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MERCADOS HOJE

Bolsas hoje: Ibovespa recua com pressão de bancos e Wall Street no vermelho; dólar sobe a R$ 5,18

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15 de abril de 2024
6:43 - atualizado às 14:38

RESUMO DO DIA: O Ibovespa terminou a sessão desta segunda-feira (15) no vermelho, pressionado pelo desempenho dos bancos, que recuaram em meio à crescente aversão ao risco no mercado hoje.

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O principal índice de ações da B3 fechou o pregão em baixa de 0,49%, aos 125.333 pontos. Já o dólar à vista avançou 1,25%, aos R$ 5,1852, impulsionado pelo fortalecimento dos yields (rendimentos) dos Treasurys, os títulos de dívida do governo dos EUA.

Por aqui, as ações da BRF (BRFS3) e da Marfrig (MRFG3) foram destaque de alta, impulsionadas pela revisão para cima da recomendação do JP Morgan para os papéis da dona da Sadia e Perdigão.

Já no campo negativo, os papéis cíclicos como a CVC (CVCB3) e o Magazine Luiza (MGLU3) lideraram as quedas do dia, pressionados pelo avanço na curva de juros futuros (DIs). O setor financeiro também foi destaque de baixa hoje.

Ainda esteve no radar o debate sobre a meta fiscal de 2025. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou hoje que o governo definiu a meta do ano que vem como déficit primário zero, assim como o alvo de 2024. Até então, a equipe econômica afirmava buscar um superávit primário de 0,5% do PIB no ano que vem.

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No exterior, o pregão terminou sem sinal único. Enquanto as bolsas europeias fecharam mistas, os índices de Wall Street encerraram no campo negativo, diante das especulações em relação ao conflito no Oriente Médio.

Leia Também

Os investidores esperavam desdobramentos intensos do ataque do Irã a Israel durante o fim de semana, especialmente após o chefe das Forças de Defesa israelense, Herzi Halevi, prometer resposta ao ataque realizado no fim de semana.  

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (15): 

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO PREGÃO

As ações da BRF (BRFS3) lideraram os ganhos do Ibovespa nesta sessão, impulsionadas pela revisão para cima da recomendação do JP Morgan para os papéis.

O otimismo com a dona da Sadia e Perdigão ainda contagiou outras ações do setor de frigoríficos.

Veja as maiores altas do Ibovespa no pregão:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
BRFS3BRF ONR$ 17,9010,15%          16,88          18,10
MRFG3Marfrig ONR$ 10,434,82%            9,84          10,68
JBSS3JBS ONR$ 23,034,21%          21,89          23,29
GGBR4Gerdau PNR$ 23,093,50%          22,70          23,47
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,853,24%          10,72          11,13

Já o campo negativo do Ibovespa foi dominado pelas ações cíclicas, como a CVC (CVCB3) e o Magazine Luiza (MGLU3).

Confira as maiores baixas da sessão:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
CVCB3CVC ONR$ 2,03-9,38%            2,01            2,24
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,53-7,83%            1,52            1,66
VAMO3Vamos ONR$ 7,58-6,42%            7,50            8,14
CYRE3Cyrela ONR$ 21,35-6,03%          21,04          22,79
BEEF3Minerva ONR$ 6,04-5,77%            5,96            6,35
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou o pregão com queda de 0,49%, aos 125.333 pontos.

O principal índice de ações da B3 foi pressionado pelo desempenho dos bancos, que recuaram em meio à crescente aversão ao risco no mercado hoje, e pelo mau humor de Wall Street.

FECHAMENTO EM WALL STREET

As bolsas de valores de Nova York terminaram o pregão em queda nesta segunda-feira (15). Confira:

  • Dow Jones: -0,65%
  • S&P 500: -1,20%
  • Nasdaq: -1,79%
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar terminou o dia em alta de 1,25%, negociado a R$ 5,1852 no mercado à vista.

COMO ANDAM OS JUROS FUTUROS

Os juros futuros operam em alta na curva inteira nesta tarde, acompanhando a valorização do dólar no mercado à vista e o aumento do rendimento (yield) dos Treasurys em Nova York.

Confira como andam os DIs:

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/2510,15%10,05%10,15%10,05%10,05%
DI1F26DI Jan/2610,41%10,21%10,44%10,23%10,22%
DI1F27DI Jan/2710,77%10,53%10,80%10,54%10,54%
DI1F28DI Jan/2811,10%10,86%11,13%10,87%10,86%
DI1F29DI Jan/2911,32%11,08%11,35%11,10%11,09%
DI1F30DI Jan/3011,48%11,27%11,52%11,27%11,25%
DI1F31DI Jan/3111,58%11,35%11,62%11,35%11,35%
DI1F32DI Jan/3211,62%11,43%11,67%11,43%11,42%
DI1F33DI Jan/3311,68%11,45%11,71%11,46%11,44%
BANCOS CAEM EM BLOCO NA B3

O setor financeiro é destaque de queda na bolsa brasileira nesta segunda-feira (15). Os bancos caem em bloco na B3 em meio à crescente aversão a risco nos mercados hoje.

As units do BTG Pactual (BPAC11) lideram as quedas do setor nesta tarde.

Confira:

AtivoNomeVarUlt
BPAC11BTG Pactual Unit-2,24%33,53
ITSA4Itaúsa PN -2,22%9,68
ITUB4Itaú Unibanco PN -1,91%31,84
BBDC4Bradesco PN -1,48%14
BBDC3Bradesco ON -1,20%12,4
BBAS3Banco do Brasil ON -1,19%56,31
SANB11Santander Brasil Unit-0,26%26,98
FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos futuros do Brent, considerado referência no mercado internacional, para junho fecharam em queda de 0,39% nesta segunda-feira (15), negociados a US$ 90,10 o barril na ICE (Intercontinental Exchange).

Já o WTI para maio terminou a sessão em baixa de 0,29%, cotado a US$ 85,41 o barril na Nymex (New York Mercantile Exchange).

O recuo da commodity acompanha sinais de que o ataque do Irã contra Israel não resulte em uma escalada dos conflitos no Oriente Médio.

PETROBRAS (PETR4) SOBE NA B3

As ações da Petrobras (PETR4) vão na contramão do mau humor das petroleiras nesta tarde e avançam na B3.

AtivoNomeVarUlt
PETR4Petrobras PN0,54%39,15
RRRP33R Petroleum ON-0,86%34,75
PRIO3Prio ON-1,12%50,29
RECV3PetroRecôncavo ON-1,81%21,13
PETRÓLEO REDUZ QUEDA

O petróleo diminuiu as perdas na tarde desta segunda-feira (15) após o chefe das Forças de Defesa de Israel, Herzi Halevi, afirmar que o ataque realizado pelo Irã no último sábado (13) terá uma resposta.

Segundo reportagem do The Washington Post, as autoridades israelenses buscam alvos iranianos para "enviar uma mensagem sem causar vítimas".

Os contratos futuros do Brent, considerado referência no mercado internacional, para junho caíam 0,07% por volta das 15h20, negociados a US$ 90,39 o barril.

Já o WTI para maio recuava 0,02% no mesmo horário, cotado a US$ 85,64 o barril.

DÓLAR DIMINUI RITMO DE ALTA

Depois de testar os R$ 5,20, o dólar reduziu o ritmo de alta. Por volta das 15h15, a moeda norte-americana avançava 1,40%, negociada a R$ 5,1901 no mercado à vista.

FERNANDO HADDAD FALA SOBRE META FISCAL E PETROBRAS (PETR4)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou nesta segunda-feira (15) que o governo definiu a meta fiscal de 2025 como déficit primário zero, assim como o alvo deste ano.

Ate então, a equipe econômica afirmava buscar um superávit primário de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano que vem.

O anúncio foi feito pelo ministro durante entrevista à GloboNews. Haddad pediu desculpas por antecipar os números antes da publicação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias (PLDO) pelo Ministério do Planejamento, que estava agendada para 16h30.

Segundo o ministro, os números "já haviam sido vazados" para a imprensa.

Haddad ainda confirmou que a projeção para o salário mínimo em 2025 é de R$ 1.502.

Durante a entrevista, o ministro da Fazenda afirmou que "ainda haverá 2026 para buscar o alvo" de superávit.

Já sobre a Petrobras (PETR4), Haddad afirmou que apenas levou posicionamentos técnicos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no debate sobre a continuidade de Jean Paul Prates na presidência da estatal.

"Quando você é chamado para colaborar numa divergência, você leva posicionamento técnico, você não entra no jogo, porque senão só piora a situação. Você tem que entrar com dados para que o governo forme o melhor juízo."

Segundo o ministro, a decisão sobre a presidência da petroleira diz respeito apenas ao presidente Lula.

Haddad também disse à GloboNews que a política de preços da Petrobras respeita a governança da empresa e que "o padrão do governo anterior, que a cada dia pagava um preço de combustível, ficou para trás".

FECHAMENTO DO OURO

O ouro renovou as máximas históricas na sessão desta segunda-feira (15), em meio à escalada dos conflitos no Oriente Médio.

O metal precioso com entrega para junho fechou em alta de 0,37%, negociado a US$ 2.383,00 a onça-troy na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa ampliou as perdas na tarde desta segunda-feira (15), em meio à piora do humor em Wall Street.

Por volta das 14h25, o principal índice de ações da B3 caía 0,61%, para a mínima de 125.182 pontos.

No mesmo horário, o dólar subia 1,66% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2026.

Em Nova York, os tons de vermelho tingiram as bolsas de valores pela tarde, em meio às preocupações com os conflitos geopolíticos no Oriente Médio. Confira:

  • Dow Jones: -0,25%
  • S&P 500: -0,68%
  • Nasdaq: -1,05%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

As ações da BRF (BRFS3) continuam a liderar a ponta positiva do Ibovespa no início da tarde desta segunda-feira (15). Os papéis reagem à notícia de que o JP Morgan elevou a recomendação de BRFS3 para compra.

O otimismo com a dona da Sadia e Perdigão ainda impulsiona as ações da Marfrig (MRFG3), atual controladora da BRF.

Confira as maiores altas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
BRFS3BRF ONR$ 18,0010,77%          16,88          18,10
MRFG3Marfrig ONR$ 10,576,23%            9,84          10,68
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 11,014,76%          10,72          11,13
GGBR4Gerdau PNR$ 23,264,26%          22,70          23,47
DXCO3Dexco ONR$ 7,594,26%            7,51            7,85

Já na ponta negativa, as ações mais cíclicas são destaque de baixa, pressionadas pelo avanço dos juros futuros (DIs).

Os DIs sobem nesta segunda-feira, acompanhando a valorização do dólar no mercado à vista e o aumento do rendimento dos Treasurys em Nova York.

Veja as maiores quedas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,54-7,23%            1,54            1,66
VAMO3Vamos ONR$ 7,62-5,93%            7,59            8,14
CVCB3CVC ONR$ 2,11-5,80%            2,10            2,24
BEEF3Minerva ONR$ 6,08-5,15%            5,96            6,35
GOLL4Gol PNR$ 1,37-4,86%            1,37            1,45
DESTAQUE DO IBOVESPA

O Ibovespa oscila entre leves altas e quedas e, por volta das 13h10, subia a 0,14%, aos 126.121 pontos. 

Na ponta positiva, o principal destaque é a alta da Marfrig, na esteira da alteração na recomendação da BRF pelos bancos JP Morgan e Goldman Sachs.

Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3BRF ONR$ 17,879,97%
MRFG3Marfrig ONR$ 10,586,33%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 11,085,42%
GGBR4Gerdau PNR$ 23,334,57%
DXCO3Dexco ONR$ 7,604,40%

Já na ponta negativa, a Minerva ganha destaque e lidera as perdas. Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,16-0,97%
BRKM5Braskem PNR$ 23,37-1,68%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,11-1,91%
RAIZ4Raízen ONR$ 3,02-2,58%
CYRE3Cyrela ONR$ 21,93-3,48%
BOLSAS DA EUROPA FECHAM EM ALTA

As perspectivas de que Israel não deve reagir no curto prazo ao ataque do Irã garantiu alívio para as bolsas nesta segunda-feira.

Na zona do euro, a visão de que o conflito está contido no momento permitiu que os índices fechassem o pregão em alta.

No entanto, a pressão sobre o petróleo levou papéis do setor operarem em baixa.

Confira como os principais índices europeus fecharam hoje:

  • DAX (Frankfurt): +0,41%
  • CAC 40 (Paris): +0,43%
  • FTSE 100 (Londres): -0,36%
  • Euro Stoxx 600: +0,13%
POR QUE O BRCR11 OPERA EM ALTA HOJE?

O BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) é um dos destaques desta segunda-feira. Por volta das 12h40, o fundo imobiliário subia 5,96% e registrava a maior alta do IFIX, a R$ 54,94.

O desempenho ocorre na esteira de um pagamento feito pelo FII aos cotistas. O BRCR11 depositou dividendos R$ 0,50 por cota na sexta-feira passada. O pagamento é quase 22% superior ao depósito de março, de R$ 0,41 por cota.

Além dos dividendos, os cotistas do BC Fund também devem receber um depósito duplo, de dinheiro e cotas de outro FII, no final do mês seguinte, em 29 de maio.

Serão cerca de R$ 0,85 por cota referente à amortização de recursos em caixa e do investimento do BRCR11 no CENESP (CNES11), dono de um imóvel homônimo. Confira os detalhes.

BANCOS CEDEM EM BLOCO

Dados fortes da economia norte-americana tiraram o apetite dos investidores e a aversão ao risco prevalece no pregão desta segunda-feira.

Mesmo com relatório da Safra que destaca o BTG Pactual como a mais segura do mercado, o setor bancário sente a aversão ao risco e cede praticamente em bloco, com exceção da Unit de Santander Brasil.

Confira as ações por volta das 12h10:

  • Banco Santander Brasil SA (SANB11): +0,18%
  • Bradesco ON (BBDC3): -0,64%
  • Bradesco PN (BBDC4): -0,91%
  • Itaú PN (ITSA4): -1,01%
  • BTG Pactual Unit (BPAC11): -2,04%
GIRO DO MERCADO

No Giro do Mercado desta segunda-feira (15), o analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, conversa com Paula Comassetto sobre a escalada da tensão no Oriente Médio, após o Irã ter efetuado um ataque inédito contra Israel no último sábado (15).

O analista explica como a economia e os mercados globais podem ser impactados pelos desdobramentos dos conflitos.

Confira:

ALTA DO MINÉRIO DE FERRO IMPULSIONA VALE

A Vale configura entre as maiores altas do dia. Os papéis da empresa sobem a 1,51%, impulsionados pela valorização de 2,18% do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian.

A previsão da MySteel sobre aumento do consumo de aço pela China nesta semana incentivam as altas do dia.

ABERTURA DE NOVA YORK

Os índices de NY abriram a sessão de hoje em alta, conforme conflito entre Israel e Irã parece ainda estar contido.

Com isso, os investidores se voltam para a temporada de divulgação de balanços do 1T24 nos EUA. Os resultados positivos da Goldman Sachs impulsionam os mercados, com lucro e receita acima do esperado.

Confira:

  • S&P 500: +0,88%
  • Dow Jones: +0,99%
  • Nasdaq: +0,61%

JP MORGAN TIRA BRF (BRFS3) DA GELADEIRA: AÇÕES DISPARAM NA B3 COM RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Após quase uma década de prejuízos, o mercado encontra-se “traumatizado” com a BRF — e nem mesmo a disparada de 173% dos papéis na B3 em 12 meses foi capaz de reconquistar a confiança de parte dos investidores. Mas para o JP Morgan, é hora de tirar as ações BRFS3 da “geladeira” e colocar na carteira de investimentos. 

Para os analistas, os papéis da dona da Sadia e da Perdigão estão baratos e podem subir ainda mais na bolsa brasileira. 

Os analistas elevaram a recomendação para as ações BRFS3 para “overweight” — equivalente a “compra” —, com preço-alvo de R$ 20 para o fim de 2024, implicando em um potencial de valorização de 23% em relação ao último fechamento.

Os papéis do frigorífico iniciaram o pregão desta segunda-feira (15) em alta na bolsa brasileira, a maior do Ibovespa. Por volta das 10h20, as ações subiam 6,15%, negociadas a R$ 17,25 na B3. Em 2024, os ativos acumulam alta de 24%. 

Leia mais.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

O principal índice da B3 iniciou a sessão em leve baixa nesta terça-feira, pressionado pela cautela fiscal e também pela queda da Petrobras.

Na ponta positiva, a BRF ganha destaque. As ações da companhia passaram a subir após o Golden Sachs elevar a recomendação dos papéis de venda para neura.

Confira as principais altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
DXCO3Dexco ONR$ 7,705,77%
BRFS3BRF ONR$ 17,155,54%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,812,85%
GGBR4Gerdau PNR$ 22,882,55%
MRFG3Marfrig ONR$ 10,152,01%

Já na ponta negativa, a Minerva ganha destaque e lidera as perdas. Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
BEEF3Minerva ONR$ 6,12-4,52%
GOLL4Gol PNR$ 1,40-2,78%
PCAR3GPA ONR$ 2,49-2,35%
PETZ3Petz ONR$ 3,58-2,19%
AZUL4Azul PNR$ 10,92-2,15%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre a sessão desta segunda-feira em leve queda de 0,01%, aos 125.973 pontos.

VENDAS DO VAREJO NOS EUA SOBEM EM MARÇO

As vendas no varejo dos Estados Unidos subiram 0,7% em março, a US$ 709,6 bilhões, em relação ao mês de fevereiro.

O resultado veio acima das expectativas de analistas, que previam avanço de 0,4% no período.

As vendas no setor varejista americano tiveram alta de 1,1% na comparação mensal de março, exceto no setor de automóveis.

Os dados gerais de vendas de fevereiro ante janeiro foram revisados para cima, de 0,6% para alta de 0,9%, assim como os do resultado sem automóveis, que foram de +0,3% para +0,6%.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam sem direção única, no pré-mercado em Nova York. 

  • Petrobras (PBR): -0,06%, a US$ 15,71;
  • Vale (VALE): +0,91%, a US$ 12,41. 
DÓLAR SOBE EM MEIO À CAUTELA FISCAL

O dólar à vista iniciou o pregão desta segunda-feira em queda de 24%, mas a valorização dos juros dos Treasuries impulsionou a moeda norte-americana, que passou a operar em alta.

A alta do dólar à vista também contou com a cautela fiscal, que se instaurou após anúncio de que o governo vai atrasar a entrega de projetos de regulamentação da reforma tributária.

O adiamento foi justificado pela ida do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à reunião do G20. Agora, a divulgação está prevista para dia 22 de abril.

COLUNA DO MATHEUS SPIESS

CALMA, PESSOAL, NÃO É A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL… MAS VAMOS MANTER OS OLHOS BEM ABERTOS, OK?

No início do ano, eu comentei que as questões geopolíticas seriam predominantes em 2024. Isso se confirmou neste final de semana, especialmente após o ataque do Irã a Israel no último sábado.

Um representante militar de Israel afirmou que o país está disposto a fazer "tudo o que for necessário" para se defender. Vamos ver até onde vai esse "tudo".

Por sua vez, Teerã ameaçou intensificar os ataques caso haja retaliações. Apesar da gravidade do ataque, ele não escalou para o nível de catástrofe que muitos temiam nos últimos dias, graças a uma defesa bem preparada por Israel, que conseguiu neutralizar 99% da ofensiva.

Agora, o mundo aguarda a resposta israelense aos ataques, enquanto o tema continua a dominar os debates internacionais.

Neste momento, os mercados mostram-se relativamente estáveis após os eventos no Oriente Médio. Essa calma pode parecer estranha, mas é típico dos mercados não ponderarem completamente os riscos extremos.

O Irã declarou que considera o caso encerrado, e o presidente dos EUA, Joe Biden, apelou à moderação.

Além disso, a semana segue carregada de outros eventos relevantes: continuamos com a temporada de resultados nos EUA, aproximamo-nos do halving do Bitcoin em 20 de abril, e aguardamos novos dados do mercado de trabalho americano.

Espera-se também que várias autoridades monetárias comentem ao longo do dia, possivelmente discutindo os efeitos do recente aumento nos preços do petróleo sobre a inflação.

A ver…

00:55 — O Orçamento para 2025

Na última sexta-feira, o Ibovespa registrou uma queda de 1,14%, fechando abaixo dos 126 mil pontos, em sintonia com o recuo dos índices em Nova York.

Os mercados ainda digerem os impactos da tensa semana de divulgação dos índices inflacionários, que deixaram suas marcas.

Nos Estados Unidos, as ações enfrentaram o dia mais difícil desde janeiro, após notícias de possíveis preparativos de Israel para um ataque iraniano a alvos governamentais.

Apesar do clima menos tenso do que o inicialmente temido, ainda há espaço para uma migração para ativos considerados seguros, como títulos do Tesouro americano e o dólar, que encerrou com alta de 0,61%, cotado a R$ 5,12.

A agenda da semana conta com a divulgação do IBC-Br de fevereiro, na quarta-feira, e uma reunião do Conselho da Petrobras na sexta-feira, que pode trazer novidades sobre os dividendos extraordinários.

No tocante à Petrobras, suas ações caíram na sexta-feira após a destituição do presidente do Conselho.

Caso a Advocacia-Geral da União não consiga reverter a decisão que afastou Pietro Mendes do cargo, um presidente interino deverá ser eleito.

Há um receio por parte da ala política de uma possível derrota na votação sobre a distribuição integral dos dividendos extraordinários aos acionistas minoritários, o que seria benéfico para a ação.

Além dessas questões corporativas, vale destacar a atenção para o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025, que será apresentado pela equipe técnica econômica nesta tarde. Espera-se uma possível revisão da meta fiscal para o próximo ano.

Diante das incertezas sobre a evolução da arrecadação, o governo estuda a modificação da meta fiscal de 2025, proposta no novo arcabouço fiscal, de um superávit de 0,5% do PIB para um de até 0,25% do PIB.

Mais do que novas metas, é crucial que o governo apresente um plano de ação concreto, algo que até agora não ocorreu.

01:49 — Alguém pediu volatilidade?

Nos EUA, as ações enfrentaram uma semana tumultuada, culminando em uma sexta-feira desafiadora.

O Dow Jones Industrial Average despencou 476 pontos, ou 1,2%, acumulando uma perda semanal de 2,4%. Essa foi a pior semana para o índice de grandes empresas em mais de um ano.

Apesar de uma leve recuperação nos futuros esta manhã, a instabilidade do mercado se acentua.

O Índice de Volatilidade do Mercado CBOE, frequentemente chamado de "Índice do Medo", fechou a sexta-feira com um aumento de 16%, alcançando US$ 17,31 — o maior fechamento desde outubro.

Hoje, o índice continua ligeiramente acima dos US$ 17. As quedas recentes foram impulsionadas pelos persistentes temores inflacionários e por crescentes tensões geopolíticas, além das incertezas trazidas pela temporada de balanços.

Para a semana, a agenda econômica está repleta de indicadores importantes, incluindo o relatório de vendas no varejo de março na segunda-feira, o terceiro livro bege do ano do Federal Reserve na quarta-feira, e o principal índice econômico do Conference Board para março, previsto para quinta-feira.

Também serão divulgados diversos dados sobre o mercado imobiliário dos EUA. Quanto às vendas no varejo de hoje, embora as expectativas de inflação sejam altas, a inflação real se mostra mais amena, especialmente para famílias de renda média, apoiando um poder de compra que tem sustentado o consumo.

02:36 — Mais resultados

Nos Estados Unidos, a temporada de resultados corporativos continua robusta, com o banco Goldman Sachs divulgando seus resultados financeiros esta manhã, antes do mercado abrir, e sendo seguido por Bank of America e Morgan Stanley amanhã.

A agenda da semana também inclui nomes de peso como Netflix, Johnson & Johnson, United Airlines, UnitedHealth, ASML, Prologis, Taiwan Semiconductor Manufacturing, American Express e Procter & Gamble.

Na última sexta-feira, observamos uma queda significativa nas ações de grandes bancos, impactadas pelos resultados do primeiro trimestre que revelaram os desafios impostos pelos altos juros nos EUA, particularmente no segmento de empréstimos.

Apesar dessa pressão, os resultados em geral foram positivos. O JPMorgan, por exemplo, superou as expectativas de lucros para o primeiro trimestre e suas receitas cresceram conforme as previsões de Wall Street.

Projetando para o futuro, a expectativa é que as empresas do índice S&P 500 registrem um crescimento médio anual de 3,8% nos lucros por ação para este primeiro trimestre.

Se confirmado, esse crescimento seria o menor desde meados de 2023, mas ainda marcaria o terceiro trimestre consecutivo de expansão.

Por outro lado, os lucros das chamadas "Sete Magníficas" - Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon, Nvidia, Meta e Tesla - devem registrar um aumento de 38% no período.

03:22 — O homem taxa

Donald Trump, candidato presidencial pelo Partido Republicano, enfrentará um marco histórico ao ser o primeiro ex-presidente a ser julgado criminalmente, enfrentando 34 acusações de falsificação de registros comerciais.

Segundo o promotor de Manhattan, Alvin Bragg, Trump escondeu um pagamento de US$ 130 mil para Stormy Daniels, atriz de filmes eróticos que afirmou ter tido um caso com ele antes das eleições de 2016.

Esse pagamento, disfarçado de reembolso por serviços jurídicos na contabilidade da Organização Trump, é apontado por Bragg como um ato ilegal.

As penalidades poderiam chegar a quatro anos de prisão, mas especialistas consideram improvável que Trump seja encarcerado.

Apesar deste cenário legal conturbado, Trump mantém forte influência eleitoral para as eleições deste ano, mesmo com o recente fortalecimento de Biden.

A situação no Oriente Médio poderia agravar a posição do governo Biden, contribuindo ainda mais para isso.

Trump tem propostas que causam preocupação, como a imposição de uma tarifa de 10% sobre todas as importações, 60% sobre as da China, e 100% sobre automóveis estrangeiros, incluindo os do México.

Essas políticas, se implementadas, poderiam iniciar uma guerra comercial com a China e outros países, levando, no pior dos cenários, a uma recessão global.

04:18 — O ataque coreografado do Irã

O ataque do Irã a Israel na noite de sábado, com mais de 300 mísseis e drones, representa um novo capítulo em uma região já tensionada.

Esse ataque, o primeiro realizado diretamente do território iraniano contra Israel, não resultou em mortes, graças à interceptação eficaz pelos sistemas de defesa antiaérea de Israel, com o apoio dos EUA, Reino Unido, França e outros países aliados.

A natureza do ataque, que pareceu permitir tempo suficiente para a intercepção, sugere que o Irã não buscava iniciar um conflito total.

Agora, a resposta de Israel é incerta, mas pode ser moderada, visto que o primeiro-ministro Netanyahu recebeu um reforço político e de apoio após o incidente (está mais seguro no cargo agora).

Todas as partes parecem ter razões para não escalar o conflito. Israel continua focado em Gaza, onde mantém operações contra o Hamas, que ainda detém reféns israelenses. O Irã declarou que já alcançou seus objetivos com o ataque.

Nos EUA, o presidente Biden, criticado por democratas por seu apoio a Israel após a morte de civis palestinos em Gaza, pode usar este incidente para justificar esforços para evitar uma guerra maior.

No entanto, os mercados globais podem enfrentar mais instabilidade nos próximos dias devido às incertezas sobre futuras ações de Israel e seus aliados.

Em um cenário de pior caso, teme-se que o preço do petróleo possa ultrapassar os 100 dólares por barril e que haja uma corrida para ativos seguros como dólar.

Essa situação poderia exacerbar as pressões inflacionárias e afetar as taxas de juros.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em alta em quase toda a curva, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasurys em Nova York e na contramão da desvalorização do dólar no mercado à vista. 

Veja como abriram os DIs hoje:

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/2510,06%10,05%10,06%10,05%10,05%
DI1F26DI Jan/2610,22%10,21%10,24%10,23%10,22%
DI1F27DI Jan/2710,54%10,53%10,55%10,54%10,54%
DI1F28DI Jan/2810,86%10,86%10,88%10,87%10,86%
DI1F29DI Jan/2911,09%11,08%11,11%11,10%11,09%
DI1F30DI Jan/3011,27%11,27%11,28%11,27%11,25%
DI1F31DI Jan/3111,36%11,35%11,37%11,35%11,35%
DI1F32DI Jan/3211,43%11,43%11,43%11,43%11,42%
DI1F33DI Jan/3311,46%11,45%11,47%11,46%11,44%
ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista amanheceu em queda de 0,24%, aos R$ 5,1087.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro iniciou a sessão desta segunda-feira em alta de 0,46%, aos 126.525 pontos.

PETRÓLEO CAI APESAR DO CONFLITO ENTRE ISRAEL E IRÃ

Os contratos futuros do petróleo caem nesta segunda-feira (15). A queda indica que investidores enxergam que Israel reagir com cautela ao ataque realizado pelo Irã na última sexta-feira.

Por volta das 8h40, os contratos mais líquidos do petróleo Brent operam com baixa de 0,66%, com o barril a US$ 89,85. Já os futuros do Petróleo WTI operavam em queda de 0,71%, aos US$ 85,05.

FUTUROS DE NOVA YORK SOBEM

Os índices futuros de Nova York sobem nesta segunda-feira.

O movimento é de ajuste após as perdas de mais de 1% no pregão da última sexta-feira. 

Os investidores esperavam uma escalada do conflito após as ameaças de ataque do Irã a Israel. Porém, após o bombardeio do país de Benjamin Netanyahu, a disputa não ganhou contornos de que haveria uma resposta mais intensa. 

Assim, abre-se espaço para a agenda de indicadores do dia, com balanços e o início das reuniões de primavera do FMI. 

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,45%
  • Dow Jones futuro: +0,29%
  • Nasdaq futuro: +0,53%
BOLSAS DA EUROPA BUSCAM ALTA

As bolsas da Europa começaram o dia sem um único sinal, mas tentam emplacar alta nas primeiras horas da manhã. 

Os investidores monitoram o Oriente Médio, após os ataques lançados pelo Irã contra Israel no fim de semana.

Aparentemente, os dois países estão procurando evitar a escalada do conflito, o que se reflete na negociação do petróleo hoje.

Ao contrário do que se esperava, a principal commodity energética do planeta cai nesta segunda-feira. 

Confira:

  • DAX (Frankfurt): +0,95%
  • CAC 40 (Paris): +0,69%
  • FTSE 100 (Londres): -0,48%
  • Euro Stoxx 600: +0,86%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM BAIXA

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, em meio a preocupações com a situação no Oriente Médio após os ataques lançados por Irã contra Israel no fim de semana.

No sábado (13), o Irã lançou mais de 300 mísseis e drones contra alvos militares em Israel. A maior parte dos projéteis, no entanto, foi interceptada e os danos foram pequenos. Antes do ataque, que já era esperado, Wall Street sofreu perdas de mais de 1% na sexta-feira (12).

Na China continental, o índice Xangai Composto driblou o mau humor na Ásia e subiu após Pequim divulgar novas diretrizes para os mercados de capitais que enfatizam a proteção a investidores. 

O banco central chinês, conhecido como PBoC, manteve a taxa da linha de empréstimo de médio prazo em 2,5%, sugerindo que seus juros principais também ficarão inalterados.

No fim da noite de hoje, estão previstos dados do Produto Interno Bruto (PIB) chinês do primeiro trimestre, assim como números da indústria e varejo referentes a março da segunda maior economia do mundo.

Veja como fecharam as bolsas por lá:

  • Xangai: +1,26%
  • Hong Kong: -0,72%
  • Taiwan: -0,08%
  • Tóquio: -0,90%
  • Kospi: -0,44%
PBOC MANTÉM JUROS EM 2,5%

O Banco do Povo da China (PBoC, em inglês) manteve a taxa da linha de empréstimo de médio prazo, conhecida como MLF, de um ano inalterada em 2,5% ao ano.

Assim, a manutenção das taxas sinaliza que os juros de referência da China não devem sofrer alterações neste mês.

A autoridade monetária ainda realizou uma injeção de liquidez de 100 bilhões de yuans (US$ 13,82 bilhões) hoje. 

O PBoC também injetou 2 bilhões de yuans (US$ 280 milhões) em liquidez por meio de acordos de recompra reversa de sete dias, com a taxa de juros inalterada em 1,8% ao ano.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA?

Não bastasse a semana agitada por dados de inflação, os mercados acionários entraram em modo de alerta com a escalada das tensões no Oriente Médio — e o Ibovespa não conseguiu ignorar o tom negativo do dia.

O principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 1,14%, aos 125.946 pontos. Na semana, o Ibovespa caiu 0,67%

Já o dólar, que é considerado uma ativo de proteção em tempos de incertezas, ganhou fôlego. A moeda norte-americana terminou o dia a R$ 5,1212, com alta de 0,60% no mercado à vista. Na semana, o avanço foi de 1,10%.

Durante o dia, o dólar chegou a entrar na casa dos R$ 5,14, o maior nível desde outubro do ano passado. O ouro, outro porto seguro, seguiu renovando as máximas históricas.

Com as preocupações voltadas para entrada do Irã efetivamente no conflito entre Israel e Hamas, nem mesmo a quinta alta do minério de ferro foi capaz de ajudar gigantes da bolsa brasileira. A Vale (VALE3), por exemplo, terminou o dia em baixa. Já Petrobras (PETR4) nem sentiu os efeitos positivos da disparado do petróleo, pressionada por questões envolvendo o comando da empresa e a distribuição de dividendos.

Em Wall Street, as preocupações com a trajetória dos juros nos Estados Unidos seguiram pesando sobre os principais índices de ações, com alguns investidores começando a precificar o início de corte dos juros apenas em dezembro deste ano.

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (12).

AGENDA DA SEMANA

A próxima semana promete ser intensa para os mercados globais com eventos significativos que poderão orientar as decisões dos investidores e políticas monetárias ao redor do mundo.

Entre os destaques estão a publicação do IBC-Br no Brasil, índice que é considerado uma prévia do PIB oficial, e o Livro Bege nos Estados Unidos, além das contínuas reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Além disso, a temporada de balanços começa a ganhar tração lá fora, com Goldman Sachs publicando seus dados na segunda-feira, Bank of America e Morgan Stanley, na terça-feira, TSMC e Netflix, na quinta-feira, entre outros.

Confira como fechou o Ibovespa na semana passada e prepare-se para a semana que vem com a agenda dos próximos dias:

Leia mais.

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