O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O arcabouço foi aprovado em meio a um mal-estar entre o governo e os deputados; confira o que foi retirado pelo relator e que havia sido incluído pelo Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já pode preparar a caneta para sancionar o arcabouço fiscal. O conjunto de regras que substituirá o teto de gastos recebeu luz verde da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (22).
O parecer do relator, o deputado Claudio Cajado (PP-BA), com a inclusão de emendas do Senado recebeu 379 votos favoráveis e 64 contrários. Todos os destaques ao texto-base foram rejeitados.
O único partido a orientar contra a aprovação do marco fiscal foi o Novo. Já o PL, partido de oposição do ex-presidente Jair Bolsonaro, liberou os parlamentares para que votassem como quisessem.
A aprovação pelos deputados foi possível após um acordo para manter o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) fora do limite de gastos. Os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) também entraram no pacote de exceção.
Cajado também retirou do arcabouço a permissão incluída pelo Senado para que o governo pudesse prever as chamadas despesas condicionadas no Orçamento de 2024, aquelas que dependem de aprovação de crédito adicional pelo Legislativo para serem executadas.
A medida, que garante uma folga de R$ 32 bilhões, deve ser incluída no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO).
Leia Também
A Câmara rejeitou ainda a emenda dos senadores que deixaria despesas com ciência e tecnologia fora dos limites fiscais.
A DINHEIRISTA — Pensão alimentícia: valor estabelecido é injusto! O que preciso para provar isso na justiça?
O arcabouço fiscal foi aprovado em meio a um mal-estar entre o governo e a Câmara dos Deputados.
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad disse que a casa não poderia usar seu poder para humilhar o governo e o Senado, o que irritou lideranças partidárias e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
O mal-estar se somou ao desconforto no Congresso com a falta de liberação de emendas e com a demora de Lula em concluir a reforma ministerial para acomodar o Centrão, o que acabou atrasando a votação do arcabouço.
DISPUTA PRESIDENCIAL
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO
ELEIÇÕES DE 2026
Conteúdo Empiricus
VEJA DETALHES DA PESQUISA
ENTENDA
SEM IMPOSTOS
ELEIÇÕES 2026
Conteúdo Empiricus
POLÍTICA
VITÓRIA FORA DA MARGEM DE ERRO
PLANALTO DOBRA A APOSTA
TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA
GOVERNO
"SALTO MAIS ALTO"
FRAUDES
PESQUISA ATLAS/BLOOMBERG