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A B3 planeja lançar um “mercado noturno”, operando entre 18h30 e 21h45, oferecendo aos investidores a oportunidade de negociar ativos após o horário convencional
O pôr do sol é um dos eventos mais fascinantes da humanidade, que permeia lendas mundo afora. Mas a B3, a bolsa brasileira, pretende tornar esse pequeno milagre diário um pouco mais animado, permitindo pela primeira vez na história um pregão noturno — envolvendo, principalmente, a negociação de contratos futuros de bitcoin (BTC).
Segundo Gilson Finkelsztain, presidente da B3, a ideia de um o horário estendido surgiu de uma demanda do investidor de varejo, ou seja, pessoa física. As informações são da Folha de S. Paulo. As declarações foram feitas em um almoço com jornalistas.
Assim, a B3 planeja lançar um “mercado noturno”, operando entre 18h30 e 21h45, oferecendo aos investidores a oportunidade de negociar ativos após o horário convencional de funcionamento, que acontece das 10h às 18h.
Os planos acontecem em meio a demanda de investidores por horários alternativos de negociação. “Acho que tem um certo represamento de algumas operações. No final do dia, é um teste. Aumenta o custo, aumenta o risco. Temos que testar se vai ser bom ou ruim para a liquidez", disse o executivo.
Além das negociações com a maior criptomoeda do planeta, a B3 pretende negociar contratos futuros do Ibovespa, como acontece com o Ibovespa futuro, no pré-mercado local, que começa às 9h.
Contudo, o presidente da B3 também destacou que a bolsa irá revisar as regras do Novo Mercado, o segmento onde se destacam as empresas com as melhores práticas de governança corporativa.
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Não porque os operadores irão negociar bitcoin, mas em virtude dos fatos recentes envolvendo a Americanas, a varejista que entrou em recuperação judicial após um escândalo contábil.
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