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Alguns detalhes podem ajudar a identificar se uma imagem foi criada por inteligência artificial ou não; confira
Se você navegou pelas redes sociais nas últimas semanas, com certeza se deparou com alguma foto do presidente russo, Vladimir Putin, atrás das grades de uma cela de concreto mal iluminada ou do papa Francisco vestindo um casaco todo estiloso — e caro.
Talvez você tenha visto o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, sendo abordado por policiais da cidade de Nova York vestidos com equipamento anti-motim ou presidente francês, Emmanuel Macron, sentado no meio do lixo, com a Torre Eiffel ao fundo.
Aparentemente, as fotos foram publicadas no Twitter e viralizaram — algumas delas vinham acompanhadas de teorias, no caso do papa, de que ele estaria sendo assessorado por um estilista — mas tudo não passou de imagens criadas por inteligência artificial.
Durante a semana passada também viralizaram outras duas imagens criadas por inteligência artificial: a de Putin atrás das grades, a de Trump sendo preso em Nova York e a de Macron sentado no lixo.
A partir de rumores de que Trump poderia ser preso, a inteligência artificial criou imagens falsas do ex-presidente norte-americano se atracando com a polícia de Nova York.
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No caso de Trump, a imagem ganhou força porque o próprio ex-presidente chegou a discursar falando que poderia ser preso a qualquer momento por conta da investigação que seria reaberta sobre pagamentos indevidos à estrela de filmes adultos Stormy Daniels.
Outro alvo foi o presidente francês, Emmanuel Macron. Em uma das imagens falsas criadas pela inteligência artificial, ele aparece sentado, enquanto ao fundo há a torre Eiffel e lixo por todo lado após os protestos contra seu governo por conta da reforma da previdência do país.

No caso de Putin, as imagens surgiram depois que o Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu um mandado de prisão para o presidente russo — que não foi preso porque Moscou não é signatária da convenção que criou o TPI. Saiba os detalhes do caso.
Nenhuma das fotos dessa matéria é real. As imagens — e dezenas de variações espalhadas pelas redes sociais — foram produzidas usando geradores cada vez mais sofisticados e amplamente acessíveis, alimentados por inteligência artificial.
Especialistas em desinformação alertam que essas imagens são precursoras de uma nova realidade: ondas de fotos e vídeos falsos inundando as redes sociais após grandes eventos de notícias e confundindo ainda mais fatos e ficção em momentos cruciais para a sociedade.
“Isso adiciona ruído durante eventos de crise. Também aumenta o nível de cinismo”, disse Jevin West, professor da Universidade de Washington, especialista na disseminação de desinformação ao PBS. “Você começa a perder a confiança no sistema e nas informações que está recebendo.”
Embora a capacidade de manipular fotos e criar imagens falsas não seja nova, muitas ferramentas geradoras de imagem via inteligência artificial são mais fáceis de usar. Eles podem gerar rapidamente imagens realistas — completas com planos de fundo detalhados — em grande escala com pouco mais do que um simples prompt de texto dos usuários.
Para tentar frear esse movimento, o Twitter tem uma política que proíbe “mídia sintética, manipulada ou fora de contexto” com potencial para enganar ou prejudicar.
Anotações do Community Notes, o projeto de verificação de fatos de crowdsourcing do Twitter, foram anexadas a alguns tweets para incluir o contexto de que as imagens de Trump, por exemplo, foram geradas por inteligência artificial.
Alguns detalhes podem ser vistos nas imagens do papa e ajudam a identificar se uma imagem foi criada por inteligência artificial.

Os detalhes são:
*Com informações da CNN Internacional, do Uol Tilt e da VinNews
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