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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Com pressão de NY, Ibovespa segura os 119 mil pontos e recua quase 1% na semana; dólar sobe e fecha a R$ 5,38

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14 de junho de 2024
17:23

RESUMO DO DIA: Depois de uma semana movimentada com decisão sobre os juros nos Estados Unidos e preocupações com o cenário local doméstico, o Ibovespa segurou com algum esforço os 119 mil pontos.

O principal índice da bolsa brasileira fechou em leve alta de 0,08%, aos 119.662,38 pontos. Na semana, o recuo é de 0,92%.

Já o dólar à vista subiu 0,25%, a R$ 5,38. Nos cinco últimos pregões, a moeda norte-americana avançou 1,08%.

Por aqui, o cenário fiscal seguiu nos holofotes. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com banqueiros para tratar dos recentes ruídos.

Após o encontro, o presidente da Febraban, Isaac Sidney, disse que o setor saiu "convencido" de que o chefe da pasta econômica está compromissado com o reequilíbrio das contas públicas. A declaração reduziu a aversão ao risco dos investidores locais, com reflexo na curva de juros.

Em segundo plano, a prévia da inflação frustrou as expectativas. O IBC-Br de abril ficou próximo da estabilidade.

Já em Wall Street, a queda no índice de sentimento do consumidor drenou o apetite dos investidores, depois de uma semana marcada por recordes em S&P 500 e Nasdaq. 

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (14):

ALTAS E QUEDAS DA SEMANA

Na semana, o Ibovespa caiu 0,9%.

Confira as maiores altas dos últimos cinco pregões:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
SMTO3São MartinhoR$ 30,748,81%
TOTS3Totvs ONR$ 30,597,33%
CVCB3CVC ONR$ 2,015,79%
PRIO3PRIO ONR$ 42,015,24%
PCAR3GPA ONR$ 3,035,21%

Confira as maiores quedas da semana:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
COGN3Cogna ONR$ 1,67-7,22%
VAMO3Vamos ONR$ 7,25-5,60%
RENT3Localiza ONR$ 40,42-5,45%
MRFG3Marfrig ONR$ 10,52-5,40%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 18,07-5,19%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
VAMO3Vamos ONR$ 7,255,07%
CVCB3CVC ONR$ 2,014,15%
MRVE3MRV ONR$ 6,853,63%
PETZ3Petz ONR$ 3,503,55%
TOTS3Totvs ONR$ 30,593,38%

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
EMBR3Embraer ONR$ 37,34-5,32%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,88-2,20%
PETR4Petrobras PNR$ 34,68-2,20%
GGBR4Gerdau PNR$ 17,04-1,67%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 18,07-1,53%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa termina a sessão com leve alta de 0,08%, aos 119662,38 pontos. Na semana, o recuo foi de 0,92%.

O principal índice da bolsa brasileira chegou a alcançar os 120 mil pontos na primeira parte da sessão, mas os ganhos foram limitados pela aversão ao risco do exterior.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com banqueiros depois dos ruídos sobre o fiscal. Após a reunião, o presidente da Febraban, Isaac Sidney, fez um balanço sobre a reunião com o ministro.

Sidney afirmou que Haddad reforçou o compromisso de que o reequilíbrio das contas públicas precisa ser preservado.

"Saímos convencidos de que Haddad está determinado com o diálogo dentro do governo e está determinado a reequilibrar contas. Ele vai precisar e apoio firme do governo, Congresso e empresariado", disse Sidney.

Novos dados também foram divulgados hoje. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do PIB, avançou 0,01% em abril ante março, com ajuste. O dado foi divulgado pelo Banco Central e ficou abaixo das estimativas de alta de 0,40% no mês.

Na comparação anual, o IBC-Br avançou 2,01% em abril, sem ajuste.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York terminaram o dia sem direção única, com reação a dados de atividade econômica e as perspectivas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos depois da última decisão do Federal Reseve (Fed).

O índice de sentimento do consumidor caiu para 65,6 em junho, abaixo dos 69,1 em maio, segundo dados divulgados pela Universidade de Michigan. O resultado ficou abaixo da estimativa de 71,5 dos analistas consultados pela Dow Jones.

Apesar da redução do apetite ao risco, Nasdaq renovou o recorde de fechamento pelo quinto dia consecutivo.

Confira como fecharam os índices de NY:

  • Dow Jones: -0,15%, aos 38.589,16 pontos;
  • S&P 500: -0,04%, aos 5.431,60 pontos;
  • Nasdaq: +0,12%, aos 17.688,88 pontos.

Na semana, o índice S&P 500 subiu 1,3%; Nasdaq teve alta de 2,7%.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fecha a R$ 5,3821, com alta de 0,25%.

Na semana, a moeda norte-americana avançou 1,08%.

DASA DIZ QUE FUSÃO COM AMIL NÃO É PRIORIDADE

A expectativa de união entre Dasa (DASA3) e Amil resultou na criação da Ímpar Serviços Hospitalares, conforme fato relevante publicado nesta sexta-feira (14). O negócio é uma joint venture (empreendimento controlado em conjunto), da qual Amil e Dasa deterão 50% do capital cada.

Contudo, o mercado vinha especulando sobre uma união mais íntima das duas empresas do setor de saúde, que passa por um momento particularmente difícil como um todo. Em outros termos, a expectativa era de uma fusão entre as companhias.

“Nesse momento, o foco da companhia é concluir a presente transação com sucesso”, explicou a Dasa, em resposta enviada ao Seu Dinheiro após uma call com analistas para comentar sobre a nova frente de negócios.

Estavam presentes na conversa André Covre Fechar, diretor financeiro e de relações com investidores da Dasa, e Lício Tavares Angelo Cintra, diretor presidente.

Leia mais.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O petróleo fechou em leve queda e interrompeu a sequência de quatro altas consecutivas. Na semana, a commodity avançou.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento em agosto, caíram 0,16%, a US$ 82,62 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos mais líquidos do petróleo WTI, com vencimento em julho, tiveram queda de 0,22%, a US$ 78,45 o barril na New York Mercanitile Exchange (Nymex), nos Estados Unidos.

TOTVS (TOTS3) SOBE 4%

Em dia bastante volátil no Ibovespa, as ações da Totvs (TOTS3) ganharam fôlego e lideram os ganhos do índice com alta de 4,16%, a R$ 30,82.

Os papéis avançam com o alívio na curva de juros futuros, com a redução da cautela com o cenário fiscal.

DIRIGENTE DO FED DIZ QUE INFLAÇÃO ‘DEMORARÁ UM POUCO’ PARA RETORNAR À META

A presidente da unidade do Federal Reserve (Fed) de Cleveland, Loretta Mester, afirmou que a inflação nos Estados Unidos não deve atingir a meta de 2% até 2026. Durante entrevista à Bloomberg, ela comentou que as empresas têm relatado menor poder de compra, mas ainda possuem algum.

Com direito a voto nas decisões de política monetária neste ano, mas prestes a deixar o Fed no fim deste mês, Mester comentou que a economia ainda parece estar "em posição sólida".

Ela garantiu que o Fed pretende atingir seus mandatos de máximo emprego e inflação na meta de 2% mantendo um mercado de trabalho igualmente "sólido".

Questionada sobre se pode haver mudança nos juros já na próxima reunião ou apenas em setembro, ela garantiu que em todos os encontros de política monetária do Fed pode haver mudança nos juros, dependendo basicamente dos dados divulgados até a reunião.

Segundo a dirigente, as pesquisas do Fed de Cleveland sugerem que "demorará um pouco" para a inflação recuar à meta de 2%, mas ela cairá. [Estadão Conteúdo]

DIRETORIA DA PETROBRAS (PETR4)

A presidente do Petrobras (PETR4;PETR3), Magna Chambriard, indicou três nomes para substituir diretores da estatal da gestão anterior.

Para a diretoria de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Renata Baruzzi foi a indicada. Para a diretoria de Exploração e Produção a indicação foi de Sylvia dos Anjos e para a diretoria Financeira e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo.

As ações da Petrobras (PETR4;PETR3) operaram em leilão há pouco, com a divulgação do comunicado ao mercado.

Os papéis ordinários (PETR3) retomaram as negociações com queda de 1,03% e os preferenciais (PETR4) caem 1,80% após leilão.

JUROS FUTUROS EM QUEDA

Os juros futuros (DIs) operam com viés de queda em toda a curva com o cenário fiscal no radar.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com banqueiros depois dos ruídos sobre o fiscal. Após a reunião, o presidente da Febraban, Isaac Sidney, fez um balanço sobre a reunião com o ministro.

Sidney afirmou que Haddad reforçou o compromisso de que o reequilíbrio das contas públicas precisa ser preservado.

"Saímos convencidos de que Haddad está determinado com o diálogo dentro do governo e está determinado a reequilibrar contas. Ele vai precisar e apoio firme do governo, Congresso e empresariado", disse Sidney.

Confira como andam os DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/2510,65%10,65%
DI1F26DI Jan/2611,22%11,24%
DI1F27DI Jan/2711,54%11,61%
DI1F28DI Jan/2811,79%11,89%
DI1F29DI Jan/2911,94%12,04%
DI1F30DI Jan/3012,04%12,16%
DI1F31DI Jan/3112,08%12,19%
DI1F32DI Jan/3212,07%12,24%
DI1F33DI Jan/3312,10%12,24%
IBOVESPA AOS 119 MIL PONTOS

O Ibovespa retoma queda e cede à pressão do exterior. Em Nova York, as bolsas aceleraram as perdas na última hora com reação ao dado de sentimento do consumidor de Michigan.

Agora, o Ibovespa cai 0,19%, aos 119.344 pontos.

As perdas são limitadas pelo fechamento da curva de juros, que impulsiona os papéis mais cíclicos, e a repercussão das falas do presidente da Febraban após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

DÓLAR SOBE

Nos últimos minutos, o dólar à vista inverteu o sinal e opera em leve alta. A moeda norte-americana sobe 0,08%, a R$ 5,3727.

AÇÃO DA DONA DO MCDONALD´S NA AMÉRICA LATINA AMARGA QUEDA DE 28% EM NY EM 2024. E AGORA?

Um dos maiores fast foods do mundo, quem tem uma fatia do McDonald’s no mercado financeiro acabou com um sabor amargo na carteira. As ações da Arcos Dorados, rede de franquias da hamburgueria na América Latina, acumularam uma desvalorização de 28% em Wall Street desde janeiro.

Mas, para o Goldman Sachs, o recuo dos papéis em 2024 não deveria tirar o apetite dos investidores — pois abre uma oportunidade de abocanhar um pedaço da companhia. 

Com recomendação de compra para os papéis ARCO negociados na bolsa de valores de Nova York (Nyse), o Goldman prevê que as ações da rede de franquias podem disparar 56,5% em um ano, saindo do patamar atual de US$ 9,14 para US$ 14,30 nos próximos 12 meses.

“A Arcos é nossa ação preferida com exposição ao mercado doméstico brasileiro”, escreveu o banco, em relatório.

Leia mais.

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa mira o nível dos 120 mil pontos com a melhora das perspectivas sobre o cenário fiscal. O índice sobe 0,28%, aos 119.898 pontos.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com banqueiros depois dos ruídos sobre o fiscal. Após a reunião, o presidente da Febraban, Isaac Sidney, fez um balanço sobre a reunião com o ministro.

Sidney afirmou que Haddad reforçou o compromisso de que o reequilíbrio das contas públicas precisa ser preservado.

"Saímos convencidos de que Haddad está determinado com o diálogo dentro do governo e está determinado a reequilibrar contas. Ele vai precisar e apoio firme do governo, Congresso e empresariado", disse Sidney.

Lá fora, Wall Street opera em queda após dado de sentimento do consumidor, que caiu para 65,6 em junho, abaixo dos 69,1 em maio. O resultado ficou abaixo da estimativa de 71,5 dos analistas consultados pela Dow Jones.

O dólar à vista cai 0,17%, a R$ 5,3597.

FECHAMENTO DA EUROPA

As bolsas da Europa fecharam em forte queda, com o cenário político da França no radar.

O aumento das preocupações dos investidores deve-se a possibilidade de vitória do partido populista e de extrema-direita Reunião Nacional, após o presidente francês, Emmanuel Macron convocar eleições antecipadas no Legislativo.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • DAX (Frankfurt): -1,44%, aos 18.002,02 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): -0,21%, aos 8.146,86 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -2,66%, aos 7.503,27 pontos;
  • Stoxx 600: -0,97%, aos 511,05 pontos.

Na semana, o índice Stoxx 600 caiu mais de 2%.

IBOVESPA SOBE

O Ibovespa deixou o tom negativo com alta de 0,19%, aos 119.798 pontos.

O índice sobe após o presidente da Febraban, Isaac Sidney, fazer um balanço sobre a reunião do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com banqueiros.

Sidney afirmou que Haddad reforçou o compromisso de que o reequilíbrio das contas públicas precisa ser preservado.

"Saímos convencidos de que Haddad está determinado com o diálogo dentro do governo e está determinado a reequilibrar contas. Ele vai precisar e apoio firme do governo, Congresso e empresariado", disse Sidney.

VALE (VALE3) E PETROBRAS (PETR4)

As ações da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) operam em queda a despeito o avanço das commodities no mercado internacional.

Os papéis são pressionados pela cautela doméstica.

CÓDIGONOMEULTVAR
VALE3Vale ONR$ 60,30-0,87%
PETR4Petrobras PNR$ 35,10-1,02%
PETR3Petrobras ONR$ 36,80-0,59%
GIRO DO MERCADO

APPLE X MICROSOFT: QUEM ESTÁ GANHANDO A CORRIDA PELA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Dois dias depois de anunciar o Apple Intelligence, a Apple (AAPL34) voltou a ser a empresa mais valiosa do mundo nesta quarta-feira (12), superando a Microsoft (MSFT34).

A tecnologia será aplicada nas novas versões do iOS, e tem como objetivo integrar a inteligência artificial generativa nos recursos do Iphone. A empresa também anunciou a integração do Chat GPT em seus dispositivos.

O analista Pedro Carvalho, da Empiricus Gestão, participa do Giro do Mercado desta sexta-feira (14) para comentar suas perspectivas sobre a corrida pela inteligência artificial.

ACOMPANHE AO VIVO:

IBOVESPA AMEAÇA PERDER OS 119 MIL PONTOS

Com aceleração das perdas de Nova York e a aversão ao riso local, o Ibovespa ameaça perder os 119 mil pontos. Há pouco, o índice bateu mínima aos 118.828,08 pontos.

Agora, o Ibovespa opera com queda de 0,34%, aos 119.231 pontos.

BOLSA DE PARIS CAI QUASE DE 3%

O índice da bolsa de Paris, CAC 40, recua 2,99%, aos 7.477,83 pontos.

A forte queda deve-se ao aumento das preocupações dos investidores sobre o cenário político da França, com a possibilidade de vitória do partido populista e de extrema-direita Reunião Nacional, após o presidente francês, Emmanuel Macron convocar eleições antecipadas no Legislativo.

WEG (WEGE3) LIDERA GANHOS

Por ser considerada uma ação mais defensiva em dias de aversão ao risco, WEGE3 lidera os ganhos do Ibovespa com alta de 1,74%, a R$ 39,09.

Os papéis da Weg também repercutem a aprovação do financiamento de R$ 58 milhões pelo BNDES. O recurso será destinado para o Plano de Investimento em Inovação da WEG Drives e Controls (WDC).

OS DIVIDENDOS DO XPLG11 VÃO AUMENTAR?

O portfólio do XP Log (XPLG11) vai crescer (e os dividendos também devem aumentar) com a última aquisição anunciada. O fundo imobiliário comunicou na última quinta-feira (13) a compra de um complexo logístico no Rio Grande do Sul por R$ 309,8 milhões.

A operação será feita por meio da aquisição das ações da REC Gravataí, que detém todo o imóvel, e paga em três parcelas. A primeira, de R$ 183,9 milhões, foi depositada ontem mesmo, enquanto a segunda, de R$ 121,3 milhões será quitada em até 12 meses.

A terceira e última parcela, de R$ 4,5 milhões, deve ser paga apenas após o cumprimento de determinadas condições previstas no negócio.

Segundo o FII, o empreendimento GLP Gravataí tem 105 mil metros quadrados e está localizado na Rodovia RS118, que fica no munícipio gaúcho homônimo.

Leia mais.

SOBE E DESCE APÓS A ABERTURA

Com quase uma hora de negociações, as ações da Ultrapar lideram os ganhos do Ibovespa.

Os papéis são beneficiados pela elevação de recomendação de compra pelo Citi, com preço-alvo de R$ 28, o que representa uma potencial valorização de quase 29% em relação ao fechamento anterior.

Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
UGPA3Ultrapar ONR$ 22,162,07%
WEGE3Weg ONR$ 38,991,48%
VAMO3Vamos ONR$ 6,971,01%
LWSA3LWSA ONR$ 4,160,97%
LREN3Lojas Renner ONR$ 12,680,71%

Confira as maiores baixas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
GGBR4Gerdau PNR$ 17,03-1,73%
YDUQ3Yduqs ONR$ 11,11-1,68%
ELET3Eletrobras ONR$ 35,02-1,57%
KLBN11Klabin unitsR$ 20,14-1,52%
ENGI11Energisa unitsR$ 43,94-1,37%
ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em queda após a abertura das negociações. Sem novas notícias, o mercado acompanha a situação política na França e a decisão do Banco do Japão sobre os juros — que manteve as taxas com a sinalização de que vai reduzir a compra de títulos do governo japonês.

Confira o desempenho de NY após a abertura:

  • S&P 500: -0,23%, aos 5.421,16 pontos;
  • Dow Jones: -0,36%, aos 38.506,39 pontos;
  • Nasdaq: -0,19%, aos 17.635,91 pontos.
DASA (DASA3) SOBE 10%

As ações da Dasa (DASA3) avançam 10,64%, a R$ 5,20 e lideram as maiores altas da B3 logo após a abertura das negociações.

Os papéis repercutem o anúncio do acordo com a Amil para a criação de uma joint venture, a Ímpar. O negócio começa com 25 hospitais e receita de R$ 9,9 bilhões, com participações iguais de 50% do capital votante entre a Amil e Dasa e controle compartilhado.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda de 0,04%, aos 119.522 pontos após a abertura.

O índice recua na esteira de Nova York.

Por aqui, os investidores reagem ao IBC-Br, considerado a prévia do PIB de abril e aos dados de produção industrial. A cautela sobre o cenário fiscal segue no radar.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam sem direção única no pré-mercado em Nova York.

  • Vale (VALE): -0,62%, a US$ 11,25
  • Petrobras (PBR): +0,51%, a US$ 13,87
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera em tom positivo nesta sexta-feira (14), fechando a semana que foi marcado por volatilidade.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, com alta de 1,97%, a US$ 114,10 a tonelada.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent avançam 0,73%, a US$ 83,34 o barril na Intercontinental Exchange (ICE).

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

TARDE DEMAIS, BONITÃO, O ESTRAGO JÁ FOI FEITO…

Os dados econômicos dos Estados Unidos animaram os investidores globais ontem. A inflação ao produtor reforçou a sensação de desinflação, o que é crucial para a manutenção de uma janela promissora para investimentos no segundo semestre, abrindo caminho para possíveis cortes de juros nos EUA.

Como resultado desse movimento, apesar de os ativos globais apresentarem um desempenho misto nesta manhã, vimos novos recordes de fechamento em Wall Street ontem.

Hoje, os mercados da China, Índia, Coreia e Japão tiveram um bom desempenho. No Japão, o destaque foi o Banco Central, que manteve a taxa de juros estável e indicou a possibilidade de reduzir as compras mensais de títulos do governo na reunião de julho.

Por outro lado, os índices europeus estão em queda, sem grandes catalisadores nesta sexta-feira, e os futuros americanos também apresentam recuo, pelo menos até agora.

As commodities, igualmente, não estão mostrando um desempenho positivo. Pensem pelo lado positivo: pelo menos a Eurocopa 2024 começa hoje…

A ver…

00:53 — “O Brasil não está mais no radar”

No Brasil, a agenda econômica desta manhã inclui a divulgação do IBC-Br de abril, que serve como uma proxy do PIB.

Além disso, continuamos atentos aos eventos em Brasília, que têm gerado preocupações fiscais nos últimos dias.

O ministro Haddad terá uma reunião fechada com os principais banqueiros hoje, mas o dano à confiança do mercado já foi feito e será difícil reconquistá-la.

Ontem, tivemos mais um dia de queda, apesar das declarações da ala econômica de que a agenda de revisão de gastos está ganhando tração no governo. Convencer o mercado continua sendo um desafio.

O dólar, por exemplo, encostou nos R$ 5,40 esta semana, e algumas grandes instituições financeiras retiraram suas recomendações otimistas para o real. O desempenho recente só não é pior que o do peso mexicano, que está sofrendo desde a eleição da Sheinbaum, embora muitos ainda considerem esse peso sobrevalorizado.

A questão agora é quais propostas para revisão de gastos realmente vão ganhar tração.

Lembrando que elas precisam ser aprovadas em 2024 para terem impacto em 2025, com uma eleição municipal no meio do caminho. Será um desafio. Não adianta Haddad falar em um ritmo mais intenso na agenda de cortes de gastos ou Lula elogiar Haddad após tê-lo desprestigiado. O estrago já foi feito.

Existem algumas possibilidades. Jaques Wagner está levando à Fazenda sugestões de líderes do Senado para compensar a desoneração, mas até agora as ideias apresentadas foram consideradas "inúteis" pela Fazenda. Vamos ver se algo novo aparece.

Outra possibilidade para Lula, embora apenas para o final do ano, é a troca do comando no Banco Central.

Se feita corretamente, com a escolha de um nome mais ortodoxo, pode ter um efeito positivo no mercado local. No curto prazo, porém, não há grandes mudanças à vista. Até lá, como disse o CEO do Pinheiro Neto, Fernando Meira, sobre o que seus clientes pensam do país: "o Brasil não está mais no radar."

01:46 — Mais alguns estudos sobre os impactos no Rio Grande do Sul

O BTG Pactual realizou um estudo abrangente para avaliar os impactos imediatos das recentes enchentes no Rio Grande do Sul sobre a economia local. O relatório, além de destacar a gravidade da tragédia humana, aponta para consequências econômicas, como uma queda estimada de 0,2 pontos percentuais no Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, há uma expectativa de recuperação relativamente rápida, especialmente no mercado de trabalho, que pode se normalizar até o final do ano, juntamente com a recuperação da arrecadação de impostos municipais.

Quanto às medidas de assistência do governo, o foco está no fortalecimento da infraestrutura logística e no apoio direto e indireto às famílias que precisam reconstruir suas casas. Essas ações devem impulsionar a recuperação do emprego, com um aumento significativo na demanda por trabalho no setor da construção civil nas áreas afetadas.

No entanto, a extensão do suporte governamental ainda é incerta, e observa-se que várias propostas no Congresso Nacional estão tentando desviar o foco, utilizando a tragédia como justificativa para aumentar os gastos em áreas não afetadas.

02:35 — Uma trajetória interessante

Nos EUA, o S&P 500 e o Nasdaq voltaram a bater recordes de fechamento, enquanto o índice Dow Jones continuou em queda. Esses resultados mistos refletem as divergências nas notícias econômicas.

De um lado, dados mais fracos animam os investidores com a possibilidade de queda nos juros, beneficiando especialmente o setor de tecnologia.

Por outro lado, esses mesmos dados aumentam o medo de recessão, afetando negativamente setores mais tradicionais da economia, nos quais o índice Dow é mais representativo.

Quais foram esses dados? Primeiramente, os pedidos iniciais de seguro-desemprego divulgados ontem subiram em 13 mil, atingindo 242 mil, o nível mais alto em 9 meses. Este número superou as expectativas, mesmo com a fraqueza do mercado de trabalho. Contudo, este não foi o dado mais significativo.

A inflação ao produtor surpreendeu com a maior queda desde outubro. O índice principal recuou 0,2% em maio em relação a abril, contrariando as expectativas de um aumento mensal de 0,1%. A parte central do índice, que exclui alimentos e energia, permaneceu estável, enquanto se esperava um aumento de 0,3%.

Se os dados de inflação continuarem a ficar abaixo do esperado, assim como os dados de atividade econômica, há uma possibilidade real de cortes nos juros em setembro. No entanto, qualquer desvio dessa trajetória pode adiar essa expectativa para o final do ano, complicando o cenário econômico.

03:28 — A economia ainda está forte

Mesmo com esse arrefecimento marginal, a economia americana ainda está bastante robusta. No entanto, é curioso observar a disparidade entre a realidade econômica e a percepção da população.

Em uma pesquisa recente conduzida pelo Guardian, 56% dos entrevistados acreditam que os EUA estão atualmente em recessão e 55% pensam que a economia está encolhendo, com 72% afirmando que a inflação ainda está aumentando.

Isso demonstra um claro descolamento da realidade, pois sabemos que a inflação está se normalizando e a atividade econômica está longe de uma recessão.

