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Em mais um pregão sofrível na B3, as ações da Brava (BRAV3) são destaque e registram a maior alta do Ibovespa
Em mais um pregão sofrível na B3 nesta reta final de ano, pelo menos os acionistas da Brava Energia (BRAV3) têm motivos para celebrar. Afinal, os papéis da empresa fruto da fusão da 3R Petroleum com a Enauta disparam na tarde desta sexta-feira (27), a maior alta entre os papéis que compõem o Ibovespa.
O primeiro motivo para o movimento vem de um "presente de Natal atrasado" da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Isso porque o órgão regulador concedeu hoje aval para a companhia retomar a produção no campo de Papa-Terra.
A Brava interrompeu as atividades no campo em setembro, após a ANP pedir esclarecimentos sobre a quantidade de pessoas a bordo e sobre atividades de manutenção. A suspensão ocorreu pouco depois de uma parada programada para manutenção que começou em maio.
A companhia então decidiu avançar em tens de inspeção e manutenção previstos para os meses seguintes e manteve as unidades em parada programada.
Com a autorização da agência, a Brava informou que pretende retomar a produção em Papa-Terra no início da próxima semana.
Mas essa não é a única notícia que faz as ações da Brava reagirem no pregão de hoje. Os investidores também reagem bem à confirmação de que a companhia negocia mandato com dois bancos para assessorar na avaliação de potenciais transações de parceria ou venda de ativos.
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O Itaú BBA é um desses bancos, de acordo com uma fonte próxima das negociações. Analistas do JP Morgan estimam que os ativos onshore podem valer cerca de US$ 1,4 bilhão.
Um eventual negócio pode ajudar a reduzir a dívida líquida consolidada da Brava, que encerrou o terceiro trimestre em R$ 9,058 bilhões. O valor equivale a 2,7 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia.
*Com informações do Money Times
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