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Banco do Brasil fará assembleia no dia 2 de fevereiro para aprovar desdobramento. Após operação, a cotação das ações vai cair pela metade
A disparada de quase 70% das ações na B3 nos últimos 12 meses criou um "bom problema" para o Banco do Brasil (BBAS3). Com os papéis nas máximas históricas, ficou mais difícil para o pequeno investidor se tornar acionista do banco.
A administração do BB pretende agora resolver essa questão com a proposta de desdobramento (split) das ações. O banco marcou uma assembleia de acionistas no dia 2 de fevereiro para aprovar a operação que, na prática, vai reduzir pela metade a cotação dos papéis na bolsa.
No pregão de ontem, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) fecharam a R$ 54,76. Mas como as negociações na B3 em geral acontecem em lotes de 100 papéis, um investidor precisa ter pelo menos R$ 5.476 para ter uma posição.
Portanto, se o desdobramento já estivesse em vigor, o preço por ação BBAS seria de R$ 27,38 e esse mesmo investidor precisaria de apenas R$ 2.738 para se tornar acionista do banco.
Vale lembrar que o Banco do Brasil revelou os planos de fazer o desdobramento das ações em dezembro.
Para entender como funciona o desdobramento, pense em um bolo que passou a ser dividido em um número maior de pedaços.
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No caso do Banco do Brasil, a proposta é emitir uma nova ação para cada papel em circulação. Assim, o número de papéis irá dobrar, mas sem impacto no capital da instituição.
Por exemplo, quem possui 100 ações BBAS3 passará a contar com 200 após o desdobramento, mas cada um deles valendo a metade.
Com mais ações disponíveis a um preço menor, a tendência é de aumento da liquidez na B3.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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