Além disso, 49% dos entrevistados acham que a taxa de desemprego atual é a mais alta dos últimos 50 anos, quando na verdade está perto do nível mais baixo em meio século. Da mesma forma, 49% acreditam que o S&P 500 está em declínio, embora tenha subido mais de 12% este ano em Wall Street.

Por que tantos americanos estão desconectados da realidade? Em minha opinião, o pessimismo deriva da inflação. Vimos isso recentemente no Brasil. Quando os preços sobem, mesmo que a taxa de inflação caia, os preços elevados persistem, criando uma sensação de inflação contínua. Embora a inflação esteja finalmente diminuindo, os custos médios de alimentos, habitação e outras necessidades dispararam nos últimos anos.

Além disso, a cobertura midiática também desempenha um papel significativo. Em um fenômeno global liderado pelos EUA, as notícias frequentemente adotam um tom cada vez mais pessimista.

Isso é péssimo para Joe Biden, que, como consequência, está atrás nas pesquisas em relação a Donald Trump. As eleições de novembro prometem ser interessantes.

04:17 — Os movimentos japoneses

Na Ásia, o índice de referência do Japão, Nikkei 225, avançou após o Banco do Japão manter sua política monetária inalterada, com a taxa de curto prazo permanecendo entre 0 e 0,1%.

O banco central anunciou que pretende começar a reduzir suas compras de títulos do governo, à medida que se afasta de sua postura ultra-relaxada.

É importante lembrar que, em março, o banco central aumentou as taxas pela primeira vez em 17 anos e encerrou sua política de juros negativos, em vigor desde 2016.

O iene se enfraqueceu após o Banco do Japão adiar a redução na compra de títulos. Embora o Banco do Japão queira sinalizar que está caminhando em direção ao aperto monetário, seu princípio orientador é o gradualismo. A confiança econômica subjacente permanece frágil, senão preocupante.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram com viés de estabilidade em toda a curva, com a continuidade das quedas nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, e reação à prévia da inflação abaixo do esperado.

Os investidores mantêm no radar a reunião do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com banqueiros.

Confira como abriram os DIs hoje:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F25DI Jan/2510,65%10,65%
DI1F26DI Jan/2611,25%11,24%
DI1F27DI Jan/2711,58%11,61%
DI1F28DI Jan/2811,88%11,89%
DI1F29DI Jan/2912,04%12,04%
DI1F30DI Jan/3012,15%12,16%
DI1F31DI Jan/3112,20%12,19%
FUTUROS DE NOVA YORK NO VERMELHO

Os principais índices futuros de Nova York operam em queda nesta manhã. As bolsas norte-americanas caem após registrarem recordes no pregão anterior.

Com agenda local esvaziada, as preocupações com o cenário internacional adicionam pressão aos mercados. Investidores reagem às incertezas políticas na França e ao anúncio do Banco do Japão (BoJ) sobre redução do ritmo de flexibilização da taxa de juros na região.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,46%
  • Dow Jones futuro: -0,73%
  • Nasdaq futuro: -0,26%
ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro cai 0,4%, aos 121.355 pontos após a abertura.

O principal índice da bolsa brasileira opera em queda na esteira dos futuros de Nova York.

Por aqui, os investidores reagem ao IBC-Br, considerado a prévia do PIB de abril e aos dados de produção industrial. A cautela sobre o cenário fiscal segue no radar.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista iniciou as operações a R$ 5,3901, com alta de 0,21% em relação ao fechamento anterior.

PRÉVIA DO PIB

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do PIB, avançou 0,01% em abril ante março, com ajuste. O dado foi divulgado há pouco pelo Banco Central.

A prévia do PIB ficou abaixo das estimativas. As Projeções Broadcast projetavam alta de 0,40% no mês.

Na comparação anual, o IBC-Br avançou 2,01% em abril, sem ajuste.

Os dados anteriores dos meses de novembro e dezembro de 2023 e janeiro a março deste ano foram revisados.

BOLSAS DA EUROPA EM QUEDA FIRME

As bolsas europeias operam no vermelho nesta manhã. Os temores políticos com o avanço da extrema-direita na União Europeia (UE) drenam o apetite dos investidores internacionais.

Na França, o presidente Emmanuel Macron decidiu antecipar as eleições locais, após derrota do partido nas eleições parlamentares da UE.

Investidores também aguardam comentários de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) e do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) para avaliar a trajetória dos juros na zona do euro e nos EUA.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -1,06%
  • CAC 40 (Paris): -2,16%
  • FTSE 100 (Londres): -0,16%
  • Euro Stoxx 600: -1,03%
BOLSAS ASIÁTICAS FECHAM EM ALTA

Os principais índices de ações da Ásia encerraram o pregão desta sexta-feira (14) em alta, após o Banco Central do Japão (BoJ) indicar que irá manter volume de compras de títulos do governo japonês (JGBs).

Com o anúncio, o índice Nikkei fechou o dia com alta de 0,24% em Tóquio, a 38.814,56 pontos, revertendo perdas da abertura.

Em Taiwan, o índice Taiex liderou os ganhos pelo terceiro pregão consecutivo, com alta de 0,86%, à nova máxima histórica de 22.504,72 pontos.

Em outras partes da Ásia, o índice sul-coreano Kospi avançou 0,13% em Seul, a 2.758,42 pontos.

Na China continental, as bolsas fecharam a sessão desta sexta-feira em leve alta, impulsionadas por ações de incorporadoras e de hardware. O Xangai Composto subiu 0,12%, a 3.032,63 pontos.

O Hang Seng foi a exceção na região asiática. O índice caiu 0,94% em Hong Kong, a 17.941,78 pontos, pressionado por ações dos setores varejista e biofarmacêutico.

SUPERÁVIT COMERCIAL DA ZONA DO EURO CRESCE EM ABRIL

O superávit comercial da zona do euro aumentou em abril.

O saldo da balança comercial do bloco ficou em 19,4 bilhões de euros no período analisado.

Em março, a zona do euro registrou superávit comercial de 17,2 bilhões de euros, segundo números revisados.

Na comparação mensal, as exportações do bloco subiram 3,2% em abril, enquanto as importações avançaram 2,3%, também considerando-se ajustes sazonais.

No resultado sem ajustes, a zona do euro teve superávit comercial de 15 bilhões de euros em abril, contrastando com déficit de 11,1 bilhões de euros observado em igual mês de 2023.

DASA E AMIL SELAM PARCERIA E SE TORNAM O SEGUNDO MAIOR GRUPO DE HOSPITAIS DO PAÍS

A Dasa (DASA3) e a Amil fecharam o acordo para a criação da Ímpar Serviços Hospitalares, conforme fato relevante publicado nesta sexta-feira (14). As informações foram dadas em primeira mão pelo Broadcast.*

O negócio é uma joint venture (empreendimento controlado em conjunto), da qual Amil e Dasa deterão 50% do capital cada. Segundo fato relevante, Dulce Pugliese de Godoy Bueno será nomeada presidente do conselho de administração e Lício Tavares Angelo Cintra será nomeado presidente executivo da Ímpar.

Com isso, a rede abarcará 25 hospitais e centros oncológicos das duas empresas e terá 4,4 mil leitos, com faturamento anual de R$ 10 bilhões, segundo fontes.

Dessa forma, a união formará o segundo maior grupo de hospitais do Brasil, perdendo apenas para a Rede D’Or (RDOR3) e terá 14 hospitais da Dasa e 11 da rede Américas (rede independente da Amil), atuando principalmente no Sudeste e Distrito Federal.

Leia mais.

BANCO CENTRAL DO JAPÃO MANTÉM TAXA DE JUROS

O Banco do Japão (BoJ) manteve inalterada a taxa de depósitos na faixa de 0% a 0,1% nesta sexta-feira.

A decisão já era esperada em certa medida. Em março, o BoJ elevou os juros pela primeira vez em 17 anos e abandonou o instrumento de controle da curva de juros (YCC).

O BoJ também indicou que seguirá com o ritmo de compras dos títulos públicos locais (JGBs). No entanto, os detalhes das aquisições para os próximos um a dois anos serão definidos somente na reunião de política monetária do dia 30 de julho.

COMO FECHOU O IBOVESPA ONTEM

O Ibovespa ensaiou uma recuperação no último pregão, mas permaneceu em tom negativo no último pregão. O principal índice da B3 encerrou o dia em leve queda de 0,31%, aos 119.567 pontos.

Falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e da ministra do Planejamento, Simone Tebet, ajudaram a reduzir os ruídos fiscais.

Já o dólar à vista encerrou a sessão em queda de 0,70%, a R$ 5,3686.

Confira o que movimentou os mercados na quinta-feira (13).

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