O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
E, à moda das big techs, a informação chegou via e-mail aos funcionários com a assinatura do CEO, Daniel Ek; o motivo para o corte no quadro de pessoal é o cenário macroeconômico
Na esteira das gigantes de tecnologia, o Spotify anunciou o desligamento de aproximadamente 600 funcionários — o que corresponde a 6% do quadro de pessoal.
A plataforma de streaming, que tem sede na Suécia, conta com cerca de 9.800 profissionais, sendo 5.400 nos EUA e 1.900, no país-sede, de acordo com informações na página da empresa no LinkedIn.
E, à moda das big techs, a informação chegou via e-mail aos funcionários com a assinatura do CEO, Daniel Ek. A nota também foi divulgada como nota oficial à imprensa.
“Embora eu acredite que essa decisão seja correta para o Spotify, entendo que, com nosso foco histórico no crescimento, muitos de vocês verão isso como uma mudança em nossa cultura. Mas à medida que evoluímos e crescemos como empresa, também devemos evoluir nossa maneira de trabalhar, mantendo-nos fiéis aos nossos valores fundamentais”, escreveu Ek.
Ainda segundo o CEO, o motivo para o corte no quadro de pessoal é o cenário macroeconômico, que tem impactado diretamente o número de assinantes e limitado as receitas que vêm de anunciantes.
Ek afirmou que, no ano passado, o crescimento da despesa operacional do Spotify ultrapassou em duas vezes o avanço da receita.
Leia Também
Em outubro do ano passado — o balanço mais recente da plataforma de streaming faz referência ao terceiro trimestre de 2022 —, a empresa reportou um crescimento de 21% na receita, a 3 bilhões de euros, resultado do aumento no número de assinantes pagos, e alta de 19% nos ganhos com anúncios, principalmente por meio do formato podcast.
Contudo, o prejuízo triplicou em relação ao trimestre anterior, para 228 milhões de euros. Na época, a justificativa foi o crescimento do número de funcionários e a elevação dos custos com publicidade.
Em todo o mundo, cerca de 55.324 profissionais foram afetados por demissões em massa somente em janeiro de 2023, segundo o site Layoffs.fyi, que agrupa desligamentos no setor de tecnologia.
Especificamente no Brasil, aproximadamente 720 pessoas perderam os seus empregos no setor neste início de ano.
Contudo, esse movimento de "ajustes" não é novidade — e nem tem data para acabar. Vale lembrar que os cortes nos quadros de pessoal em larga escala acontecem, principalmente, em razão da crise econômica agravada pela pandemia de Covid-19 — e, hoje, das consequências dela, como a alta da inflação, elevação dos juros e o temor à recessão global.
No ano passado, 155.126 pessoas foram desligadas de 1.032 empresas de tecnologia, ainda segundo o site.
*Com informações de CNBC e MarketWatch
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026