O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O principal objetivo da revisão, que inclui venda de projetos e terrenos, é simplificar a estrutura da empresa e acelerar a desalavancagem do grupo MRV
As ações da MRV (MRVE3) exibem um fôlego impressionante nesta sexta-feira (6). Os papéis, que chegaram a saltar 11% mais cedo, avançavam 8,55% por volta das 11h30 e lideravam a ponta positiva do Ibovespa hoje.
O combustível para a disparada das ações vem diretamente dos Estados Unidos — mais especificamente da Resia, braço de incorporação da companhia nos EUA para construir empreendimentos do tipo multifamily, ou residencial para renda.
A MRV anunciou, em comunicado enviado ao mercado ontem, uma reestruturação que deve encolher as operações da subsidiária. Além disso, haverá uma troca no alto comando da empresa.
De acordo a companhia, o principal objetivo da "revisão estratégica" é simplificar as operações e a estrutura financeira e acelerar a desalavancagem do Grupo MRV, que inclui também as operações da Luggo, Urba e Sensia no Brasil.
Para o BTG Pactual, que recomenda compra para as ações da MRV (MRVE3), as medidas podem ter impactos positivos ou negativos, a depender do ponto de vista. O enxugamento pode ser benéfico, por exemplo, ao liberar receitas de cerca de R$ 200 milhões nos próximos dois anos, o que vai reduzir o endividamento do grupo.
Por outro lado, uma operação menor também implica em ganhos menores com a Resia do que os analistas previam para o futuro. Vale relembrar que a subsidiária já foi considerada a "galinha dos ovos de ouro da MRV", impulsionando balanços em trimestres anteriores e gerando expectativas de IPO.
Leia Também
O foco da nova gestão será venda de sete projetos atualmente no portfólio da empresa — seis já prontos e um construção — e de 60% do landbank, ou banco de terrenos. A expectativa é que as transações levantem cerca de US$ 800 milhões até 2026.
"A Resia também reduzirá seu ritmo de lançamento para um número mínimo de propriedades de alta rentabilidade nos próximos dois anos, cujo investimento virá do landbank atual, além de US$ 20 milhões de capital adicional e US$ 120 milhões de dívida de financiamento à construção neste período", diz a MRV.
Para liderar as iniciativas, a MRV optou por enviar uma nova leva de executivos para os Estados Unidos. Leonardo Correa e Ricardo Blás irão liderar a área de operação, enquanto Matias Rotella, CEO da holding da família Menin e ex-Goldman Sachs, e Nicola Calicchio, vice-presidente do conselho da MRV, apoiarão a implementação das medidas.
Já o atual comandante da Resia, Ernesto Lopes, deixará o cargo no final deste ano para "perseguir projetos pessoais".
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC