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Estúdio discute com J.K Rowling um acordo para produzir uma série de TV baseada nos livros, com cada temporada retratando os acontecimentos de uma das obras
Doze anos após a estreia do último filme da franquia nos cinemas, os fãs de Harry Potter já podem se preparar para tirar do baú as capas e varinhas. Um novo embarque para Hogwarts através da plataforma 9 ¾ está se tornando uma possibilidade cada vez mais real.
Com o primeiro livro lançado há 25 anos, a saga que marcou uma geração inteira pode tomar um novo formato. A Warner Bros. Discovery está negociando com a autora J.K Rowling um acordo para produzir uma série de televisão baseada nos livros de Harry Potter.
Ao invés de realizar uma adaptação do jogo Hogwarts Legacy, que retratava o universo bruxo séculos antes dos eventos passados nos livros, o estúdio pretende basear a série diretamente na saga de livros de Rowling.
Segundo informações da Bloomberg, cada temporada da série de TV retrataria os acontecimentos de cada um dos sete livros — isto é, em uma produção que se estenderia por muitos anos para a Warner.
Ao longo dos 25 anos de existência, a saga Harry Potter tornou-se a série de livros mais vendida da história, com mais de 600 milhões de cópias vendidas em 85 idiomas, segundo a editora americana Scholastic Corp.
Durante uma década, a Warner Bros desenvolveu oito filmes baseados na saga de livros de J.K Rowling. Após embolsar mais de US$ 7,7 bilhões com os filmes nos cinemas, as discussões incessantes sobre explorar todas as facetas do universo de Harry Potter se intensificaram.
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Agora, a Warner aposta na adaptação dos livros de Harry Potter como um dos pilares da nova estratégia para a plataforma de streaming HBO Max. A série pretende explorar ainda mais o universo bruxo criado por Rowling.
De acordo com a mídia estrangeira, a escritora deve estar envolvida na série para garantir que a adaptação seja fiel à história original, mas não deve comandar o programa ou ser a principal criadora da obra para a TV.
Vale destacar que, até o momento, J. Rowling ainda não deu aval a novas produções ligadas a Harry Potter — incluindo novos filmes, séries e quaisquer outras adaptações.
Tal qual o feitiço Lumus Maxima, as notícias mais recentes parecem iluminar um futuro que até então parecia nebuloso para a Warner.
Isso porque o estúdio encontra-se em um período de transição, que colocou em cheque as operações de filmes, TV e streaming após resultados abaixo das expectativas para o quarto trimestre de 2022.
Há muito, a Warner tenta adaptar a saga do menino bruxo para a televisão. No início de 2021, surgiram rumores de que o estúdio estaria desenvolvendo uma série sobre Harry Potter para a plataforma de streaming HBO Max, mas nada foi concretizado.
Segundo informações da Bloomberg, o diretor executivo da Warner Bros, David Zaslav, e o chefe da HBO, Casey Bloys, tentaram convencer J.K Rowling a produzir uma nova série, mas o negócio não foi concluído.
Já em março deste ano, após o sucesso de lançamento do jogo Hogwarts Legacy, passou-se a especular que a empresa estaria planejando uma adaptação do videogame para a TV.
Na teleconferência de resultados trimestrais da Warner Bros mais recente, o CEO David Zaslav chegou a afirmar que revisitaria suas propriedades intelectuais e “aproveitaria ao máximo” os conteúdos. Zaslav ainda deu a entender que poderia refilmar Harry Potter.
A Warner Bros deve anunciar uma nova estratégia de streaming nas próximas semanas, de acordo com a Bloomberg, que incluirá a mudança de nome da principal plataforma do grupo, o HBO Max.
O evento deve apresentar a integração das plataformas HBO Max e Discovery +, além de divulgar a próxima lista de conteúdo de streaming da empresa.
A ideia é lançar novos conteúdos, com destaque para produções baseadas em histórias já conhecidas pelos espectadores, o que incluiria Harry Potter, Senhor dos Anéis e o universo de super-heróis da DC, incluindo o Superman e a Mulher Maravilha.
Em fevereiro, a Warner anunciou o lançamento de novos filmes ligados ao universo de Senhor dos Anéis e de O Hobbit. A ideia é produzir “vários” longas-metragens baseados nos livros de J.R.R Tolkien.
*Com informações de Variety e Bloomberg
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