O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os recursos devem resultar no aumento de produção de papel sanitário e de celulose da Suzano e a previsão é que comecem a partir de 2024
A temporada de balanço muitas vezes é o momento em que as companhias aproveitam para divulgar planos e investimentos. É o caso da Suzano (SUZB3), que além dos resultados do terceiro trimestre, anunciou uma série de investimentos, que vão chegar a um total de quase R$ 1,7 bilhão.
Os recursos devem resultar no aumento de produção de papel sanitário e de celulose. A previsão é que comecem a partir de 2024.
Entre os investimentos estão:
A construção da fábrica de papel sanitário (tissue) terá capacidade de 60 mil toneladas por ano, com investimentos totais estimados em R$ 650 milhões.
A previsão é que o início das operações ocorra no primeiro trimestre de 2026.
A Suzano explicou que pretende realizar o investimento usando o saldo de créditos de ICMS que possui no estado do Espírito Santo.
Leia Também
Dessa forma, o desembolso líquido estimado sobre o projeto é de aproximadamente R$ 130 milhões.
Já a construção de uma nova caldeira de biomassa na fábrica de produção de celulose, localizada também na cidade de Aracruz, receberá recursos estimados em R$ 520 milhões.
A nova caldeira de biomassa vai substituir o equipamento atual e deve entrar em operação no quarto trimestre de 2025.
Segundo a companhia, os investimentos tanto na nova fábrica quanto na nova caldeira não afetam a estimativa de capex (investimentos) para 2023.
Os desembolsos vão ser distribuídos entre os anos de 2024 (R$ 522 milhões), 2025 (R$ 621 milhões) e 2026 (R$ 27 milhões), em termos reais e desconsiderando a monetização de créditos de ICMS.
Por fim, a Suzano vai investir R$ 490 milhões para a produção de celulose fluff, que é feita a partir da madeira de eucalipto (Eucafluff®).
Para isso, a companhia vai fazer a conversão de uma máquina de secagem de celulose na unidade industrial de Limeira (SP), que vai passar a ter flexibilidade na produção de celulose para papel ou fluff.
A previsão é que, com os recursos, a Suzano tenha capacidade nominal para produzir 340 mil toneladas por ano. Já a capacidade total de fluff da companhia será de 440 mil toneladas por ano em 2025.
O desembolso relacionado ao investimento também não impacta a estimativa de capex divulgada pela companhia para 2023, sendo distribuído nos anos de 2024 (R$ 196 milhões) e 2025 (R$ 294 milhões), em termos reais.
A empresa afirmou ainda que o projeto está alinhado com sua estratégia de ser competitiva no mercado global de celulose de eucalipto.
Além disso, atende à visão de que vai continuar a crescer a demanda por celulose de fibra curta, em substituição à fibra longa ao longo dos anos.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas