O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Santander se tornou acionista da Americanas ao converter parte dos créditos que possui em ações e agora reduziu participação para 4,87% do capital
Como esperado, os credores que receberam ações da Americanas (AMER3) como parte do pagamento pelo calote bilionário da varejista aproveitaram para vender os papéis na B3 e cobrir ao menos parte do prejuízo. Esse foi o caso, por exemplo, do Santander (SANB11).
O banco se tornou acionista da Americanas ao converter parte dos créditos que possui em ações e agora reduziu essa participação para 4,87%. Lembrando que as normas do mercado de capitais obrigam os investidores que compram ou vendem ações acima ou abaixo do patamar de 5% do capital a informar o movimentação.
Desse modo, o Santander passou a deter 960.714.956 papéis da varejista, além de 459.388.618 bônus de subscrição, que dão o direito de conversão em novas ações da companhia.
O banco não informou quantas ações da Americanas possuía antes das vendas, mas o mercado especula que a participação anterior era da ordem de 7%.
O Santander também não revelou o quanto embolsou com a venda das ações, mas certamente trata-se de uma fração dos mais de R$ 3,5 bilhões da exposição total do banco.
Como parte do processo de recuperação judicial, a Americanas promoveu um aumento de capital de R$ 24,5 bilhões para recompor o balanço após a revelação da fraude contábil.
Leia Também
Desse total, R$ 12 bilhões vieram do trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, que injetaram dinheiro novo na companhia. O restante veio dos bancos credores, incluindo o Santander, que converteram parte dos valores que tinham a receber em ações.
No primeiro dia após a liberação da negociação dos papéis que fizeram parte do aumento de capital, as ações da Americanas desabaram mais de 70%. No fechamento de ontem na B3, os papéis valiam R$ 0,09.
Por fim, vale destacar que a empresa chamou uma assembleia de acionistas em setembro para aprovar um grupamento de 100 ações para 1. Desta forma, a companhia deixará de ser negociada como uma "penny stock" — ou seja, ações negociadas a centavos.
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas