indicadores econômicos nos Estados Unidos, o dólar refletiu a queda das commodities e a expectativa de anúncios do governo brasileiro sobre medidas fiscais.
Com isso, a moeda norte-americana encerrou o dia com alta de 0,92%, a R$ 5,7616 — o maior nível desde março de 2021, quando fechou a R$ 5,7613.
Já o Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores, foi na contramão, fechando a sessão em queda de 0,37%, aos 130.730 pontos.
No cenário doméstico, a atenção dos investidores se voltou à indicação de que o governo Lula anunciará em breve os prometidos cortes de gastos e outras medidas fiscais.
No período da tarde desta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que voltará a se reunir amanhã (30) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas acrescentou não haver data definida para que o pacote de ajuste seja anunciado.
Haddad disse ainda que a equipe econômica está fazendo as contas para apresentar um pacote de medidas ajustado ao presidente. "Ele Lula está pedindo informações e nós estamos fornecendo as informações que ele está pedindo", disse Haddad aos jornalistas.
Leia Também
Questionado sobre a estimativa de corte de despesas em torno de R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões, o ministro disse não saber da estimativa. "Eu nunca divulguei o número para vocês. Eu não divulgo o número. Porque o número sai depois da decisão tomada", afirmou.
Enquanto aguarda a definição do governo sobre cortes de gastos, tanto o dólar como a curva de juros doméstica se mantiveram em alta, refletindo também ambiente externo um pouco mais crispado.
Além disso, a expectativa de que Donald Trump saia vitorioso da eleição presidencial da próxima terça-feira (5) também mexe com o câmbio.
A volta do republicano à Casa Branca pode acabar reduzindo o ritmo de redução de juros nos EUA, frente à possibilidade de mais déficit e inflação na maior economia do mundo.
Lá fora, o mercado repercutiu os indicadores econômicos norte-americanos, com o apetite ao risco pressionando o dólar.
As vagas de emprego em aberto caíram para o nível mais baixo em mais de três anos e meio em setembro. Já os dados do mês anterior foram revisados para baixo, apontando para uma redução considerável nas condições do mercado de trabalho.
O relatório Jolts, divulgado pelo Departamento do Trabalho norte-americano, mostrou que as vagas de emprego em aberto estavam em 7,44 milhões em setembro, abaixo da estimativa de 8 milhões em uma pesquisa da Reuters com economistas.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Money Times
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior